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A mostrar mensagens com a etiqueta repressão
em tempos negros, palavras claras
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Um vídeo que importa rever. Num tempo, tempo negro, em que Passos ameaça mudar a lei da greve porque a lei que existe não lhe agrada, não serve os seus interesses, os interesses dos seus. Em que Cavaco, escavacado pela opinião pública, manda perseguir os que o "insultam". Em que a rádio e televisão públicas da Grécia são mandadas fechar. Em que se roubam salários. Se oprimem os povos. Em que se morre de fome e desalento.
um safanão a tempo
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Devem ter insultado lá o Relvas deles. Ou cantado a Grândola numa cerimónia pública. Ou gritado contra a austeridade. Coisa pequena não devem ter feito para serem assim tratadas pela polícia que, claro, se limita a fazer cumprir as mais elementares regras democráticas. E, para salvaguardar a democracia, há que, de ora em diante, proibir ajuntamentos de mais de duas pessoas, vigiar as redes sociais, identificar os "profissionais da contestação" (ou da desordem, diria Macedo), prender quem reclama contra os governos eleitos por sufrágio universal e directo. Mesmo que seja a cantar, a soltar palavras de ordem, são um perigo, um insulto, um atentado. Puro terrorismo, guerrilha urbana é o que é. A edificante cena de cima passou-se em Milão. A de baixo em Madrid. Este fim-de-semana. Piores dias virão.
manifestações rigorosamente vigiadas
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Espanha inventou uma nova variante do Big Brother. Os capacetes da polícia de choque são o último grito high tech, com câmaras incorporadas. Os polícias são pagos para desancar nos manifestantes e, ao mesmo tempo, filmá-los. Esta fotografia foi obtida hoje, em Madrid, durante uma manifestação contra as privatizações na Saúde planeadas pelo governo Rajoy. O melhor reality show de todos os tempos está a chegar. Sem sexo, mas com muito sangue e pancadaria ao gosto dos fãs de porrada e filmes de acção. Brevemente, também em Portugal. Não somos menos do que os espanhóis, joder ! Fotografia: https://www.facebook.com/internationalriot
o ovo da serpente
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Por Nuno Ramos de Almeida A activista Paula Montez foi constituída arguida na sequência dos acontecimentos na manifestação da greve geral de 14 de Novembro. O seu processo é um requisitório de ilegalidades e más práticas. Foi notificada inicialmente por telemóvel. A forma de contacto tem ainda a curiosidade de o aparelho não estar registado em seu nome e no entanto o Ministério Público ter conhecimento dele. É acusada com base em imagens e fotografias cuja recolha não foi autorizada previamente, nem por um juiz, nem pela Comissão de Protecção de Dados. Nessas imagens de péssima qualidade é visível que tem um objecto na mão. É relatado por “testemunhas” (vulgo agentes infiltrados) de ter atirado não 19, nem 21 pedras à polícia, mas 20 calhaus da calçada às autoridades. Paula Montez responde no seu mural do Facebook: “Todos os que me conhecem sabem que não sou pessoa para andar a atirar pedras à polícia, que sempre defendi a estratégia da não violência, da desobediência civil ...
movimento sem emprego denuncia perseguição política
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COMUNICADO O Movimento Sem Emprego critica fortemente as sucessivas tentativas de intimidar, perseguir e difamar manifestantes em geral e activistas políticos em particular. O clima de crescente contestação social em Portugal é o resultado natural das políticas de empobrecimento que este governo tem promovido, e a resistência contra tais medidas são neste contexto completamente legítimas. Vários membros do Movimento Sem Emprego estiveram presentes na manifestação de dia 14 de Novembro e estão dispostos a prestar declarações e a testemunhar no sentido de demonstrar que a activista constituída arguida, Paula Montez , não participou em nenhum acto de violência contra a polícia. Declaramos igualmente que as subsequentes tentativas de marginalizar, perseguir e intimidar os movimentos sociais e os seus activistas são deploráveis assim como fúteis. Pelo Direito ao Emprego Pelo Direito à Dignidade Pelo Direito à Contestação Pelo Direito à Manifestação Movimento Sem Emprego ...
é ilegal mas pode-se fazer
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E agora, senhor presidente Cavaco Silva, ainda dá os parabéns à polícia? E o senhor, doutor Miguel Macedo, mantém o que disse sobre a actuação impecável dos seus agentes da "lei" no dia da greve geral? E o doutor Seguro, que tem a dizer sobre isto, já que também não poupou elogios às forças policiais? A Constituição é aquela coisa antiquada, elaborada sob pressão revolucionária, que urge rasgar ou, no mínimo, ignorar? Perguntas, perguntas, perguntas. Para as quais sei as minhas respostas. Que não coincidem nem com as do doutor Cavaco, nem com as do doutor Macedo, nem com as do doutor Seguro. Muito menos com as do doutor Passos. http://www.dn.pt/inicio/tv/interior.aspx?content_id=2938571&seccao=Televis%E3o&page=-1
mais uma razão para sair à rua
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Estamos sob a ameaça, cada vez menos velada, de uma democracia em derrocada. Os casos sucedem-se. As provas acumulam-se. Hoje, é notícia nos blogues de que uma das organizadoras da Manifestação de 15 de Setembro foi constituída arguida sob um pretexto mal cozinhado (clicar no link abaixo). Este facto, a juntar-se a tantos outros, deve ser mais um motivo para que todos, todos sem excepção, estejamos na rua na próxima terça-feira. Portugal está em perigo. E todos nós também. http://5dias.net/2012/11/23/organizadora-da-manifestacao-de-15-de-setembro-constituida-arguida/ Fotografia de Adriana Morais http://www.ionline.pt
comunicado da comissão de trabalhadores da RTP
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A RTP NÃO É FIGURANTE NAS ENCENAÇÕES DO GOVERNO Toda a gente sabe que, no dia 14 de Novembro, a polícia foi apedrejada durante hora e meia sem reagir. Toda a gente sabe que, depois disso, a carga policial cilindrou por igual manifestantes violentos e manifestantes pacíficos, passantes acidentais em S. Bento e alguns no Cais Sodré. Toda a gente sabe que as dezenas de pessoas detidas foram depois privadas de contacto com os seus advogados e submetidas a vexames em Monsanto. Toda a gente sabe que o ministro Miguel Macedo negou com solenidade a mesma existência de infiltrados que a PSP veio depois confirmar. A actividade dos infiltrados e a passividade da polícia, durante uma hora e meia, só podem ter servido para justificar aos olhos da opinião pública as violências e arbitrariedades policiais. Em última análise o plano só pode ter consistido em intimidar as centenas de milhares de pessoas que nos últimos meses têm participado em protestos contra o Governo e em dissuadi-las d...
