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pelas ruas de outra lisboa

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Convento das Francesinhas, à Calçada da Estrela/ http://aps-ruasdelisboacomhistria.blogspot.pt/ Arco e Palácio do Marquês do Alegrete (destruídos para dar lugar ao Martim Moniz), http://aps-ruasdelisboacomhistria.blogspot.pt/ Av. Ressano Garcia (actual Avenida da República/ http://lisboadesaparecida.blogspot.pt Av. Almirante Reis/ http://lisboadesaparecida.blogspot.pt Rua D. João V/ http://restosdecoleccao.blogspot.pt/ Rua Braancamp/ http://restosdecoleccao.blogspot.pt/ Rua dos Jerónimos/ http://restosdecoleccao.blogspot.pt/ Praça Duque da Terceira/ http://restosdecoleccao.blogspot.pt/ Av. Duque d'Ávila/ http://restosdecoleccao.blogspot.pt/ Alguns edifícios ainda resistem ao tempo e aos homens. Outros, foram vítimas da cobiça dos patos-bravos e da incúria de quem deveria ter zelado pelo nosso património mas que, por corrupção ou incultura, nunca o fez. É uma Lisboa de outras eras, provinciana, melancólica, mas sempre belíssima. A Avenida d...

como diria o dâmaso, chique a valer!

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Fotografias do Velódromo de Palhavã, do qual não consegui apurar a exacta localização (na segunda fotografia, avista-se um edifício que poderá ser o da Penitenciária, mas não vou jurar). Foi inaugurado em 1905 no lugar onde tinha estado o Jardim Zoológico que, entretanto, se tinha mudado para o Parque das Laranjeiras, a Sete Rios, onde ainda hoje se encontra. Ponto de encontro das gentes chiques (na primeira fotografia, pode-se ver D. Carlos na tribuna real), realizava provas de hipismo, ciclismo, corridas de motos e, já mais tarde, corridas de automóveis. Um camarote podia custar 2.500 réis, de certeza uma pequena fortuna para a época. Fotografias recolhidas em: http://restosdecoleccao.blogspot.pt/

portugal pitoresco

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no tempo dele é que era bom

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Aquilo é que foi uma coisa em cheio, assim a armar ao pingarelho. Carros alegóricos, muitas cavalos, muitos cavaleiros, muitos trajes de guerreiros, damas antigas, povos selvagens das Colónias, heróis do mar, nobre povo, e muito finório e tratante com o meliante reinante, o Dr. Salazar, sentado na tribuna de honra, de perninha cruzada para mostrar as botas engraxadas com desvelo pela Dona Maria logo a seguir às matinas. Sentado a seu lado, comovido até às lágrimas, um Cerejeira em flor. Foi o "Cortejo Histórico da Cidade de Lisboa", a 6 de Julho de 1947, e encheu Lisboa, da Avenida ao Rossio, de milhares de basbaques impantes ante as glórias da gesta lusa e ignorantes das desfeitas, tantas as que nos têm sido feitas pelos senhores da Nação.  Vista que está a magnificência do acto, admirado que foi o espavento, ostentação ao estilo de Portugal dos Pequeninos, inspirado que fiquei por tanta beleza e demonstrações do mais elevado sentido patriótico, lembrei-me de sugerir ao...

lisboa antes dos patos-bravos

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Av. 5 de Outubro Av. 24 de Julho Av. Conde Valbom Imagens:  http://restosdecoleccao.blogspot.pt

do pirolito às pipocas

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Ainda sou do tempo em que, nas salas de cinema, não entravam pipocas e muito menos Coca-Cola (que Salazar proibia). Nas fotografias, o saudoso Monumental onde o cinema e o teatro coabitavam alegremente. Em vez de salões, camarotes, lustres, poltronas no foyer , um nadinha de luxo para encher o olho e acalentar a alma, nos dias de hoje ir ao cinema significa encafuar-mo-nos num cubículo bafiento de um qualquer centro comercial. Em vez do cinema francês ou italiano, o que nos dão agora é cinema americano. Em vez de arte, comércio. Em vez do ritual, a rotina. Em vez de luxo, lixo.  Fotografias recolhidas em:  http://restosdecoleccao.blogspot.pt/

antigamente, em lisboa

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Chiado, 1901 Av. da Liberdade, 1909 Calçada do Combro, 1913 Lisboa, 1931 Restauradores, 1931 Restauradores, anos 40 Imagens recolhidas em: http://lisboaantiga.blogs.sapo.pt/

enquanto salazar vivia

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chiado dantes

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a cidade encantada

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Rua de S. Pedro ao Largo do Chafariz de Dentro A Baixa vista do Jardim de S. Pedro de Alcântara

a liberdade vai passar por aqui

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A 2 de Março, a Avenida da Liberdade volta a encher-se. E enquanto o dia não chega, olhemos a Liberdade, desde o Passeio Público do século XIX até 1960 ...