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a carreira de um génio

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Em boa companhia, com Santana Lopes, Mota Amaral, Dias Loureiro  e Miguel Relvas. Fotografia de Daniel Rocha. Para além do seu novel cargo na Goldman Sachs, o banco do bando que abandalha o mundo e onde serviu de "mediador" em negócios com o Estado português sob a alçada de Pedro Passos Coelho, José Luís Arnault continuará a exercer advocacia no seu escritório ligado à grande finança e manterá todos os seus cargos actuais, entre eles os de membro do Conselho de Administração da REN e do Conselho Consultivo da seguradora norte-americana AON, de presidente da Assembleia Geral da Ana, da Federação Portuguesa de Futebol e da Comissão Nacional da Auditoria Financeira do PSD. É ainda Mandatário Europeu de Marcas junto do Instituto de Harmonização do Mercado Interno da União Europeia, Agente Oficial da Propriedade Industrial junto do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, membro da AIPLA - American Intellectual Property Law Association, da ASIPI – Asociación Interameric...

é preciso expulsar os vendilhões do templo

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Já era de esperar: Álvaro Santos Pereira, o ex-ministro da Economia, ou a sombra de um ministro, ou o fantasma de um ministro, arranjou emprego como nº 2 da OCDE. José Luís Arnaut foi nomeado para um alto cargo no cói de bandidagem a que alguns ainda ousam chamar banco, a Goldman Sachs. Vítor Gaspar, coitado, não teve a mesma sorte e arrasta o corpo e a voz pelos corredores de um (pouco digno dele) Banco de Portugal, mas o futuro pertence-lhe, tão novo ainda e já com tão boas provas dadas. A Pedro Coelho estará destinada a mais gorda fatia do bolo porque quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, já se sabe, ou é tolo ou não tem arte, e a gente já conhece, de ginjeira, os dons e artimanhas do artista. Cá se fazem, cá se pagam. Os ricos, os muito ricos, não os simples bem abonados, compensam regiamente os seus serviçais. Todos terão um poiso dourado, um ordenado chorudo, e rir-se-ão de nós, os otários que lhes aturámos os roubos e abusos. Esta economia mata, não so...

gente fina

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Por Fernanda Mestrinho http://www.ionline.pt José Luís Arnault passou o ano em Copacabana com Dias Loureiro e Miguel Relvas. Regressado a terras lusas, senta-se numa televisão, com sobranceria e enfado, para dizer que “os portugueses viveram acima das suas possibilidades”. Ainda não recomposta, eis que Arnault acha que a conferência de Carlos Moedas devia ser à porta fechada para evitar a “chicana” e elevar o “nível intelectual” do debate. Arnault deve achar, pois, que o povo merece castigo e é ignorante… uma “choldra”. Tudo se deve resolver “en petit comité” e nos corredores do poder, entre eles. Imagino o seu sofrimento quando foi secretário-geral do PSD e teve de aturar as distritais e as concelhias. Dias Loureiro e Relvas também foram. Os ministros são criticados, às vezes maltratados. Pior é a “corte” à volta da manjedoura do poder. Almoços, pareceres, férias, privatizações, casamentos, nomeações. Vivem do Estado e dos grandes grupos económicos, em viagens de ...

a festa da repartição dos sacrifícios

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O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, foi passar os últimos dias do ano ao Rio de Janeiro, Brasil, e esteve num dos mais luxuosos hotéis da “Cidade Maravilhosa”, o emblemático Copacabana Palace. Mas não foi o único. O ex-administrador do BPN – Banco Português de Negócios, Dias Loureiro, e o ex-ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional, José Luís Arnaut, também lá estiveram. [ in jornal "i" ] É a chamada repartição dos sacrifícios de que o Passos Coelho gosta tanto de falar. Uns fazem o sacrifício de passar por dificuldades e até miséria e fome, outros o de ir para hotéis de luxo em Copacabana festejar o Ano Novo. Claro que há os que têm pouco para festejar em relação ao ano que finda e menos a esperar do que aí vem, enquanto outros só se podem congratular pela forma como lhes correu a vida em 2012 e pelas perspectivas que 2013 lhes oferece. Festejam o aumento das suas riquezas pessoais, das negociatas, ...

eu, pecador, me confesso

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Tão católicos que eles são, santinhos de pau carunchoso. Nas suas fatiotas de ir à missa, persignam-se, imploram o perdão dos seus pecados. Mas deles não será o reino dos céus. Ámen.

mer(d)a coincidência

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Passos Coelho disse hoje no parlamento que, antes das eleições, prometeu mais transparência e honestidade na vida pública e que estava a cumprir. Miguel Moreira da Silva do CDS, e irmão de Jorge Moreira da Silva do PSD, deixa o ministério de Assunção Cristas, no governo que está a preparar a privatização da REN, e vai desempenhar funções  nesta empresa que terá José Luís Arnault, igualmente do PSD, na administração. Terão urdido tudo isto nas costas de Passos Coelho que, coitadinho, não sabe de nada? Portanto, Catroga, Paulo Teixeira Pinto e Celeste Cardona são uma coincidência, Moreira da Silva e Arnault são uma coincidência, António Nogueira Leite é uma coincidência. E tantos, tantos outros agora alcandorados a altos cargos são mera coincidência. Há coincidências de merda. Há merdas coincidentes.

à conta

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Miguel Relvas, Luís Montenegro, José Luís Arnaut e mulher, Marques Mendes, Rui Oliveira e Costa e outros figurões menos conhecidos no mercado da política, quase todos do PSD e um ou outro do PS, foram à Polónia a convite da FPF. Percebe-se. Estamos em tempos de vender o país a retalho e a patacos. No intervalo do jogo, há sempre um polaco ou outro a quem se pode vender o estádio do Jamor ou até a ponte 25 de Abril, um excelente local para a prática de parapente e suicídios. Foram à Polónia em missão patriótica. Pelo menos, terão cantado e hino.