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a tença do proença e a alegria de carlos silva

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Carlos Silva veio manifestar o seu agrado pelo facto do Tribunal Constitucional ter chumbado algumas normas do Código do Trabalho. Carlos não é João. João não é Carlos. Nem Silva é Proença nem Proença é Silva. Se um se confundisse com o outro, se um fosse João Silva e o outro Carlos Proença, vinha aqui, sem mais detença, chamar ao Silva o que chamei ao Proença. Mas porque Carlos não é João, pelo menos assim o espero, será menos amarelo e mais rosado, mesmo que rosa desmaiado, até consigo perceber a satisfação. De outro modo, não faria sentido que, tendo a UGT votado o famoso acordo tripartido destinado a facilitar os despedimentos, perdão, destinado a criar mais emprego, viesse agora Carlos Silva alegrar-se com o chumbo, pelo Tribunal Constitucional, de algumas normas que a UGT, pela mão e pelos neurónios encardidos de João Proença, diligentemente aprovou. Proença já teve a sua tença. Esperemos que Silva não goste de luvas, mesmo que pagas post-mortem .

o amarelo nos carris

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Parabéns, senhor João Proença! Acabo de ouvir o deputado Nuno Magalhães, do CDS, a tecer-lhe rasgados elogios por causa das posições que tem assumido em relação à greve dos estivadores. Fico contente por si. Um elogio destes, vindo de quem vem, deve enchê-lo de orgulho. Fico no entanto um tanto chateado, devo confessá-lo. E então para mim, não há nada, não há loas, uma palavra de apreço? É que mais não tenho feito, por aqui, do que condenar o aumento de impostos, tal como o CDS fez, com toda a veemência, no passado. Tenho vociferado contra o roubo desenfreado aos pensionistas e reformados, tal como o CDS fez, com toda a veemência, no passado. Por tudo isto, e só por isto, fico à espera das felicitações de Nuno Magalhães. Ou de qualquer outro do CDS. Não me fechem as Portas.

acabem-se com as greves, porra, nem que seja à porrada!

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Ferraz da Costa vem mais uma vez apelar a que, no parlamento, se reveja a lei da greve, tornando-a mais limitativa. E, porque é um bom coração e um patriota, até dá uma ajudinha aos deputados adiantando os pontos que devem ser corrigidos na lei. A CGTP está contra. A UGT, por enquanto, também. Embora João Proença tenha hoje ameaçado que a greve dos estivadores está a pôr em causa os seus postos de trabalho. Depois, venham-me acusar de demagogo, populista, radical e outros epítetos sortidos quando digo, e repito, que os salazaristas adormecidos em Abril estão, agora, a arrebitar. Chegou a sua hora.

alto lá com o charuto!

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João Proença diz que o corte nas pensões merece uma "reflexão nacional". Qual reflexão, qual carapuça! O que merece é uma acção nacional que escorrace esta gente do poleiro onde se alijaram para melhor roubar os portugueses (não todos, não todos). Proença tenta, tal como o PS, fazer oposição responsável. Tratando o governo com paninhos quentes e falas mansas. Já o seu chefe, o Seguro, na sua ridícula pose de grande estadista e de putativo próximo primeiro-ministro, faz o mesmo, avisando, avisado, que já tinha avisado, há dois meses, há seis, há doze. O PS, e a UGT,  têm responsabilidades na situação a que o país chegou, deixaram esta gente à rédea solta por meio de abstenções violentas e do ámen ao acordo do desconcerto social. Mas os cavalos, já lá dizia o outro, também se abatem. Por mais que escoucinhem e relinchem, o estábulo não é em São Bento. Fica para os lados da Lapa. E do Caldas, não esqueçamos o Caldas.

