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excerto de um programa eleitoral, adivinhe qual

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"A persistência no erro, apesar dos múltiplos e permanentes avisos, torna ainda mais censurável a atitude daqueles que [querem] teimar, dia após dia, semana após semana, ano após ano, numa estratégia que [sabem] que não leva Portugal ao rumo certo. A fiscalidade portuguesa vem assumindo um papel negativo na economia. Ao invés de favorecer uma actividade económica forte e sustentável, o actual sistema fiscal virou-se predominantemente para maximização da arrecadação de receita, ignorando os efeitos sobre a economia. Acabando por não servir nem a economia, nem as finanças públicas. Por outro lado, existe, para além dos impostos, uma multiplicidade de "taxas" aos vários níveis da Administração Pública que configuram verdadeiros impostos, já que pouco se nota a contrapartida concreta do seu pagamento. A austeridade deverá ter presente os objectivos de minorar os impactos negativos, a curto prazo, sobre o crescimento, o emprego e sobre a coesão social. ...

a confissão de pedro passos coelho

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Por Santana Castilho* http://aventar.eu Passos Coelho perguntou, com legitimidade, referindo-se a José Sócrates: “Como é possível manter um Governo em que o primeiro-ministro mente?” Teimo na redundância de retomar factos sobejamente conhecidos, que justificam devolver a pergunta a quem a formulou e é, agora, primeiro-ministro. Porque a memória dos homens é curta e a síntese é necessária para compreender o que virá depois. Passos Coelho enganou os portugueses quando disse que não subiria os impostos, que não reduziria as deduções fiscais em sede de IRS, que achava criminosa a política de privatizações só para arranjar dinheiro, que não contariam com ele para atacar a classe média em nome de problemas externos, que era uma “grande lata”, por parte do PS, acusá-lo de querer liberalizar os despedimentos, que não reduziria a comparticipação do Estado nos medicamentos, que não subiria o IVA e que falar de cortar o subsídio de Natal era um disparate. Passos Coelho enganou os portugueses qu...

o vómito da semana

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Passos Coelho lamenta que muitos portugueses continuem a viver como se não fossem pobres: http://www.dn.pt/politica/interior.aspx?content_id=2281647 A este homem nem os fatos modernaços conseguem disfarçar a naftalina salazarenta. E ele não consegue disfarçar, tal como Salazar, o desprezo que nutre pelos portugueses, adultos-crianças que têm que ser tratados a sopas de cavalo-cansado e puxões de orelhas. Chiça penico!

os velhos dos tempos da união nacional ressuscitaram, andam por aí

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políticos da grande pátria lusitana

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notícias da casa real

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Apertam-nos, espoliam-nos, sufocam-nos com impostos, aumentos, emolumentos e outros encargos, todos os dias se inventa mais um para nos levar à falência. Mas há três ex-presidentes da república que, entrementes, nos custam, a nós, quase um milhão de euros por ano. Isto, somado aos gastos de Cavaco em Belém que, segundo se diz, são maiores do que os da casa real espanhola, fariam com que, num país normal, a revolta e a indignação andassem bem vivas pelas ruas e se exigisse a demissão imediata de toda esta camarilha que se apoderou do poder para melhor nos esmifrar. Mas em Portugal nada acontece. Apupa-se Cavaco. Mas nunca os restantes políticos, uma catrefa deles que, ao longo de décadas, fizeram leis em seu proveito e se aproveitaram da política para abocanharem carreiras privadas regiamente pagas. Até quando vamos pagar? Até quando vamos calar os insultos e abusos desta gente hedionda? Imagem:  http://wehavekaosinthegarden.blogspot.com

viver de joelhos

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Este povo não aprendeu as lições da história. Prefere viver de joelhos. Resigna-se. Cala-se. Demonstra rancor pelos que, com defeitos, é certo, ao menos defendem e sempre defenderam os seus direitos, os seus interesses. Eu sou do PCP, do BE, do MRPP, de qualquer partido, qualquer movimento, qualquer organização que se oponha - sem tibieza nem falsidades - a este governo de crime sem castigo. Não quero saber de capelinhas, nem de quintinhas, nem de sensibilidadezinhas. Dir-me-ão ignorante das coisas da política, acrítico, troca-tintas. Pois seja. Do que nunca me acusarão é de querer dividir quem está do meu lado. Dogmas, tendências, intolerâncias, facciosismos, desejo-os ao inimigo. A esse sim, quero vê-lo fraco, moribundo, morto. Enterrado, para sempre, no cemitério da ignomínia.

