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lisboa, a grandessíssima brejeirona

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É um pequeno recanto, nem sequer largo se pode chamar, muito menos jardim. Fica à Rua de São Tomé e é ponto de encontro dos velhotes para a sueca, a jogatina, que para as de carne e osso já lhes falta vigor e vontade. Daí o nome do local, baptizado por alguns galfarros da zona e que, agora, já faz parte da toponímia oficial. Diz-se que os estrangeiros deliram com a designação. Quanto aos portugueses, alfacinhas ou não, haverá quem se choque. Não se pode agradar a todos, é o que é.

carrossel de lisboa

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Fotografias de http://lisboadiarios.blogspot.pt/

aquele inverno em lisboa

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cartier(istas)

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Sabe para que servem aquelas lojas de luxo da avenida da Liberdade, esta cada vez mais atrofiada e a via cada vez mais próspera? Claro que sabe a resposta: para si não são, mas para os angolanos e chineses andarem por cá às compras, coisas simples, jóias singelas, sapatos de 1000 euros para cima. Aposto é que não sabe para que servem os bancos de jardim instalados na avenida. Para os transeuntes abonados descansarem? Errado. Servem para os carteiristas se sentarem e esperarem que a rica-clientela-rica saia das lojas, cheia de sacos, atrapalhada, afobada de tanto provar, tanto cheirar, tanto experimentar. E, esmoleres criaturas que são, os carteiristas e não os chineses ou angolanos, aliviam-nos logo ali das carteiras e malas, pesadas de tantos euros, tantos cartões de crédito e, quiçá?, de tantas jóias que, por precaução, lá se esconderam. Somos ou não somos empreendedores? Com 100 anos de perdão, ainda por cima.

mostra-lhes a minoria!

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Mostra-lhes quem é a minoria. Sábado, vamos encher de liberdade a avenida, vamos ser restauradores da democracia, da igualdade, da solidariedade.  Eu vou. Organizada pelo PCP, esta marcha não se deve limitar às suas hostes, devem lá estar todos os que não gostam do mau estado em que o Estado está.  Eu vou.  Chamem-me comunista, revisionista, social-fascista, esquerdista, esquerdalho, comuna do c.........., mas cidadão castrado, não! Há muito que ando na rua, não era agora que ia ficar em casa. Marchemos contra coelhos e cartolas, farsolas e mariolas, contra a austeridade, a indignidade, a maldade, contra tanta sacanice e malandrice, tanta pulhice e filha-da-putice . Isto já foi longe demais e a culpa também é nossa. Divisionismos, facciosismos, quintas e quintarolas não ajudam a deter passos, a fechar portas. Sou comunista, sou bloquista, sou trotkista, maoista, anarco-sindicalista. Sou livre. E vou. 

no tempo dos jacarandás

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Ernst Schade Joaquim Moedas Duarte Tober/http://www.trekearth.com/ Tober/http://www.trekearth.com/ David Clifford David Clifford David Clifford David Clifford Américo Meira

diário de bordo

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O blogue Diário de Lisboa faz 6 anos e merece os parabéns. Se quer ver boas fotografias de Lisboa, das lojas de Lisboa, das gentes de Lisboa, vá ao blogue que é coisa boa, são das mais perfeitas imagens de uma cidade que, maltratada pelo desleixo e pelo camartelo, resiste e não perde a beleza que lhe vem do rio, que lhe vem do casario, que lhe vem da luz, das cores. Embarque nesta viagem. O Diário merece e Lisboa também. Todos a bordo! http://lisboadiarios.blogspot.pt/

lisboa em flor

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Todas as fotografias daqui: http://lisboadiarios.blogspot.pt/

pesadelos de um país de sonho

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Pois é. Durante anos, para alimentar o pato-bravismo pátrio e fazendo da construção o sustentáculo único da economia depois da indústria, das pescas e da agricultura terem ido à vida, erigiram-se aventesmas por todo o baldio que nos aparecesse à frente, num autêntico horror a árvores e à Natureza. Fizeram-se centros comerciais, inauguraram-se lojas, abriram-se restaurantes enquanto outros, em lugares bem mais privilegiados, ficaram ao abandono. Este é o restaurante panorâmico de Monsanto. As vistas continuam de boa saúde, valha-nos ao menos isso. O espaço, esse, morre lentamente, entre escombros, grafitti, lixo, desleixo camarário. É o progresso, dizem-nos os papalvos, os empreendedores da treta, os vendilhões de Portugal a pataco.

subir à estrela

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Era tão larga a calçada e o futuro não tinha fim. Bruno Chicarelli

filigranas de lisboa

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ruas da rosa

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São fotografias da minha amiga (e comadre!) Ana Rosa Amorim que, além de Rosa, é talentosa. Com ela, graças a ela, digam lá se Lisboa não fica mais bonita?