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merkel não pode ganhar o que hitler perdeu

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Após o encerramento da banca grega, consequência da chantagem da solidária Europa dos Coelhos e demais lacaios da frau, certas dependências bancárias abriram as portas para pagamento das pensões aos reformados, sob condicionalismos e em confusão a raiar o caos. O desespero destes homens e mulheres, que deveriam merecer todo o nosso respeito e generosidade, está patente nestas fotografias.  É preciso pôr cobro a estes cada vez mais evidentes sinais de ditadura generalizada. Merkel não pode ganhar o que Hitler perdeu. Cabe-lhe a si agir também. Enquanto é tempo. Assine esta petição. Por si, pelos seus, por todos nós. https://secure.avaaz.org/es/grexit_es_loc/?fYmKJbb&pv=65&fb_action_ids=882025628536496&fb_action_types=og.shares Yannis Behrakis/Reuters/Expresso Alkis Konstantidinis /Reuters/Expresso Simela Pantzartzi/EPA/Expresso Flotis Plegas G./EPA/Expresso   Simela Pantzartzi/EPA/Expresso Yannis Behrakis/Reuters/Expresso   ...

pensões só com baratas

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Ainda há dias, diziam os senhores da troika, aquela que finge estar morta mas que ainda anda por aí aos pinotes, que a Grécia tinha das pensões de reforma mais elevadas da Comunidade Europeia. Veja-se o mapa, da própria Eurostat, organismo de que os senhores da troika, aquela que ainda escoceia, pelos vistos desconhecem. Nem Grécia nem Portugal têm a honra de pagar pensões ao nível de Itália, Alemanha, Irlanda, Bélgica, Finlândia e outros membros desta Europa esfarrapada.

agora vejam lá, não o gastem todo na farmácia

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Ontem, 1º de Maio, Passos Coelho saiu-se com mais uma das suas pérolas: que, ao repor salários e pensões como o governo está a pensar fazer lá para 2015, ano de eleições, a economia irá melhorar já que essa generosa medida irá bafejar pessoas  "com elevada propensão para o consumo". Então os velhotes, esses, gastam-no todo em medicamentos e médicos, uns perdulários com propensão para gastos desnecessários é o que é, teimosos que são em continuar a viver. Coelho não tem vergonha. Eu tenho. Dele.

desastre total

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O FMI quer mais e o governo está com o FMI. É preciso tornar legais os despedimentos ilegais e, para isso, nada melhor do que começar por reduzir as indemnizações a pagar pelos infractores. Os salários, em Portugal, ainda estão altos, os de miséria, depreende-se, nunca os dos gestores da banca e das grandes empresas, e, neste "contexto", aventar a possibilidade de aumentar o salário mínimo é loucura e crime a merecer castigo. As reformas também estão altas, é preciso cortá-las mais. Ainda há muito por onde cortar, reduzir, esmifrar, chupar, extorquir, expropriar, espoliar, roubar. As notícias, sujeitas a confirmações e desmentidos, às mentiras e meias-verdades do costume, chegam-nos às pinguinhas antes das eleições. Depois delas, virá o mijarete completo. Quanto mais não seja, se perder as eleições, virá a vingança de Coelho, que já deu sobejas provas de ter os portugueses em pouca ou nenhuma conta. Nós cá estaremos para pagar a factura. Na esperança de que nos saia ...

portugal, paraíso de milionários

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Ontem, num forum da TSF, disse por lá um desgraçado que os reformados que se andam a queixar, e sem razão, são os que recebem mais de 1.000 euros por mês, uma minoria de privilegiados no entender da criatura. O homúnculo, para quem Relvas, Arnault, Mexia, Catroga, Duarte Lima e tantos outros magnates da política e dos negócios são seguramente pobrezinhos, é um fervoroso seguidor da linha ideológica do governo, para quem um salário de 600 euros é uma fortuna e, claro, qualquer um que aufira para cima de 1.000 euros é milionário, só não sabe é que o é, ainda não percebeu que pode viver numa mansão de luxo em vez de habitar num andar onde o espaço escasseia, a humidade abunda e o senhorio lhe leva uma boa parte da riquíssima tença que lhe é generosamente atribuída por uma vida de trabalho (mas, acrescentava ele, não mais do que gente preguiçosa e chula, funcionários do Estado que nunca fizeram népia, polícias e militares que se limitaram a ler jornais durante as horas de serviç...