antes que a rosa murche

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Fica aqui, para a posteridade, o retrato fiel do palhaço triste do Rato. Sócrates foi o que foi. Seguro é o que é. Qualquer dia, o PS não se aguenta em pé. Mas como o povo sabe o que faz, vai correr todo para os braços do PSD. Tem que ter um pai. Mesmo que seja padrasto.  Fonte:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

forca-se!

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O Primeiríssimo manda emigrar quem não trabalha. O da Mota manda baixar as pensões dos reformados. O da Médis manda deteriorar os serviços de saúde, a pública. A Manelinha manda que tenha tratamento quem possa pagar. O Ralenti das Finanças manda aumentar impostos. O Pastel de Nata manda trabalhar mais com menos salário. A bem dizer, o que eles querem é uma legião de escravos a render dinheiro ao capital. Os outros, os desempregados, os reformados, os doentes sem dinheiro para os cuidados básicos de saúde, esses que se enforquem. Não fazem cá falta nenhuma. São uma fonte de despesas. Um estorvo. Parasitas que o que querem é viver à conta dos ricos, coitados, que já têm preocupações que bastem. Gerir milhões é uma dor de cabeça, fugir aos impostos dá trabalho, desviar fortunas para paraísos fiscais leva qualquer um à beira do desespero. Quanto mais não vale ser pobre! Fonte da imagem:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

jodidos pero contentos

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Nunca na minha vida pensei sair de Portugal. E olhem que já levo umas boas décadas em cima do lombo. Agora, a tentação é grande. Farto de Cavaco, Passos, Relvas, Gaspar, Pereira, Crato, Cruz, Macedos e demais maralha. Farto do euro e do seu colapso. Farto de assaltos, de abusos, de precariedade, de desemprego, de injustiças. Farto de bancos e de banqueiros. Farto da Merkel e do seu inseparável caniche francês. Farto de agências de rating e do dinheiro que mais ordena. Farto de salafrários, pulhas, bandalhos, canalhas, proxenetas, ditadorzecos de treta, governantes de merda, governados que tudo aceitam, que tudo acatam, que tudo calam, que tudo apoiam, qualquer poia, qualquer esterco. Mas, nesse caso, fujo para onde?

isto já não é uma democracia nem nós comemos todos

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Você vota à direita. Está no seu direito. Afinal, ou há democracia ou comem todos. Mas é precisamente aí que está o busílis: por sua causa, nem isto é já uma democracia nem nós comemos todos. Mas você acha bem. Afinal, votou PSD e não vai dar parte de fraco assim com duas cantigas. A culpa é do Sócrates, que deixou o país na bancarrota. Agora, há que fazer sacrifícios, temos que pagar a nossa dívida, a honra do País acima de tudo, e o Dr. Passos Coelho, esse novo Salvador da Pátria, está-nos a pedir um ou dois anos de sacrifícios, passa depressa. Pois bem, se pensa assim, pensa mal. Porque Passos, meliante e mesquinho, ao serviço dos grandes interesses (e olhe que esses interesses não coincidem com os seus!), está a fazer mais do que isso, está a destruir décadas de lutas por direitos sociais e laborais. E você, pactuante, apoiante, vai levar por tabela. A protecção do trabalhador foi mandada às urtigas: agora, pode-se despedir por tuta-e-meia. Os abusos de patrões, mais negreiros do...

já conhece o pior primeiro ministro do portugal democrático?

