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defendamos a honra, porra!

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Passos está ofendidinho, coitadinho. Chamou-nos piegas, mandou-nos emigrar, tratou-nos com sobranceria do alto do seu cargo acobertado pela troika, roubou-nos, mas está magoado, o pobre coitado. A geringonça subsiste, persiste, insiste em fazer-nos a vida, ainda que ligeiramente, melhor. E, isso, Passos não perdoa nem que a consciência lhe doa (o que não é, manifestamente, o caso). Passos diz que Costa é torpe, ordinário, vil e o mais que o covil à Buenos Aires inventa com supremo deleite, num orgasmo de atoardas, essas sim, torpes e indignas. Mas as bostas só podem ir para lá. Nunca para cá. Ou Passos chora. E deplora a actuação de Costa, o degenerado que lhe roubou o pouso e a prepotência. Haja clemência para tanta demência. De um ser abaixo de qualquer classificação. Defenda a honra, pois. Será sempre um acto imaginário para quem tal coisa não tem.

que nomes daria a um primeiro-ministro assim?

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Que nome daria a um primeiro-ministro que fosse ao parlamento, para o debate do Estado da Nação, desmentir a mais óbvia realidade, negando todos os factos, um por um? SeguraMENTE enganoso, diria se for contido nas palavras, possivelMENTE aldrabão se a língua lhe for solta e livre. Que nome daria a um primeiro-ministro que afirmasse estar farto de greves? VisivelMENTE anti-democrata, se prima pelas boas maneiras, provavelMENTE fascista se gosta de chamar os bois pelos nomes. Que nome daria a um primeiro-ministro que insinuasse nunca ter aumentado impostos, nem reduzido salários e pensões? Sacana é a palavra que certaMENTE lhe ocorreria num acesso de cortesia, indubitavelMENTE bandalho é o termo que mais se ajusta aos seus maus fígados. Que nome daria a um primeiro-ministro que dissesse ter reduzido a dívida pública, o desemprego, as desigualdades entre portugueses muito ricos e uma multidão imensa de carenciados? ClaraMENTE, por mais polido que seja, chamar-lhe-ia estupor. ...

a imunidade não safa famas nem impede burburinhos

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A Comissão de Ética da Assembleia da República, representada por todos os partidos, recusou o pedido de Miguel Macedo para lhe ser retirada a imunidade parlamentar para poder prestar esclarecimentos à Justiça sobre o caso Vistos Gold. Não vou pensar, como os populistas e justiceiros que pululam e poluem a praça, que eles são todos iguais, que se protegem uns aos outros. Nem pensar!

expliquem-se, senhores deputados!

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O BE queria a libertação de Rafael Marques, preso em Angola e conhecido pela denúncia da corrupção e crueldade das elites angolanas. O CDS e o PSD votaram contra, que isto de encher a boca com democracia fica bem em qualquer discurso mas os negócios estão primeiro, seja com Angola, com a China, com a Guiné-Equatorial, com qualquer carniceiro desde que tenha dinheiro. Do PS, a maioria dos deputados votou também contra, nada de surpreendente, de Seguro a Costa mudaram as moscas mas não a bosta. O que me espanta, e me desgosta, é que o PCP e os Verdes também tenham votado contra.  Expliquem-se, senhores deputados. Uma razão, uma única, que seja plausível, lógica, congruente e justa. Só uma. É pedir muito?

o abespinhado e os esqueletos do seu armário

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Foi este mesmo Telmo que, ontem, entrou em desaguisado com um elemento do PCP por causa da exclusividade dos deputados discutida na Assembleia da República, proposta de lei reprovada pelo PSD e pelo CDS. Telmo Correia é advogado de profissão. 

o único deputado da maioria que diz a verdade aos portugueses

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Nunca, como hoje, fazem sentido estas singelas palavras de Nuno Magalhães. A ver, a rever.

fotografias que os jornais pouco ou nada mostram

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Passou-se no Parlamento Europeu. Não passou nem nas televisões nem nos jornais do luso burgo tanto quanto eu tenha visto e, juro, tenho andado atento, atento demais em acessos de masoquismo a que urge acudir a tratos de coelhotomia .