não há pobres em portugal

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http://www.superstock.com Palavra de honra que não entendo o escarcéu à volta do aumento de impostos, porque de imposto se trata, dos reformados que recebem 1.000 euros ou mais de pensão para não fazerem a ponta de um corno. É que a palavra diz tudo: mil. Se recebem mil, está-se mesmo a ver, são milionários. Sempre ouvi os energúmenos de esquerda vociferar "os ricos que paguem a crise". Este governo, muito à frente, fez-lhes a vontade. Os ricos estão a pagar as dívidas dos bancos e o executivo, benemérito, generoso como só Pedrito Coelho e os seus amigos podem ser, poupa os remediados, todos os que ganham menos de 1.000 euros. Ora digam-me lá se isto não é justo?! Não há pobres em Portugal. Há ricos e remediados. Os desempregados, os velhos, os doentes e os milionários estão protegidos em Portugal. Sob o manto benfazejo de gente comisera, pia, de mãos largas e coração grande. Bem-hajam!

mãe velha

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Por Fernanda Mestrinho http://www.ionline.pt Despachou os jovens para a emigração, insultando-os, agora atira-se aos velhos como gato a bofe. No 1º de Dezembro, perante uma Orquestra Juvenil, disse-lhes que não iam ter uma vida tão boa como os pais ou os avós. Não leu o poema brasileiro «Mãe velha» nem dançou a morna cabo-verdiana com o mesmo nome. São palavras de amor e dedicação numa comunidade decente. Como eu lastimo não ter uma Mãe Velha... Esta não lhe perdoo. Até parti um prato que estava a lavar. É gente duma geração (anos 80 e 90) a quem não ensinaram os valores de uma sociedade, da família, o respeito pelos mais velhos. Não lhes deram umas palmadas no rabiosque e foram para as incubadoras partidárias. Sugiro uma redacção com a repetição 500 vezes da frase «respeito os velhos, respeito os velhos». Ora comecem lá... E, depois, está a falar de quem? Os avós viveram o fascismo e a guerra colonial, já levaram o FMI pela terceira vez, educaram os filhos e pro...

dos podres da nação e outras prosas bárbaras

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Imagens:  https://www.facebook.com/QuemNaoOffshoraNaoMama

venham de lá esses ossos!

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Tudo está bem quando acaba bem: o IRC desce, mas também descem os salários e as pensões. De que nos queixamos? Estamos a ficar piegas! Os catraios até que (se) governam bem. Bem entendido que se um diz mata o outro diz esfola, claro que emporcalham os bibes em bulhas de ganapos, está bom de ver que não se podem nem ver. Mas os putos fazem-se, sabem desancar-nos pela medida grande, ninguém lhes leva a palma nas artes do gamanço. São danados para a brincadeira. Solidariedade e Humanismo são frioleiras da canalha miúda de outros tempos. Amofinar vivos e defuntos, novos e velhos, empregados e desempregados, uns podres, outros podricalhos, todos bandalhos sem valia, é o que está a dar. Atirem-se-lhes bolos se não têm pão, atirem-se-lhes balas se não têm onde cair mortos. Com balas e bolos se exterminam os tolos. A chorar de tanto rir, babando-se, lambuzando-se, peidando-se com a volúpia dos bem-aventurados, soltam-nos o seu grito de guerra: - venham de lá esses ossos!  ...

há ladrões bons e ladrões maus?

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Por Fernando Santos http://www.jn.pt Um Estado de direito rege-se por princípios. Uma república das bananas sobrevive sem rei nem roque, apunhalando os seus cidadãos comuns sempre e quando for essa a conveniência dos interesses instalados. Custa admiti-lo, mas o Portugal de hoje descarta princípios basilares. O estatuto de país falido tende a ser justificação para falta de palavra e honradez, como se as decisões arbitrárias, sustentadas por um discurso demagógico e fomentador de lutas entre gerações ou classes socioeconómicas, fossem via para resolver os problemas. Consta de qualquer manual político: os impostos são a forma transversal e justa de proceder a equilíbrios na sociedade, transferindo valor económico e condições sociais dos mais para os menos abastados. Em Portugal, infelizmente, está a enveredar-se por surripiar aos mais fracos - até no poder reivindicativo. O que se está a passar no âmbito da Segurança Social é paradigmático de um país governado por ge...

um parecer

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Por Ricardo Araújo Pereira http://visao.sapo.pt/ Caro sr. primeiro-ministro, O conjunto de medidas que me enviou para apreciação parece-me extraordinário. Confiscar as pensões dos idosos é muito inteligente. Em 2015, ano das próximas eleições legislativas, muitos velhotes já não estarão cá para votar. Tem-se observado que uma coisa que os idosos fazem muito é falecer. É uma espécie de passatempo, competindo em popularidade com o dominó. E, se lhes cortarmos na pensão, essa tendência agrava-se bastante. Ora, gente defunta não penaliza o governo nas urnas. Essa tem sido uma vantagem da democracia bastante descurada por vários governos, mas não pelo seu. Por outro lado, mesmo que cheguem vivos às eleições, há uma probabilidade forte de os velhotes não se lembrarem de quem lhes cortou o dinheiro da reforma. O grande problema das sociedades modernas são os velhos. Trabalham pouco e gastam demais. Entregam-se a um consumo desenfreado, sobretudo no que toca a drogas. São comp...

e agora, a TSU das viúvas

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Por Daniel Oliveira http://arrastao.org Na quinta-feira Paulo Portas explicou que, tirando uns cortes aqui e ali, mais nada de fundamental vinha para massacrar os portugueses. E que a TSU dos reformados, a sua famosa linha vermelha, tinha ficado definitivamente de lado. Não vinha aí qualquer pacote de austeridade. Como escrevi na altura, era evidente que Portas não estava a contar tudo. 48 horas bastaram para que Portas fosse desmentido e para que as suas linhas vermelhas fossem rebentadas. O governo vai cortar nas pensões de sobrevivência. Em vez da TSU dos reformados temos a TSU das viúvas e dos viúvos. Grande parte delas com idades muitíssimo avançadas. Podia haver mais abjeto do que isto? Manda saber o ministro de Portas, Mota Soares, que este corte só acontecerá quando a pensão de sobrevivência, acumulada com a pensão da pessoa que está viva, seja superior a um determinado valor. Ou seja, em vez de se tratar de uma compensação pela perda de rendimento com a morte do c...

sórdidos são os passos e as portas

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Desde manhã que tenho evitado vir aqui. Desde que ouvi o anúncio dos cortes nas pensões de sobrevivência, achei melhor contar até mil antes de dizer fosse o que fosse. É que, se habitualmente não sou sóbrio nos adjectivos, e substantivos, dirigidos a esta gente que toma conta de nós, salvo seja, tenho a certeza de que, hoje, excederia todos os limites. Por isso me calei. Até agora. É demais. Tudo isto é demais. E nós deixamos, à espera de que eles se fiquem por aqui, que se dêem por satisfeitos. Tal como os judeus esperaram, antes de serem atirados para as câmaras de gás e os fornos crematórios, que os nazis não fossem longe demais, que lhes poupassem ao menos os filhos, as mulheres, os netos.  Exagero, eu? Não acho. Acho que estamos, alegremente, a deixar-nos arrastar para o mais infame dos campos de concentração, na nossa própria pátria. Sórdidos são os passos das botas cardadas. Sórdidas são as portas dos campos da morte. Sórdidos digo eu em dia de contenção. Con...

tiro de misericórdia

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Por Fernando Dacosta http://www.ionline.pt No último dia como ministro das Finanças, Vítor Gaspar assinou um decreto que pode liquidar a vida de, pelo menos, 3 milhões de portugueses. Esse decreto determina que o Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (que geria uma carteira de 10 mil milhões de euros) "terá de adquirir 4,5 mil milhões de euros de dívida soberana". Sabendo-se que o referido fundo foi criado como reserva para assegurar, em caso de colapso do Estado, os direitos dos reformados, pensionistas, desempregados e afins durante dois anos (segundo o articulado de lei de bases), o golpe em perspectiva representa o risco de uma descomunal tragédia entre nós. Lembremos que dos rendimentos dos seniores vivem hoje gerações de filhos e netos seus, sem emprego, sem recursos, sem amparo, sem futuro. Lembremos ainda que os últimos governos têm sido useiros no desvio de verbas da Segurança Social para pagamentos de despesas correntes - "o que...

as imagens da manif: APRe!

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