a caminho de um estado policial
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Por Sérgio Lavos http://arrastao.org/ Depois da actuação criminosa da direcção da polícia na manifestação de 14 de Novembro, que pôs em causa a integridade física de agentes e de manifestantes pacíficos; depois dos procedimentos de cariz fascista após a carga, das detenções indiscriminadas de inocentes, da recusa de acesso a advogados, das agressões dentro de esquadras, do assédio de natureza sexual a mulheres detidas e da tortura psicológica; depois da mentira de Miguel Macedo, da negação de que existiam agentes inflitrados quando a própria polícia o admitiu e de que houve vontade deliberada de protelar a intervenção policial por razões dúbias. Depois deste acumular de indícios, mais um pisar da linha que separa os regimes democráticos dos totalitários: por ordem da tutela, a PSP entrou nas instalações de uma estação de televisão pedindo imagens não editadas dos cidadãos que exerciam o direito à manifestação . Uma sórdida história que, como não poderia deixar de ser, tamb...
dia 27 voltaremos à rua: as nossas pedras serão a nossa voz
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bordoada
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In http://jumento.blogspot.pt/ Não vi as imagens da carga policial nas escadarias de São Bento, mas quando ouvi as palavras de indignação de Cavaco Silva fiquei logo a matutar que “aqui há gato”, da última vez que lhe ouvi a voz trémula foi aquando do famoso caso das escutas e sabe-se como foi. Comecei a informar-me melhor e consegui construir uma imagem mental do que sucedeu. De um lado estavam 20 polícias mal equipados, vinham de t-shirt porque tinha estado a jogar uma futebolada quando ao passarem por São Bento repararam na manifestação e foram em socorro dos dois soldados da GNR que fazem de guarda de honra. De um lado vinte jovens polícias mal equipados, do outro centenas de energúmenos, bandidos cadastrados do pior que por aí há, marginais das claques, tudo gente que só de passar do outro lado do passeio se sente o mau cheiro. De um lado uns quantos polícias indefesos, do outro um batalhão de marginais armados até aos dentes, imagine-se que a polícia até conseguiu ...
violenta é a austeridade
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O dia 14 de Novembro foi um dia histórico. Por toda a união europeia e em vários países do mundo realizaram-se greves gerais e protestos nunca antes vistos. Em Portugal, milhares de trabalhadores e trabalhadoras fizeram uma greve geral contra as políticas deste governo e da troika, numa das maiores paralisações registadas. Nesse dia decorreram também várias manifestações com elevada participação. Repudiamos a carga policial injustificável e indiscriminada que ocorreu nesse dia, sob ordens do Governo. Soubemos de resto que comerciantes da zona tinham sido ainda antes da manifestação avisados pelas autoridades para fechar os seus estabelecimentos, o que nos leva a concluir que independentemente dos acontecimentos, estava prevista uma carga policial. As forças de segurança feriram mais de 100 pessoas, o pânico que se seguiu podia ter redundado numa tragédia. A própria Amnistia Internacional Portugal já condenou publicamente o uso excessivo de força policial. Na hora que se se...
portugal condenado a prisão perpétua
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Primeiro, prendem os "radicais". Depois, elegerão outros radicais. E mais outros. E outros ainda. Até que Peniche, Caxias e outros Aljubes voltem a ser ocupados. Fique por aí a ver. Um dia, será a sua vez. Mas, então, será tarde demais. Abril foi uma miragem. Eles voltaram. Estão mais sofisticados. São ainda mais perigosos.
o caminho das pedras
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Por Nuno Ramos de Almeida A maioria dos portugueses assistiu a um espectáculo insólito na televisão. Os principais canais transmitiram em directo um apedrejamento durante mais de uma hora do corpo de intervenção que impedia o acesso aos manifestantes à escada do parlamento. Os polícias resistiam estoicamente aos projécteis arremessados por dezenas de encapuzados. A certa altura apareceu um oficial de megafone a ordenar à multidão que dispersasse. Minutos depois a polícia varreu a praça à bastonada. Na rua ninguém conseguiu escutar o aviso feito para a televisão. Minutos antes da carga, várias dezenas de agentes policiais infiltrados, que tinham estado o tempo todo ao lado dos mascarados que atiravam pedras, retiraram-se. Deus escolhe os seus, a carga policial, essa, abateu-se sobre a parte pacífica da manifestação poupando a maioria daqueles que tinham estado nos confrontos. A polícia agrediu gente nas vizinhanças de São Bento: moradores, velhos, deficientes, crianças, n...