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coitus interruptus

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Nem nos meus tempos de ganapo, em que "ía ao peixe" com a minha mãe ao Poço dos Negros, assisti a tanta peixeirada junta. A direita, esta direita porque há outra que anda queda e muda, perdeu a cabeça e as estribeiras com a possibilidade das forças "estalinistas" tomarem o poder através de um PS que terá, nas exaltadas palavras das regateiras de serviço, abdicado da sua identidade e jorrado para o monturo 40 anos de cedências e compromissos tantas vezes molestos para Portugal e para o seu encornado povo. Agora, graças a António Costa, que quer "agarrar o poder a todo o custo", os comunistas voltaram a ter alguma, o mais certo muito pouca, influência nos destinos do País. E a direita, esta direita à direita da direita, não perdoa. Planeou, nos seus quartéis-generais, em gabinetes de guerra, a melhor forma de defrontar Costa e a besta comunista. E mais não conseguiu do que arregimentar uma dúzia de peixeirinhas de luxo que saltam de canal para canal, em ...

vamo-nos a eles!

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Hoje, em simultâneo em todos os canais à hora dos telejornais, passa o filme "Vêm aí os Russos". Não perca. Momentos de grande dramatismo sobre a terrível ameaça que paira sobre toda a civilização cristã. E grave que o momento é grave e merece revisão. Da Constituição, das regras democráticas, da contabilidade dos votos porque há votos que valem por dois ou três e outros que nem deviam ser contados ou acatados, Deus nos livre e guarde de russos, bolcheviques, vermelhos, comunistas, comunas, sociais-fascistas, cubanos encapotados, norte-coreanos mascarados, comedores de crianças, matadores de velhos e de esperanças, ladrões de courelas e ai, ai, ai, mil vezes ai que agora é que são elas, é o PREC, é o PREC, vou-te devorar, crocodilo eu sou, lobo esfaimado, filho disto e daquilo, menos que um esquilo, uma perca do Nilo, enxofre ao quilo, é o diabo encarnado a cornear os abutres, a pontapear as hienas, cuidado que são perigosos, estão a dar à Costa, vão desembarcar e desgraçar-...

queres estabilidade, filho?

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Queres estabilidade, filho, queres? A estabilidade do desemprego a alturas nunca vistas, não é isso, filho? E a dos desempregados sujeitos a liberdade condicional, à permanente humilhação das comparências quinzenais para mostrarem que estão vivos, que não estão a enganar o Estado, a passar-lhe a perna, a esmifrá-lo, porque essa coisa das roubalheiras é primazia e apanágio do Estado e não da vulgata, do cidadão anónimo e sem voz, aquele que, como tu filho, como tu, come e cala de cara alegre porque quem protesta ou é comunista ou mau português, anti-patriótico, um pária, um traidor. E a estabilidade propiciada aos desempregados obrigados a trabalhar de borla ou a frequentar cursilhos da treta para que, enquanto o pau vai e volta por uma côdea de pão, folguem as estatísticas douradas da propaganda governamental. Não é assim, filho? Queres estabilidade, filho, queres? A estabilidade de um emprego cada vez mais mal remunerado porque, se não aproveitares, "há mais quem ...

nem tudo está perdido, podem crer

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Por Baptista-Bastos Que vai restar daquilo que, apesar de tudo, conseguimos, nestes quarenta anos? Pouco. A mística que nos envolveu e nos fez agir, logo após Abril de 74, foi persistentemente esbatida, com a nossa total indolência. A vitória do capitalismo mais predador, da substituição do humanismo por uma ordem que minimiza a cultura e dá premência ao dinheiro, domina Portugal e o mundo. A União Europeia desmorona-se, porque, na realidade, nunca existiu. Os "mercados" deixaram de ser abstracções entediantes para se tornarem nos vampiros da canção: estão em todo o lado, tudo devoram e não deixam nada. Portugal está à beira de qualquer coisa, e ninguém sabe bem de quê. Mas o panorama não augura nada de bom. Os partidos que se têm alternado no poder são uma miséria política, moral, social e filosófica. As vozes isoladas, que recalcitram contra este amorfismo, são perseguidas, saneadas, ou tidas como obsoletas. O dr. Passos Coelho, desabusado e sem pingo de verg...