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Ainda a gente falava (e fala) do Cavaco, do Guterres, do Barroso, do Lopes, do Pinto de Sousa, vulgo Sócrates. A coisa vai de mal a pior, estamos entregues à bicharada e à lixarada de uma assentada. Este homem não tem conhecimentos nem personalidade nem uma visão humanista do Estado para poder estar à frente de um governo, seja do Gabão ou de Portugal. Mas parte do país ajoelha-se-lhe aos pés, presta-lhe vassalagem, rende-lhe homenagem. Ele destrói a economia? Grande homem! Ele mente? Grande homem! Ele rouba o presente e o futuro dos portugueses? Grande homem!

detesto sua excelência o senhor primeiro-ministro (digam-se as verdades mas com respeito, respeitinho)

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Sim, confesso. Tenho aversão a Passos Coelho e a tudo o que ele representa. Detesto a sua política, a sua insensibilidade, os seus objectivos aviltantes de empobrecimento do País em função de uns quantos, uns poucos. Detesto que vá à Merkel receber ordens, sem sentido de Estado, de Soberania, de Independência, de Orgulho Nacional. Detesto que esteja ao serviço de um plano global de envilecimento da democracia e da instauração de um neofascismo que já nem encapotado é. Detesto que nos fale com a sobranceria de quem sabe o que é melhor para o povoléu, e o que é melhor para o povoléu são mais sacrifícios, mais desemprego, mais carestia, menos saúde, menos direitos sociais, menos segurança na velhice, menos escola pública, o rol já é extenso, nunca ninguém tinha feito, em tão pouco tempo, tanto mal a Portugal e aos portugueses.

psst! sim, você, que está aí escarrapachado no sofá a ver a casa dos segredos!

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Sim, isto é consigo. Também é consigo. O governo vai-lhe ao bolso, a toda a hora e instante. Você paga mais impostos, recebe menos salário, trabalha mais horas. Paga mais no supermercado, na farmácia, no Centro de Saúde. E cala-se. Porque os gajos que estão no governo, e que você ajudou a pôr lá com o seu voto, passam a vida a dizer-lhe que a culpa é do Sócrates. E você acredita. Quer acreditar. Nem sequer lhe ocorre que o Sócrates não governou a Grécia, ou a Itália, ou a Irlanda, ou a Europa, que esta crise é generalizada e pré-fabricada por quem nos quer empobrecer. Sim, não foi Passos Coelho que inventou essa do empobrecimento, ele é apenas um peão de brega dos que realmente mandam. Ainda não reparou? Pois não. A vida vai de mal a pior, está cada vez mais cara, mas ainda tem trabalho, não se pode queixar. O melhor é não fazer ondas. O Passos Coelho, coitado, está a fazer os possíveis e impossíveis para salvar o País. Você agora nem sequer quer saber da política. No tempo do Sócrate...

o dia das mentiras é sempre que um político quiser

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a culpa é do gepetto!

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jobs for the boys, pois está claro!

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Durante a campanha eleitoral (está bem, está bem, já sabemos que ele mentiu), Passos Coelho prometeu moralizar o Estado, acabar com os cargos políticos, os chamados "jobs for the boys". Vê-se. E lê-se, no insuspeito Público de hoje. Na página 8: "Administradores hospitalares ligados ao PS substituídos por gestores do PSD e CDS". E duas páginas à frente: "Governo substitui direcção do IEFP e nomeia militante do PSD da distrital de Miguel Relvas". Por aqui se vê a honestidade e isenção de um governo que quer ir mais longe do que a troika no que toca aos sacrifícios exigidos à maioria dos portugueses, mas que rasga o acordo quando convém aos apoderados do partido, nomeadamente onde se escreveu que os presidentes e administradores hospitalares "deverão ser, por lei, pessoas de reconhecido mérito na saúde". Enquanto os portugueses calarem e consentirem, esta camarilha que se apoderou do poder, gente desqualificada quer técnica quer moralmente, não ...

os homens que nos desgraçam e de quem o povo tanto gosta

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ca'ganda novidade nos estás a dar!

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mas quando é que o nosso parlamento tem uma mulher destas como deputada?

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