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des connardes et connasses

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Já por aqui o tenho dito e não é agora que vou dar o dito por não dito: não gosto das modas e bordados da Joaninha, nem das piscinas cheias de portugalidade, nem dos candeeiros prenhes de sensualidade, nem dos sapatos entachados, que se lixe o kitsch, a fama da Joaninha que já vai longe, o génio e o engenho da Joaninha pois em terra de cegos, já se sabe, quem tem olho é rainha. Desta feita, em conluio com a polícia, salvo seja, aparece-nos com o boné de um deles revestido, travestido por um primoroso naperon em croché. A Joana, a cocq luxe do regime que acaba de recriar o galo de Barcelos e até já tem Fundação e tudo, daquelas que contam com benefícios do Estado, daquelas que iam acabar, as supérfluas, as inúteis, a Joana, dizia eu mas perdi-me diante de tão ofuscante beleza, devia agora desenhar as novas fardas da polícia. Com rendas antigas, preservativos usados, jornais velhos, laçarotes, papelotes, garrafas de plástico, sacos de plástico, cascas de fruta, cascos de vasilhame,...

as coqueluches da moda

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Chamem-me estúpido, se quiserem, ou inculto, se assim o entenderem, mas continuo a não gostar da coqueluche do regime. E o Costa, a coqueluche política do momento,  vai-me pelo mesmo descaminho. Namora o Rio, namora a Vasconcelos, namora o Tavares, o pobre e não o rico, qualquer dia namora o Pedro e o Paulo, o homem é um volúvel que, mesmo quando pisca para virar à esquerda, o volante, como quem não quer a coisa, guina-se-lhe para a direita. Por cá ninguém quis um Syriza, um Podemos, a maioria quer Costa, aplaude Costa, diz que vai votar em Costa e, por arrasto, numa Edite Estrela, num Brilhante Dias, num José Lello, num Zorrinho, num João Soares, nas eminências pardacentas que a liberdade de Abril, generosa mas tola, ajudou a parir. Já por aqui o disse e venho repeti-lo: em caso extremo, se tal for necessário para salvar o que resta desta democracia, já definhada aos 40 anos, também votarei PS. Porei a cruzinha à frente do punho pantomineiro, com dor e com dolo. Costa pode...

momento fútil

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Não gosto da obra de Joana. E, fiquei a saber assim que deparei com esta fotografia, não gosto, definitivamente, das más companhias de Joana. E não gosto do gosto de Joana para se vestir. Estará mascarada de quê? Madeirense, em homenagem a Alberto João? De Rainha da Chita? De mulher de soba? Que sobra mulher, disso não há dúvida. Joana, qualquer dia, não cabe nas portas. Joana cresce à medida do seu ego. Nisso, no ego e não nos chumaços carnais, é igual ao acompanhante que, de artes e manhas, sabe da poda como poucos e poda é dizer pouco. O sapatinho à mete-nojo, a farfalheira a brotar-lhe da camisa, o casaco a marcar-lhe a anquinha estreita, a cuidadosa conjugação de cores, tudo, tudo denota classe, bom gosto, bon genre, um chiquê que nem eu, nem quando me quero armo ao pingarelho, consigo imitar. 

isto é o da joana

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Cada governo tem tido o seu peluche, a sua coqueluche, a sua mascote artística. A de Pedro é a Joana. Orgulho pátrio a levar longe o nome de Portugal. Com tachos, garrafas, tampões, rendas e bordados, tudo em grande, à grande, grande obra, grande artista. Sempre a obrar, a obrar, a obrar.