fantochadas

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Para um estrangeiro que assista a um debate da Assembleia da República, e só ouvir os deputados da maioria, há-de achar que acaba de aterrar no paraíso. Ele, o governo, eles, os governantes, trabalham em prol dos portugueses, conseguiram credibilizar o País, aumentar as exportações, melhorar a economia, garantir o futuro de todos nós, bla bla bla bla bla bla bla bla bla, junte muitos bla blas, os bla blas que quiser, a granel, em barda, por mais bla blas que acrescente eles nunca serão demais. Mas ... e depois? Que dirão os mesmíssimos figurões quando Passos cair e surgir outro que, mais por calculismo do que por convicção, venha diabolizar a austeridade e as tropelias de Coelho? Dirão o oposto do que dizem hoje? Que, tal como os generais nazis, apenas actuaram no cumprimento do dever? Por lealdade ao chefe? Por disciplina de voto? Por demência colectiva? Por alucinação passageira? Ou assumirão, com a sinceridade que lhes tem faltado, que não passam nem nunca passarão de meros...

a peixeirinha de são bento

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Pode pertencer à fina-flor lusitana, mas de fina nada tem a grossa criatura. Quer desancar nos juízes do TC, defende Passos com unhas e dentes, é mais uma estrela passageira na pulha política nacional. Mas, enquanto o pau não vem, folgam-lhe as costas. A ela, a Caeiro, à Francisquinha, a tantas damas e cavalheiros alapados nas poltronas de uma praça que já foi da liberdade, hoje é das peixeirinhas, dos apregoadores de banha-da-cobra, dos bufarinheiros, dos vendilhões da Pátria, dos vendedores de farturas em tempos de fome, de amargura. Há excepções? Há. Mas não chegam para acabar com a peixeirada. Lá, fede a fénico e a traição. Lá, com a Dona São a comandar as postas de pescada do alto, o inconseguimento é fatal. Dos tubarões à xaputa e ao rodovalho, a caldeirada é malfazeja, a pesca é da grossa, como grossa é a criatura leal a coelho, uma tainha, uma lampreia, uma raia, o raio que os parta a todos, cães de fila, testas de ferro, vozes do dono, bocas de xarroco, coelhinhos amest...

tragam-me um espanta-espíritos!

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Eu sabia! Eu sabia que muitos dos deputados que vagueiam pelo cemitério das palavras gastas são almas do outro mundo ou, com alguma indulgência a merecer canonização, alucinados mortos-vivos.  A prova chegou-me finalmente, por via divina: Alexandra Solnado, a profetisa que já escreveu vários livros ditados por Jesus Cristo, não faz a coisa por menos, está hoje na Assembleia da fanada República, e não serão perdidos os seus passos, para falar "de vidas passadas".  Não há dúvida, os fantasmas perseguem-nos, o terror cerca-nos, salvam-nos os espíritos santos, o milagre de Fátima e  o hossana do Futebol . É o nosso Fado . Com troca de vogais e tudo. ÚLTIMA HORA: a palestra acaba de ser cancelada. Pelos vistos, ainda há gente viva na Assembleia da República.

o macaco

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Por Mário Dias Ramos http://www.ionline.pt/ A maior parte da verborreia regurgitada pelos parlamentares na Assembleia da República cheira a lixo e é, de facto, lixo. O debate parlamentar das quintas-feiras é, a meu ver, a mais clara manifestação de que todo o ser humano devia estar no seu devido lugar e isso não acontece. Na sociedade, conforme está organizada no Portugal de hoje, um número enorme de homens e mulheres desempenham funções para as quais não estão preparados – os espectáculos lamentáveis que os debates parlamentares nos oferecem via televisão são, aqui e ali, bons exemplos do que afirmo. Que todo o ser humano esteja no seu lugar é o ideal do estado aristocrático em total oposição ao do estado democrático – aqui tudo está fora do seu sítio! Realmente na sociedade portuguesa dos últimos 40 anos um número enorme de homens e mulheres estão a desempenhar funções para as quais não foram naturalmente preparados. Tal circunstância reflecte-se no dia-a-dia d...

e os deputados, que nem ratos, calados!

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Paulo Morais arreia a giga em pleno parlamento, sem que os deputados atingidos tivessem aberto a boca em sua própria defesa. Quem cala consente e a podridão cresce e emporcalha o País.

portugal tem heróis

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José António Pinto, também conhecido por Chalana, é assistente social no Porto e foi distinguido, pela Assembleia da República, com uma medalha comemorativa da Declaração Universal dos Direitos do Homem. Foi receber o distintivozito mas em troca deixou lá, no Parlamento, um discurso demolidor contra os sequazes da troika. O relato que se segue é do JN: "Eu não quero receber medalhas, quero justiça na economia, justiça na repartição da riqueza criada, quero emprego com direitos para gerar essa riqueza, quero que a dignidade do homem seja mais valorizada que os mercados, quero que o interesse coletivo e o bem comum tenham mais força que os interesses de meia dúzia de privilegiados", disse, num discurso muito aplaudido, mas que incomodou visivelmente alguns deputados da maioria que assistiram à cerimónia no Salão Nobre. Num recado dirigido à presidente da Assembleia da República, José António Pinto disse ambicionar "que os cidadãos deste país protestem liv...