contra o medo

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Por Baptista-Bastos O medo é a inspiração e o respaldo dos tiranos. Nós, portugueses, temos sofrido, ao longo da História, doses substanciais de medo e é surpreendente que, mesmo assim, subsistimos como cultura e como força moral. O antifascismo é isso mesmo: uma força moral que congregou monárquicos, republicanos, comunistas, católicos, animados pelo singelo desejo de liberdade. A ideologia que os reuniu consistia nesse poder incomparável, talvez possível de sintetizar no verso admirável de Carlos de Oliveira: "Não há machado que corte a raiz ao pensamento". Nestes últimos quarenta anos, o medo tem sido um dos instrumentos daqueles dos nossos governantes que, para se manterem no poder, utilizam toda a utensilagem de que o medo dispõe.  As ‘sondagens’, que pareciam credibilizar o rigor das informações, serviam como viático para a jornada do medo. Caíram por terra, no Reino Unido, e, agora, com fragor idêntico, na Grécia: davam empate técnico ao Syriza e à Nova De...

em plena indignidade

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Por Baptista-Bastos http://www.cmjornal.xl.pt/ Passos Coelho não deixa de me surpreender com a insistência no embuste e no desprezo pela verdade e pela clareza de propósito. Confrontado, no mercado municipal de Braga, por uma multidão de "lesados" do BES (roubados com descaro, diríamos apropriadamente), ofereceu-se para ser o primeiro de um hipotético abaixo-assinado que levasse os prevaricadores a tribunal. Estamos em plena indignidade ou no grau mais desprezível a que a política chegou. Passos sabe que a oferta é falaciosa, impossível de cumprir pela sua própria insustentabilidade: o Governo, todo o Governo, seria acusado, e não haveria cadeiras no tribunal para sentar número tão elevado de indiciados. Mas Pedro Passos Coelho tem este grave defeito de carácter: a verdade dos factos é, para ele, de somenos. Promete; depois, logo se vê.  Agora, arrasta consigo, para os comícios, o pobre Paulo Portas, cada vez mais desamparado e trágico. Um, expõe dois dedos abert...

socorro, estou a ser bombardeado!

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As boas notícias surgem em imparável catadupa: ora é o emprego que sobe, ora é o défice que desce.  Ele é a economia que está fulgurante e as exportações que somam e seguem espampanantes. E há os novel papás que já podem ficar mais tempo em casa assim que o rebento nascer. E os velhos que vão ficar mais amparados. E o IRS que vai em parte ser devolvido, todos os dias um nadinha mais. E a Justiça que pôs a casa em ordem e até já prende rivais políticos. E a Saúde. E a Educação. E a Segurança Social. Tudo boas notícias a chegarem-nos sempre que abrirmos a goela da rádio, folheamos um jornal, vemos um telejornal. Antes de Abril, apesar da censura, muitos jornais e jornalistas mantinham a dignidade. Agora, entregues os jornais a angolanos e a escrita a tarefeiros, temos pior informação e a mais escandalosa e massiva propaganda. Esta gente, a que nos governa e pretende continuar a governar, é capaz de tudo. Da mentira mais abjecta ao estratagema mais ignóbil. Tenho medo de vive...

ou anjinhos de todo

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Que, à primeira, as gentes conservadoras tenham votado no Coelho até consigo compreender. O homem apresentava-se com uma aura de integridade de fazer inveja ao Santo Padre, era um ser remediado com tenda humilde montada em Massamá, era um dos nossos, muitos acreditaram que iria limpar o país de maus costumes, combater o clientelismo, erradicar o despesismo, derreter para sempre as gorduras do Estado, as fundações, as PPP, as frotas de luxo, os fretes aos empresários amigos. Ao invés, nada disso aconteceu. As gorduras cresceram - é preciso engordar amigos e apaniguados -, e enquanto o emprego desceu colossalmente, os jobs para os boys aumentaram exponencialmente, As promessas viraram mentiras, as gorduras que disse ir combater transformaram-se na venda dos últimos anéis, os salários foram cortados, as pensões reduzidas, os impostos aumentados, o Estado Social destruído. Assim sendo, palavra de honra que não entendo como as mesmas almas conservadoras, se gente de bem, possam s...

campanha orquestrada ou simples coincidência?

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Vou tentar acreditar que tudo não passa de coincidência, que o recato familiar não se compadece com a visibilidade inerente às funções de Estado, que a Lolita é uma mulher de força e o marido um homem de inesgotável bondade. Vou crer em tudo. Até no Pai Natal, no Gato das Botas, na reencarnação, na Nossa Senhora da Conceição.

de cartaz em cartaz, CATRAPÁS!

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Este post é uma homenagem a alguém, Luís Vargas de seu nome, que vem demonstrar que quem "milita" nas redes sociais não luta em vão. A voz de cada um de nós vai fazendo eco, multiplicando-se, desdobrando-se por amigos, conhecidos, simpatizantes virtuais. A denunciar a pose de Estado de alguns labregos que, sem a muleta da política, não seriam nem ricos nem famosos. A ridicularizar a intrujice, cada vez mais alarve, mais detectável, descarada. As imagens que se seguem foram todas recolhidas da sua página no Twitter (https://twitter.com/varguizm/media). