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A mostrar mensagens com a etiqueta paulo macedo

ai que rico cheirinho a fascismo!

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Leal da Costa, aquele senhor com ar de vendedor bem sucedido mas a quem eu não compraria nem um saco de alcagoitas ou um unguento para os calos, veio congratular-se com a reportagem da TVI sobre as urgências nos hospitais públicos, a qual, segundo ele, comprovou a excelência dos serviços sob a sua alçada e do ministro Macedo. A reportagem, essa, pelo contrário, exibiu dezenas de doentes em macas amontoadas no corredor. Para alguns o corredor da morte, para outros um calvário de horas entre dores, gemidos, gritos, jejum. Mas Leal foi mais longe, afirmando que os médicos que apareceram nessa mesma reportagem a denunciar falhas graves nos hospitais são "reputados comunistas ou da oposição". Um argumento muito utilizado, se bem se lembram, nos tempos de Salazar para catalogar o reviralho, tudo comunista, tudo gente vendida à União Soviética, tudo a pedir uns safanões ministrados a tempo e a preceito lá para as bandas da António Maria Cardoso. Só faltou dizer, mas se calh...

no corredor da morte

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Paulo Macedo é considerado por muitos, até por alguns de esquerda, como o melhor ministro do governo de Coelho. Um gestor que tanto tinha feito à frente do fisco e que, agora, estava a levar avante (t'arrenego, satanás!) uma verdadeira revolução na Saúde. Vê-se. Longas filas de espera, mortes desnecessárias nas Urgências, encerramento de Centros de Saúde, médicos e enfermeiros a reformarem-se ou a emigrar e, sempre foi esse o objectivo final, a passagem das responsabilidades do Estado para empresas privadas. As que derem lucro, bem entendido. E não se pode processá-los, a ele e aos outros? Pelo homicídio premeditado de cidadãos que tiveram o arrojo de adoecer durante a regência de Coelho e Macedo?

rapem os tachos enquanto há tempo!

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para pouca saúde mais vale nenhuma, não é doutor macedo?

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Não viva em Chaves. Nem em Bragança. Nem em Macedo de Cavaleiros ou Freixo-de-Espada-à-Cinta. Mas também não more no Porto, nem em Coimbra, ou Faro, ou Évora. Venha para Lisboa. Por enquanto, é cá que está mais seguro. Por enquanto. Se sofrer um traumatismo, se tiver uma síncope, se estiver quase, quase a bater a bota, o mais natural é batê-la de vez porque nem em Chaves, nem em Bragança, nem no Porto ou Coimbra e muito menos em Freixo-de-Espada-à-Cinta terá cabidela num hospital. Terá que vir para Lisboa, onde chegará se calhar já cadáver ou, pelo menos, a um passo do traque-mestre, de estirar o pernil. Oiço muitos comentadores gabar Macedo, o ministro dos cortes na Saúde, mas cuidadosos, dizem eles, cirúrgicos, como bisturi habilmente manejado pelas mãos do homem que já foi do fisco, que sabe de dinheiros como ninguém e o dinheiro, como toda a gente sabe, e se não sabe devia sabê-lo, dá saúde, dá vida a um morto, ele, não o morto mas Macedo, é o homem certo no lugar certo, pro...

e para quando a última ceia?

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quero ver passos careca

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Depois desta guerra acabar, quero ver Passos, e Portas, e Montenegro, e Amorim, e Albuquerque, e Mota, e Gaspar (não esqueçamos o Gaspar!), e os Macedos, e a Cruz e a Cristas, todos eles e muitos outros, em trajes menores e de calva à vela. Tal como, depois da II Guerra Mundial, se puniram os que colaboraram com os nazis alemães, as putas de serviço, os pulhas ao serviço dos sanguinários. Porque Passos, e Portas, e Montenegro, e todos os outros, mais não são do que colaboracionistas dos alemães nesta guerra intestina onde já há mortos e feridos e doentes recusados nos hospitais. Já aqui o tenho dito, e repito sabendo que não conto um conto nem acrescento um ponto: somos os judeus do século XXI, a raça menor culpada de todos os males. Estamos sob ocupação estrangeira. E temos mais do que um general Pétain, temos um Cavaco que escavaca o prestígio da presidência a cada dia que passa, temos um Mamede que infesta as nossas vidas de terror, de carências, de medo de viver, temos um Portas...

na cabeça de um tinhoso

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Era o que dizia a minha mãe quando lhe escasseava a cheta para alimentar a vasta prole, "tenho que arranjar dinheiro nem que seja na cabeça de um tinhoso". Os tinhosos, agora, somos todos nós, os empregados, os desempregados, os velhos, viúvos ou não, os estudantes, os doentes, tantas cabeças de gado, ainda por cima, ao que parece, tinhosas, só podem dar uma boa maquia para pagar aos mercados, para sustentar os desgovernados, para engordar a chulice pátria e apátrida de aquém e além-mar. Disse o engomadinho, Nuno Melo, que o governo de Sócrates foi pior do que os governos de Salazar. Tenho contas a ajustar com Sócrates, oh se tenho!, mas Nuno Melo, o engravatadinho, o aprumadinho, o lavadinho, ou estava com os uísques ou o haxixe deu-lhe forte e feio. Então e o Passos? Então e o apaniguado Portas? E então as falcatruas, as mentiras, o desplante, a prepotência, a pesporrência, a indecência reinante, os roubos constantes aos tinhosos da Nação?  Ah! Já sei! São a...

