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a uma boa capa nem o trump escapa

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atenção cidadões, cuidado cidadonas!

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Há dias, por sinal um pouco antes das comemorações do Dia da Liberdade, andou no ar um projéctil de lei destinado a instalar uma espécie de censura prévia nos órgãos de comunicação social. Quem foram os autores da brilhante ideia? Os partidos do arco e do balão, do arco da governação, do balão da corrupção, e lá vai marcha Liberdade fora, só lhes faltam as botas cardadas, as camisas castanhas, os bigodinhos à palhaço gorado. Todos acham, os do arco e do balão mais os órgãos de comunicação, que a lei eleitoral tem que ser mudada, que não se pode dar a mesma atenção aos grandes e pequenos partidos. Ou seja, um pequeno partido será sempre pequeno porque não tem possibilidade de expor os seus pontos de vista e planos para o País. Os grandes, esses, têm toda a atenção mediática. Aos partidos no poder tudo é mais fácil, basta um ministro inaugurar aqui, o primeiro-ministro conferenciar acolá, e os jornalistas lá estarão a rodeá-los, a questioná-los, a propagandeá-los. O "maior pa...

nunca a imprensa desceu tão baixo

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Sintonize qualquer canal dos nossos, a qualquer hora, em qualquer telejornal. Ou abra qualquer jornal ao acaso. Seja qual for o dado económico, a estatisticazinha enviesada, o dito por não dito de um desditoso filho da Pátria, e aí estão eles, os jornalistas engajados, os escrevinhadores domados, a dar-nos conta de que tudo está bem, que o governo vai no bom caminho e nós no descaminho com eles. Que o desemprego em Portugal continue a ser o mais alto de sempre, isso agora não interessa nada. Que a maior parte dos desempregados assim vá ficar até ao fim dos seus dias, é coisa de somenos. Que os idosos estejam entre a vida roubada e a morte lenta, pouco importa. Que os portugueses tenham sido, metódica e cruelmente, espoliados ao longo dos últimos anos, é matéria que não é para aqui chamada. Até Sócrates volta a ser o bombo do Mamede em festa. Assim como quem não quer a coisa, pela calada que é como esta gente morde melhor, Olli Rehn veio dar uma mãozinha aos senhores do burgo por...

a comunicação social está a morrer

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Por Mário Soares http://www.dn.pt A comunicação social, tal como a entendíamos no passado, praticamente deixou de interessar. Os jornais vendem cada vez menos. As televisões também sofrem a concorrência da internet, onde, através das redes sociais, as notícias vão chegando, com custos mais acessíveis aos que têm pouco - ou mesmo nada - para gastar. A crise financeira e a globalização, tão elogiada há algum tempo, praticamente deixaram de interessar. Os jornais são cada vez menos lidos porque não falam do que a maioria das pessoas quer saber. E as televisões menos vistas e ouvidas pela mesma razão. Os jornalistas, cada vez mais dependentes dos patrões, deixaram de dizer o que pensam - como antes faziam - para agradar ao que julgo pensam os patrões. E o público, cada vez mais empobrecido com a crise, não tem interesse em comprar os jornais que mal escrevem aquilo que querem saber... É um círculo vicioso que não interessa a ninguém. Nos últimos anos, os jornais e as r...

o dia depois do terramoto

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é do porto que vêm as verdades

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morreram de morte matada

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se o primeiro deu em nada, que venha outro

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manchas e manchetes de um dia não, e vamos ter mais de 360 deles

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FMI lucra 1140 milhões com planos de resgate da Grécia e Irlanda. Governo aconselha alimentação simples e económica. Banif vai usar capital do Estado para comprar dívida pública. Moviflor ameaça trabalhadores, não cumpre “promessas” e tem salários em atraso. Tribunal de Contas questiona contenção da despesa nos gabinetes do Governo. Combustíveis vão voltar a subir na próxima semana. Maioria rejeita proposta para aumento do salário mínimo. Justiça brasileira vai penhorar avião da TAP. Vítor Gaspar defende "redução das taxas efetivas" de IRC. Relvas desautoriza presidente da RTP sobre data da decisão da privatização. Quer mais ou isto chega-lhe? Fotografia: http://www.dreamstime.com

veneno e dor de corno

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Muitos comentadores, "fazedores" de opinião, politólogos, se têm encarniçado contra as inverdades, os rumores, a linguagem desbragada utilizada nas redes sociais e blogues, metendo tudo no mesmo saco e tratando-nos a todos por igual: gente que, valendo-se do anonimato, espalha insultos e mentiras, só isso e nada mais. Até hoje, que eu tenha lido, houve um único articulista que elogiou os escrevinhadores de blogues: Baptista-Bastos. Que, pelo que se vê, não teme a "concorrência desleal" de quem se atreve, à borla, por amor a causas, por paixão à escrita, a opinar na internet. Sei que muita gente utiliza as redes sociais e os blogues para insultar ou divulgar boatos. Sei que muita gente, como eu, não é licenciada em ciências políticas, mas tem olhos para ver, cabeça para pensar e coração para sentir. Isso basta para que possamos comentar, condenar, elogiar, divulgar informação tantas vezes ignorada ou deturpada pelos media . E muitos outros há, também, que es...

cada jornalista despedido é mais um prego no caixão da democracia

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Por Daniel Oliveira http://arrastao.org Ontem a Lusa esteve em greve. Os despedimentos põem em causa um serviço público que apenas esta agência noticiosa pode garantir. O País sabe qualquer coisa sobre regiões onde, para além da imprensa local, ninguém tem correspondentes. Depois desta razia a ideia de que "Portugal é Lisboa e o resto é paisagem" estará mais próxima da verdade. Uma parte de Portugal será invisível. Mais: a Lusa é responsável por cerca de 70% das notícias que se publicam em Portugal. O corte em 31% do seu orçamento é uma machadada do Estado na já tão frágil comunicação social portuguesa. E as primeiras vítimas do silenciamento serão seguramente as já isoladas populações do interior. Na sexta-feira, o "Público" esteve em greve. Em causa está um despedimento colectivo de 43 pessoas e 36 jornalistas que torna virtualmente impossível que ali se continue a fazer um jornal de referência, com uma edição em papel e online. Anteriores despediment...

manifesto "pelo jornalismo, pela democracia"

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A crise que abala a maioria dos órgãos de informação em Portugal pode parecer aos mais desprevenidos uma mera questão laboral ou mesmo empresarial. Trata-se, contudo, de um problema mais largo e mais profundo, e que, ao afectar um sector estratégico, se reflecte de forma negativa e preocupante na organização da sociedade democrática. O jornalismo não se resume à produção de notícias e muito menos à reprodução de informações que chegam à redacção. Assenta na verificação e na validação da informação, na atribuição de relevância às fontes e acontecimentos, na fiscalização dos diferentes poderes e na oferta de uma pluralidade de olhares e de pontos de vista que dêem aos cidadãos um conhecimento informado do que é do interesse público, estimulem o debate e o confronto de ideias e permitam a multiplicidade de escolhas que caracteriza as democracias. O exercício destas funções centrais exige competências, recursos, tempo e condições de independência e de autonomia dos jornalistas. ...

quando roubar é legal e o gatuno se chama governo

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faz cá falta um jornal assim

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Há uns tempos atrás, não tinha grande apreço por este jornal. Mas, agora, começo a olhar para ele com mais atenção: ao contrário de outros, os chamados órgãos de referência e coisa e tal, denúncia os podres da nação sem medo de represálias. Deve ser um jornal pouco católico, não anda metido nas capelinhas do poder.

eu seja ceguinho!

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Imagem:  http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

oh relvas, oh relvas, demissão à vista

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Relvas pede desculpa por uma coisa que diz não ter feito. Devo ser eu que sou atoleimado, mas só costumo pedir desculpa pelo que fiz, nunca pelo que não fiz. O homem diz e desdiz. Mente e desmente. Nenhum governo, nem mesmo o pior deles de 1974 para cá, pode subsistir com um ministro assim. Seria mau demais para Coelho que, não sendo exactamente um menino de coro quer fazer passar a imagem, até nisso tem parecenças com o Oliveira de Comba Dão, de pessoa impoluta. No entanto, e volto à carga com um rifão que de quando em quando me salta à moleirinha, "tão ladrão é o que vai à horta como aquele que fica à porta". Ou, como diria a minha avó Quitéria, "diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és". E, como se isto não fosse bastante, há leis a respeitar, ainda não chegámos à Madeira nem somos, até ver, uma república das bananas, embora pareça. A não ser que Paula Teixeira da Cruz, no seu afã de tudo mexer para que tudo fique na mesma, já a tenha revisto e actualizado, a li...

papel pouco higiénico, está-me cá a cheirar

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Um aviso, o milésimo que faço: não gostei da governação de Sócrates, quase tanto como não gosto da de Coelho. Nem um nem outro são flor que se cheire, muito menos que se traga à lapela qual cravo d'Abril. Mas, caramba, começo a desconfiar de tanta insistência, quase diária, do Correio da Manhã em trazer notícias alusivas a Sócrates e à família, nunca abonatórias. Se o que dizem é verdade, porque é que a polícia não está a investigar? Se o que dizem é mentira, porque é que as autoridades não actuam? E, se for este o caso, quem inspirará a publicação dessas notícias? Com que objectivos? 

orwell às voltas na campa

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liberdade de expressão

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Por cá temos o Expresso, o DN, o Público, o Correio da Manhã. Informação condicionada, manipulada, censurada. Em Espanha, esta é uma das vozes livres. Y viva España!