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jogo sujo

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Álvaro Santos Pereira, o outrora tão ridicularizado e agora tão elogiado ministro da Economia, abriu mais um pouco o seu jogo. Não que não tivéssemos percebido há muito as intenções deste governo: desvalorizar o trabalho, embaretecê-lo de tal maneira que possamos vir a ser a China da Europa, com um exército de escravos mal pagos e bem comportados. Hoje veio revelar que, em conluio com outros governos europeus, pretende mais: pretende aliviar as medidas de defesa do ambiente que vigoram na Europa, para tornar mais atraente o investimento em Portugal e facilitar a reindustrialização do País. "Não podemos ser mais papistas do que o Papa", disse. Este jogo é, já se viu, um  jogo sujo. Destinado à depauperação dos portugueses, isso já tínhamos percebido há muito. O que não suspeitávamos ainda, na nossa inocência e crença de que há limites de decência que nem estes governantes seriam capazes de ultrapassar, é que o nosso futuro, para este gente, não passará apenas pelo nos...

que se f*** a paciência

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Já não há paciência para ter paciência e esperar que as coisas melhorem por si ou por obra e graça de quem domina e destrói o mundo. Há que ir à luta, em todas as frentes. Na ecológica, na política, na social.

como a indústria destrói o nosso planeta

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Texto e fotos: http://www.sabado.pt Henry Fair conseguiu captar os efeitos da poluição provocada pela indústria, em fotos de rara beleza. Apesar do colorido das fotos, elas escondem uma destruição em larga escala do meio-ambiente. Poluição industrial, desflorestação, fuga de químicos e minas a céu aberto, são alguns dos cenários retratados. As fotos aéreas permitem observar as cicatrizes permanentes que infligimos no nosso planeta. Óleo derramado no mar por uma fábrica da BP Lago de tonalidade verde, causada por derramamento de herbicidas Planta geotérmica provoca danos no estado americano da Carolina do Norte Foco de poluição provocado por uma refinaria no Canadá

matai-vos uns aos outros

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Uma nuvem tóxica está a envenenar o ar de Camberra, na Austrália. Contudo, por ganância, continuamos a poluir, alegremente, até à solução final. Hitler não faria melhor.

o ouro negro da morte

2008, margens do Rio Bodo, Nigéria. Um oleoduto da Shell abriu fendas e o derramamento de petróleo prolongou-se por dois meses. A vida fluvial ficou quase extinta e, tendo perdido um dos seus principais meios de subsistência, a comunidade de 70.000 habitantes ficou reduzida à miséria. Até hoje, a Shell não limpou o rio nem compensou, fosse de que maneira fosse, as populações. Como não podia deixar de ser.

em média, agora sai mais barato viajar de carro em cerca de 20%

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Vejamos as coisas sob uma perspectiva risonha: se os aumentos dos transportes públicos chegaram aos 25%, isso quer dizer que, a partir de ontem, viajar de carro pode ser até 25% mais barato. E ecologicamente positivo, já se vê. Como o governo quer, pode e manda. Inspirado em:  http://aventar.eu/

poluição: cá se fazem, cá se pagam

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estamos a alimentar um monstro

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Não sou economista, já andam muitos por aí a arrotar postas de pescada, mas sempre me quis parecer que esta coisa de transferir a produção para fábricas chinesas só pode ser, quanto mais não seja a longo prazo, prejudicial para a economia ocidental. E há outro efeito não menos adverso, o do lixo que inunda a China e que vai, aos poucos e poucos, envenenando o mundo.

hotel forrado a lixo

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Em Madrid. Com lixo recolhido em praias de todo o mundo.

mais tarde ou mais cedo, uma questão de vida ou morte

Os apelos são cada vez mais insistentes. Todos sabemos o que fazer: reciclar o lixo, poupar água e energia, dar preferência a produtos locais, partilhar o automóvel, optar pelos transportes públicos. No entanto, a todos fazemos ouvidos de mercador ou cumprimos uma quota mínima do nosso dever enquanto cidadãos do mundo, acomodados aos confortos da vida moderna, anestesiados pelo nosso egoísmo. Um dia virá porém em que esta será uma questão de vida ou morte. Já faltou mais.