os duros trabalhos parlamentares de um deputado quando jovem

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http://salvoconduto.blogs.sapo.pt/ Miguel Relvas deseja-lhe um feliz Natal e um próspero ano novo.

crime, diz ela

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Lusa/ http://sicnoticias.sapo.pt/ Depois do que disse há dias, ver link abaixo, sobre as incongruências de Assunção Esteves, eis que Esteves veio contradizer o que ela própria tinha dito, voltando assim a sua opinião à forma original: comete "crime público" todo aquele que, no parlamento, interromper os trabalhos dos doutores aos gritos de revolta. É uma ofensa à democracia, acrescenta ela que, tal como a minha prima Georgina, também gosta de dizer coisas. Estranha noção de democracia tem esta gente. Sempre gostava de saber em que alfarrábios aprenderam política. Os discursos de Salazar devem ter tido muita procura. Suspenda-se a democracia enquanto estivermos sob o período de ajustamento que, por este caminhar, vai durar mais uns 46 anos, a somar aos dois já passados. O passado voltou. http://ouropel.blogspot.pt/2013/11/os-ditos-por-nao-ditos-da-familia.html

os ditos por não ditos da família esteves

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Assunção Esteves - e não José Esteves, a esse perdoam-se-lhe a pinga e as toleimas - declarou-se orgulhosa pelo parlamento ser o destino de todas as manifestações. Carago! Então não foi essa mesma senhora que, há uns tempos atrás, apelidou alguns manifestantes de carrascos? E não é ela que manda a polícia escorraçar quem quer que se manifeste nas galerias? Em que ficamos, oh Esteves? Ou tem a memória curta ou anda a beber da mesma fonte do outro Esteves. Das duas, só pode ser uma.

alto lá com o charuto!

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O parlamento da Madeira recusa-se a comemorar o 25 de Abril. Trocou Abril por Novembro, a Primavera pelo Outono. Hoje, houve sessão solene lá no Funchal para comemorar este segundo 25. Os pupilos, as flores do Jardim são o que são. E Jardim é o que é. Apesar das suas fúrias contra o capitalismo selvagem, a troika, o governo central, a sua ideologia é a dos ditadorzecos da treta, uma pequena espécie de Fulgencio Batista, de Rafael Trujillo, ou, se virmos bem as coisas como elas são, apenas amante de charutos e de despesas por conta. Do Continente, claro.

escadas com e sem serventia

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aonde é que pára a polícia?

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Por Luís Menezes Leitão http://syntagma.blogs.sapo.pt/ Nenhum regime consegue subsistir se não assegurar que tem o monopólio da violência. Precisamente por isso é que é suicida provocar sentimentos de revolta em forças armadas ou policiais, mesmo que se trate de questões mais prosaicas como o seu estatuto e remuneração. A revolta militar que conduziu ao 25 de Abril foi desencadeada precisamente em virtude da insatisfação causada pelo Decreto-Lei 353/73, de 13 de Julho, que colocou militares do quadro permanente em risco de ser ultrapassados por oficiais mais novos. Quando o governo de Marcello Caetano recuou já era tarde, pois a revolução estava em marcha. O ataque ao estatuto profissional dos militares foi assim o rastilho que desencadeou a revolução. Em 1989 tivemos uma contestação policial, com a célebre história dos secos e molhados. Nessa altura o Governo de Cavaco Silva, pela mão de um Ministro da Administração Interna até então completamente desconhecido do púb...

expressamente lixo

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Catarina Cruz/ http://www.jn.pt Sem comentários, não são precisos, vejamos o tratamento jornalístico dado pelo Expresso à manifestação das polícias: Os manifestantes preferiram gritar "já cheira a merda". O Parlamento estava a apenas 200 metros. Desde a concentração no Largo Camões, em Lisboa, às 17h30, que se viam manifestantes a beber cerveja. E alguns dos elementos mais exaltados nas escadarias de São Bento exalavam bafo a álcool. Um dos slogans gritados no protesto: "Passos, escuta, és um filho da puta". Quanto às razões do protesto, nem uma palavra.