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tentáculos de polvo por entre relvas

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Já ultrapassa as raias de todos os escândalos, esta coisa chamada privatizações. A isto chamo eu a verdadeira globalização, das negociatas internacionais pouco ou nada claras, dos tentáculos globais de um polvo cada vez mais difícil de aniquilar. Soube-se hoje que José Dirceu, condenado no Brasil a 10 anos de prisão - e aliado de Relvas - também esteve envolvido na venda da TAP ao homem das quatro nacionalidades. Ninguém pára esta vergonha? O que é que os deputados da oposição estão a fazer no parlamento? E os juízes nos tribunais? E o presidente em Belém? E o parlamento europeu? E o tribunal internacional? O povo espera. Não manda nada. Não pode nada. Porque o polvo, unido, jamais será vencido. O polvo é quem mais ordena. Eis a notícia. Como está em voga dizer-se, para memória futura: http://www.publico.pt/economia/noticia/gabinetes-de-jose-dirceu-promoveram-a-entrada-de-efromovich-na-tap-1577654   Fotografia: António Cotrim/Lusa (http://www.tvi24.iol.pt)

benza-me deus, que o homem é omnipotente, omnipresente e todas essas coisas geralmente atribuídas só a Ele

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José Dirceu, político brasileiro, vai ser condenado pelo caso de corrupção conhecido por "mensalão". Entretanto, veio a lume que Dirceu é amigo de Miguel Relvas e manteria relações de negócios com, entre outros, Miguel Horta e Costa e António Mexia. Por outras palavras, são tantas as trapalhadas em que aparece associado o nome de Miguel Relvas que, numa democracia a sério, há muito teria sido demitido, ainda para mais por um primeiro-ministro que se assume como um lídimo defensor da verdade, transparência e todas essas higiénicas intenções. Eu não quero levantar falsos testemunhos, e muito menos arriscar um processo judicial, mas macacos me mordam se este homem não está cada vez mais parecido com um outro seu colega de partido, com quem partilha orações e rumores pouco lisonjeiros.