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mais um reajustamento bem sucedido

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Ontem, na Irlanda, contra os cortes na Saúde.

atear o fogo mundo fora

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O mundo está a pegar fogo. O neoliberalismo espalha-se e faz vítimas. O horror não é um filme de ficção, é realidade já dentro de portas. 7/11/2012. Chile Confrontos entre estudantes e a polícia. 8/11/2012. Costa Rica Contra os cortes na saúde. Imagens:  https://www.facebook.com/internationalriot

injecções aos doentes? não! antes injecções de capital aos bancos

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Obama deverá finalmente poder avançar com a reforma da saúde, deixando mesmo assim sem qualquer tipo de cobertura 26 milhões de americanos. Porque na América, esse modelo perfeito para tantos neoliberais da treta, é neste, e em muitos outros casos, um exemplo de terceiro mundismo, de falta de solidariedade social e de humanismo. Por cá, entretanto, temos um SNS de que os portugueses se orgulham. Mas que, para as almas penadas que nos governam, é um alvo a abater. É caro. O dinheiro não chega para todos e os bancos estão primeiro. Mais os seus amos, está claro, os que lhes pagarão os chorudos ordenados assim que forem destituídos das funções que lhes foram confiadas, para mal dos nossos pecados. O Estado Social foi implementado na Europa a seguir à II Guerra. Grande parte dos países estava em reconstrução, muitos à beira da falência. Mas conseguiram-no. Quase 60 anos depois, enquanto os Estados Unidos estão lentamente a aproximar-se do nosso modelo social, estamos nós a inverter ...

esta tragédia grega

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Entre os chutos do Ronaldo, do Nani, do Pepe, e os crimes de faca e alguidar, de vez em quando os telejornais atrevem-se a informar. Esta noite, na RTP, passou uma peça sobre a situação grega na área da saúde. O Estado deixou de comparticipar no custo dos medicamentos, o que levanta sérios problemas a idosos com pensões pequenas. Mais grave ainda, há medicamentos que faltam nas farmácias porque não há dinheiro para os importar. Os idosos vão para as portas das farmácias, de madrugada, na esperança de conseguirem ser dos primeiros a entrar e conseguir os remédios que lhes são essenciais à sobrevivência. E a Grécia está aqui perto, ronda-nos, lembra-nos que estamos na calha, somos como eles o elo mais fraco e, como eles, madraços e perdulários na opinião de Merkel, Lagarde e outros seres tão menores quanto elas. As quadrilhas do poder político e do poder económico tudo farão para que, em Portugal, esta tragédia seja também uma realidade. São criminosos. Haverá, um dia, um lugar...

com a saúde também se brinca

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a medicina para o bolso

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Por Nuno Ramos de Almeida Um conhecido físico produziu a seguinte frase sobre o seu domínio de estudo: “Quem disse que compreendeu a física quântica é porque nunca a viu.” O mesmo problema deve acontecer com os eminentes economistas que dirigiram este país, o afundaram com as receitas do costume e agora o pretendem salvar com os remédios habituais.

se não dão lucro aos privados, encerrem-se!

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O que ela gostava, mas gostava mesmo, era de um sistema de saúde como o americano, em que os pobres morrem por falta de tratamento e os ricos se pavoneiam por clínicas que mais parecem hotéis de luxo, a bem dos lucros de grupos Espírito Santo e outras sociedades de crime organizado, quanto mais não seja crime contra a saúde pública, crime contra os direitos humanos, crime contra os mais elementares princípios de justiça social. A minha vontade era enchê-la de nomes feios mas porque ainda há justiça (há?), e porque sou pessoa bem educada (serei?), limito-me a deixar-vos com a notícia: "Tem de haver encerramentos de hospitais" A presidente da empresa de saúde do Grupo Espírito Santo defende o encerramento e a fusão de vários hospitais do país.

que vírus virá agora aí e que magnates irão lucrar com ele?