extremos desabafos

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Acendo o televisor. Que vejo? Vejo o João Proença, coitadinho, a dizer porque não adere à greve geral convocada pela "extrema" esquerda (agora, tudo o que não é PS é extrema-esquerda ou esquerda radical). Vejo o Seguro e os seus fiéis acólitos a explicar porque não vão votar a favor das moções de censura propostas pela "extrema" esquerda. Vejo um acólito do PSD a debitar, na Assembleia da República, as conclusões mais partidárias, mais patifórias que imaginar se possa sobre o caso BPN. Mas o pior está para vir. Já tomei um ansiolítico. Vem aí o Gaspar. Falta meia-hora. Meia-hora para respirar, arfar, suar, desejar que a "extrema" esquerda tome conta disto, tome conta de nós. Quanto mais estes gajos falam, mais extremo eu me torno. Ouviram, senhores do SIS e acólitos do Relvas doutor? Tomem nota. Não me percam de vista.

da cartilha maternal de joão proença

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"segurem-me, se não ..."

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Por Manuel António Pina http://www.jn.pt Três meses depois de ter assinado o chamado Acordo de Concertação Social (o tal que o presidente da República diz que "alguns podem invejar"), e quase um ano depois de o Governo PSD/CDS estar em funções, o secretário-geral da UGT descobriu que o Governo não cumpre. O secretário-geral não terá sabido das promessas com que PSD e CDS alcançaram o Governo nem terá dado conta do modo como tais promessas - do não aumento do IVA nem dos impostos "sobre o rendimento das pessoas" à garantia de que "ninguém nos verá impor sacrifícios aos que mais precisam" - têm sido cumpridas; e muito menos se terá apercebido dos "lapsos" sobre a duração do confisco (que nunca aconteceria) dos subsídios de férias e Natal. Como S. Tomé, quis ver para crer. E como viu que o Governo, afinal, se "esqueceu" de cumprir tudo o que, no Acordo, poderia eventualmente resultar em benefício dos trabalhadores, seja em matéria de c...

o concerto

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Por João Paulo Guerra http://economico.sapo.pt Grande fartura para os trabalhadores, a que foi cozinhada ao lume brando da concertação social, mexida pelo Governo, temperada pelo patronato e empratada pela UGT: o Governo abdicou de uma medida que não existia, e que desagrada a gregos e troianos, introduzindo na legislação laboral um pacote de preceitos altamente gravosos para os que vivem da remuneração do trabalho. Negócios destes só na compra e venda de burros da feira da Malveira. Em troca de nada, que ninguém queria, tomem lá menos proteção no emprego e no desemprego, menos salário, menos descanso. Chama-se a isto, em Portugal, concertação: combinação, ajuste, harmonização, consenso. Um diz mata, outro diz esfola e ambos, concertados, matam e esfolam. O Governo, que supostamente representa os dois lados do confronto entre capital e trabalho, é descaradamente parcial, quando não é mais papista que o Papa, isto é, quando vai mesmo mais alto, mais longe e mais além do que o patr...

enlevados, enlevados sim!

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salazar e caetano sorriem nas tumbas

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Por Mário Tomé (Facebook) João Proença e Passos Coelho deram as mãos nesta prova de coragem que foi tirarem os trabalhadores da "zona de conforto", nas palavras do primeiro ministro, onde retouçavam alegremente nas tintas para o dever patriótico de trabalharem sem direitos e com salários que já fizeram os empresários chineses explorarem a hipótese de deslocalizarem para cá empresas suas. Esta nova "coligação social" entre patrões e seus lacaios sindicalizados, tem como efeito imediato que Salazar e Caetano sorriam com ternura nas suas tumbas (a alma permanece incorruptível) e confidenciarem: afinal tanto barulho para quê? estão a fazer o que planeámos e, diga-se em abono da verdade, com bastante mais habilidade. Trabalhadores e patrões de mãos dadas "A Bem Da Nação"!  O sucesso é tanto que consta que já está formalizada a proposta de cooptação "honoris causa" dos mais bem sucedidos empresários portugueses, com António Mexia à cabeça por razõ...

hoje não me calo com o proença, que vai ficar para a história como o palhaço-traidor, uma honra afinal

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Fonte:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

500 paus em como a nova temporada do cardinali vai contar com o contorcionista proença

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Título e imagem de Pedro Vieira http://arrastao.org/

vergonha

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