a grande intentona

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Haverá por aí alguém, historiador perspicaz, investigador talentoso, que queira escrever um calhamaço com o que sabemos e não sabemos sobre a ascensão de Pedro Passos Coelho, as mentiras da campanha eleitoral, o que prometeu fazer e nunca fez, o que jurou nunca fazer e fez, quantos jobs para os boys, as culpas que foram de Sócrates, os erros que são de Coelho, os números que nunca acertam, as cabalas, as inventonas, as intrigas palacianas, a corrupção, as secretas, os interesses escondidos, os interessados na desgraça lusa, os atropelos à democracia, a venda de Portugal ao desbarato, os esquemas, os estratagemas, as ciladas, a baixa política em todo o seu espampanante apogeu? Reservo já o meu exemplar. Imagem: http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt

venham por aqui, eu indico-lhes a saída

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vamos-lhes ensinar a grândola

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Grândola, vila morena Terra da fraternidade O povo é quem mais ordena Dentro de ti, ó cidade Dentro de ti, ó cidade O povo é quem mais ordena Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada esquina, um amigo Em cada rosto, igualdade Grândola, vila morena Terra da fraternidade Terra da fraternidade Grândola, vila morena Em cada rosto, igualdade O povo é quem mais ordena À sombra duma azinheira Que já não sabia a idade Jurei ter por companheira Grândola, a tua vontade` Imagem: http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/

está na hora, está na hora de grandolar macedos!

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agora a grândola foi para o macedo da saúde

tenham medo, tenham cada vez mais medo

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Tenham medo, muito medo. Eles podem negar, jurar a pés juntos que está ainda por nascer quem seja mais democrata do que eles, mas mesmo assim tenham medo, muito medo. São gente de extrema-direita levada a extremos com a desculpa da crise e dos desmandos de Sócrates. Tenham medo, tenham muito medo. Perseguem o trabalhador com impostos, descidas de salários, roubos vários e em várias frentes, do fisco ao confisco. Protegem o banqueiro, o senhor do dinheiro, o parceiro. Tenham medo, tenham muito medo. Até agora, só andaram a testar-nos, a ver quão longe podem ir. Se os deixarmos à rédea solta, o pior está para vir. O desempregado é um madraço que, noutros tempos, seria atirado para a mitra a pão e água. Os velhos são uns inúteis, um peso para a sociedade, a sociedade deles, as sociedades deles, a bolsa deles, as acções deles. Os estudantes, a não ser os filhos deles, são uma futilidade, um desvario de pobretanas armados ao pingarelho. Há que acabar com tudo isto. Devolver o país a que...

tome lá, porque é natal (10)

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Imagens de Silvestre Gago https://www.facebook.com/silvestre.gago

la famiglia di don coellone

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O gang está bem organizado, o assalto ao poder foi delineado durante longo tempo, o plano concebido até ao mais ínfimo pormenor. A venda de jóias da coroa está a prosseguir a bom ritmo, a TAP está quase, à ANA o destino está traçado. A seguir, porque não os Jerónimos, a Torre de Belém, a dos Clérigos, a Cabra de Coimbra, as ilhas dos Açores e da Madeira? E as praias do Algarve, vendidas aos alemães, interditadas a autóctones? Ou, citando o Ary de um tempo em que Portugal ainda era dos portugueses, porque não vender "vales, socalcos, searas, serras, atalhos, veredas, lezírias e praias claras"? Don Coellone não está sozinho. Conta com a ajuda dos membros da seita, Don Erba para controlar a informação, impor a lei da ormetà , controlar a espionagem, estabelecer relações privilegiadas com as máfias de Angola. Don Porte, de porte institucional, com a pose de Estado de um vaidoso profissional, é o agente secreto para os negócios estrangeiros. Don Cratto reduz os serviços d...

12 de novembro, a kristallnacht lusitana

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a maldição dos mortos-vivos

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Eles estão ali, para os lados de São Bento, entretidos a defender o orçamento que nos vai levar ao mausoléu dos miseráveis. São os vampiros. São os malditos. São os seres menores de uma nação exangue. Em sangue. Se o povo não continuar a perder a memória, uma fragilidade de que sofre há muito, estas criaturas, estes fantasmas, estas aberrantes criações da natureza humana nunca mais verão a luz do dia. Ficarão pela Buenos Aires, pelo Caldas, na escuridão da longa noite, a lamentar a incompreensão dos seus patrícios a quem nunca mais poderão chupar o sangue, roer os ossos. São mortos em vida. Que a terra lhes seja leve. Imagem:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

os salteadores do povo perdido

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autópsia de um crime

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Já aqui falei de uma das notícias principais do dia: que o buraco dos hospitais diminuiu 100 milhões de euros num mês. Começo a ler agora os rasgados elogios que os jornais "da situação" fazem a Paulo Macedo, realçando-lhe o feito. Por mim, agradeço aos portugueses - médicos, enfermeiros, outros profissionais de saúde e doentes -, que têm sofrido pior qualidade de serviços e afrontas por parte do ministro e do seu séquito. Tal como o acerto de contas nas empresas de transportes públicos, igualmente noticiado com pompa e circunstância, se deve a todos nós, passageiros, que pagamos mais por piores serviços. 

alegremente ao fundo

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