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a criminosa destruição do serviço nacional de saúde

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Por Daniel Oliveira Qualquer português razoavelmente informado saberá que, apesar das suas debilidades, das listas de espera em algumas especialidades e de uma política do medicamento que promove o desperdício, Portugal tem um bom Serviço Nacional de Saúde. Pode mesmo dizer-se que foi, no que toca aos serviços públicos, o mais bem sucedido empreendimento da nossa democracia. E para esse resultado terá contribuindo a universiladade da prestação de serviços de saúde públicos. Temos, no entanto, assistido à sua destruição nos últimos anos com o objetivo de canalizar parte da população para a medicina privada. Quando o Estado faz, para os seus funcionários, acordos com hospitais privados, quando é o próprio banco público a deter um hospital privado, quando se aceita que estas unidades hospitalares usem os hospitais públicos como recurso para tudo o que lhes possa dar prejuízo, está, indiretamente, a promover-se a medicina privada. É interessante, aliás, que os que têm a irracionalidade ...

com a saúde não se brinca!

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Os espanhóis da Catalunha vieram para a rua protestar contra os cortes na saúde. Porque, dizem eles e dizem bem, com a vida não se brinca. Por cá, também o ministro do fisco nos quer confiscar a saúde. Com o aparente beneplácito das suas vítimas.

documentário choque: abusos psiquiátricos

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a vigarice do século, e o século mal começou

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Outra manchete do DN de hoje: Estado gastou 9,7 milhões em vacinas que vão para o lixo. As vacinas são as da gripe A. Rumsfeld e os seus bilionários capangas agradecem ao Estado português e a todos os outros que caíram na esparrela, de propósito ou em santa ignorância.

é isto que quer para portugal?

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Não sou grande fã dos alguns frutos de Abril, não que Abril tenha culpa mas sim os homens que se apoderaram do poder que Abril lhes deu. Veja-se o chamado poder local, a corrupção que grassa pela maior parte das autarquias, a política do betão que desfeou Portugal. Contudo, o Serviço Nacional de Saúde é uma excepção à regra. Os dados (e não os dados estatísticos manipulados com que Sócrates tanto gostava de nos enfiar o barrete) são indesmentíveis. E é nesse SNS que o novel primeiro quer mexer, passando parte desses serviços para o sector privado (não mais do que aprofundando, aliás, a política do nefando Sócrates), tornando a saúde mais cara, desmantelando uma das poucas "conquistas de Abril" de que nos podemos orgulhar.  Barack Obama, quando foi eleito, quis exactamente proceder ao contrário do que agora quer Passos Coelho e a sua trupe, tendo promovido a muito custo um serviço de saúde que abrangesse todos os americanos e não apenas os que podem pagar. Se ainda não viu...

quando o governo acabar com o serviço nacional de saúde, se ficar doente e não tiver dinheiro para se tratar tem aqui a solução

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Ainda dizem que os portugueses são uns desenrascados. Este desempregado norte-americano, que até nem tem ar de má pessoa, não possui nem dinheiro nem seguro de saúde (aquilo que os neoliberais do nosso governo querem que compremos em alternativa ao SNS, como se sabe os neoliberais raramente se enganam, nunca têm dúvidas e os erros colossais desta política malfazeja em todo o mundo não os aquece nem arrefece). Pois o nosso herói precisava de tratamento médico urgente e não foi de modas: roubou um dólar num banco, foi preso e, assim, teve direito a assistência gratuita. Tiro-lhe o chapéu! Mas James Varone, o nome do meu ídolo a partir de agora, quer mais. Quer ficar na prisão até atingir a idade da reforma, receber a pensão a que tem direito e poder ter uma casa dele. Assim vai a América, o paraíso capitalista, e assim iremos nós se não travarmos a destruição do Estado Social. Erigir mais hospitais? Não precisamos! Construam-se prisões e mude-se o pessoal médico para lá com a traqu...

é só saúde!

cuidado: há quem queira dar cabo dele!

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