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1917-2013

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a indignação é um dever de cada homem, de cada mulher de bem

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“Ousam dizer-nos que o Estado já não consegue suportar os custos destas medidas sociais. Mas como é possível que actualmente não tenha verbas para manter e prolongar estas conquistas, quando a produção de riquezas aumentou consideravelmente desde a Libertação, quando a Europa estava arruinada? Apenas porque o poder do capital, tão combatido pela Resistência, nunca foi tão grande, insolente, egoísta, com servidores próprios até nas mais altas esferas do Estado. Os bancos, agora privatizados, preocupam-se principalmente com os seus dividendos e com os elevadíssimos salários dos seus administradores, e não com o interesse geral. O fosso entre os mais pobres e os mais ricos nunca foi tão grande; e a corrida ao capital e a competição nunca foram tão incentivadas”.  Stéphane Hessel, no seu livro “Indignai-vos!”

nunca é tarde para lutar

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A indigação num “best-seller” A venda de "Indignai-vos!", de Stéphane Hessel, já ultrapassou os 500 mil exemplares. Aos 93 anos, este filósofo e antigo resistente faz um apelo ao envolvimento social e político em nome da emoção suscitada pelas injustiças. Eric Aeschimann, LIBÉRATION Um casal à volta dos sessenta, com ar de professores reformados, chega a correr mesmo em cima da hora de fechar: "Tem o livro de Stéphane Hessel?” "Está ali um monte deles”. Um grande suspiro de alívio: pelos vistos, tinham. Um outro livreiro conta que alguns clientes compram por atacado: "Levo dez, para oferecer aos meus amigos”. Esta cliente pergunta na caixa: "Para que associação reverte o dinheiro das vendas?"