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pés de porco, bocas de sendeiro

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Faça ou não o Coelho porcaria, nem que Portugal se transforme numa pocilga, nem que nos ponham uma gamela à frente e nos tratem como javardos, o ministro Poiares Maduro acha, como Cavaco também já tinha achado, que a oposição cria casos. que todo este ruído à volta das tropelias de Passos é prejudicial ao País e que, isto não disse mas pensa com certeza, devíamos estar quietos e calados, como cadáveres de suínos pendurados num talho. Esta fala de Maduro é uma mera suposição. O grunhir dos porcos ao fundo, e dos grunhos à sua volta, deve ter tornado a sua alocução imperceptível. Ele deve ser, tem currículo para isso, um homem inteligente. Rui Gaudêncio/http://www.publico.pt/

pois se ele há cada maduro

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Gonçalo Villaverde/Global Imagens/http://www.jn.pt/ "O governo tem sido irrepreensível com o TC", disse Poiares Maduro ao DN. Maduro, definitivamente, tem andado muito pela estranja, esqueceu o significado da palavra "irrepreensível".

na noite dos tempos

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O número de milionários não pára de aumentar em Portugal. E os que já existiam estão agora cada vez mais ricos. Poiares Maduro diz que os sacrifícios impostos aos portugueses "estão estruturados com a maior equidade possível”, e que “incidem com particular peso naqueles que mais têm, com várias medidas dirigidas a vários sectores económicos protegidos”. No entanto, acrescenta a seguir que "por mais que penalizássemos os que mais têm, isso nunca seria suficiente para obter a redução orçamental”. E “é isso que nos força a termos de exigir” mais sacrifícios aos funcionários públicos e pensionistas. António Costa aconselha mais diálogo entre o PS e o PSD. Um aviso para quem acha ainda que ele fará melhor do que Seguro. Numa exposição em Paris, Joana Vasconcelos, a coqueluche do regime, a artista do efémero e da espampanância acéfala, exibe um laço gigante, cor de rosa como a sua vida de estrela cadente, feito de frascos de perfume. Cheira-me mal. O BES foi alvo...

na cabeça de um tinhoso

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Era o que dizia a minha mãe quando lhe escasseava a cheta para alimentar a vasta prole, "tenho que arranjar dinheiro nem que seja na cabeça de um tinhoso". Os tinhosos, agora, somos todos nós, os empregados, os desempregados, os velhos, viúvos ou não, os estudantes, os doentes, tantas cabeças de gado, ainda por cima, ao que parece, tinhosas, só podem dar uma boa maquia para pagar aos mercados, para sustentar os desgovernados, para engordar a chulice pátria e apátrida de aquém e além-mar. Disse o engomadinho, Nuno Melo, que o governo de Sócrates foi pior do que os governos de Salazar. Tenho contas a ajustar com Sócrates, oh se tenho!, mas Nuno Melo, o engravatadinho, o aprumadinho, o lavadinho, ou estava com os uísques ou o haxixe deu-lhe forte e feio. Então e o Passos? Então e o apaniguado Portas? E então as falcatruas, as mentiras, o desplante, a prepotência, a pesporrência, a indecência reinante, os roubos constantes aos tinhosos da Nação?  Ah! Já sei! São a...

este país dava um filme

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Portas quer Woody Allen a filmar em Portugal. Até foi ter com ele não sei a que cidade, a nossas expensas, para convidar Allen a fazer um filme no nosso país. Como se vê, Portas leva a sério a sua nobilíssima missão de reerguer a economia portuguesa. O que é certo é que material para Woody se inspirar não falta. Desde o galã Coelho ao sinistro Gaspar, do bufarinheiro Relvas ao irrevogável Portas, da diáfana Albuquerque ao reverendo Machete, do seráfico Moedas ao Maduro tagarela, sem esquecer o esfíngico Silva, quanta matéria para risota, quantas sequelas, quanto pilim a entrar em caixa. Seria assim uma espécie de família Addams mas para adultos, com muito sangue e muitas lágrimas, muito roubo e muita chacina, numa comédia aparentemente romântica. Com jeitinho, Lisboa ainda é capaz de vir a destronar Hollywood como capital do cinema. Os camones que se cuidem. Imagem:  http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt

a baderna

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Por Baptista-Bastos http://www.dn.pt Irado, inesperadamente fora do sorriso habitual, o Marcelo exclamou: "Façam desaparecer Maduro e Rosalino, que não se perde nada!" Pelos vistos, o Marcelo quer mandar eliminar pessoas, cuja competência põe em causa, e não encontra punição mais exemplar que não seja o "desaparecimento." Entende-se o desespero cáustico do professor. Ele vê, nas proposições do primeiro e nas precipitações tagarelas do segundo o mesmo espinoteante tolejo. Adicionando a esta confusão de cabecinhas doidas, a disparidade dos discursos produzidos por Passos, que diz uma coisa; de Portas, que diz outra; e de Maria Luís, que balbucia uma terceira, nada mais resta ao Marcelo do que invectivar quem assim pensa, comunica e age. Mais ainda: acusa de soberba para com os portugueses, este Executivo fanado e estático, gastador e de comportamento caótico e casual. Só o primeiro-ministro (digo eu, agora) dispõe de um arsenal de gente, que surpreend...

ouve, maduro

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Por Artur Portela http://www.ionline.pt Ouço-te cometer o mesmo erro de sempre. Depreciar o riso. Sustentar a gravidade, o espírito de seriedade. Acácio. Abranhos. E Steinbroken. Os briefings. Os briefings são, para ti, em si mesmos, coisa pouca, coisa nenhuma. O fundamental, dizes, é a comunicação política útil. A comunicação governamental útil. É a promoção da transparência. O reforço da democracia. Pelo que, aproximadamente o dizes, aqueles que promovem os briefings a desencadeadores de crises, a casos, são talvez dignos dos programas humorísticos de televisão, e das páginas humorísticas dos jornais. Não são decerto dignos do respeito de um país em crise, numa Europa em crise, num mundo em crise. Se eu não fui por ali, deixa-me que te sugira que não vás, tu, Maduro, por aí. O riso são milénios de cultura. O riso são milénios de eficácia. O riso é, também, Portugal. O riso é a coisa mais séria e mais eficaz do mundo. Dramática, por vezes...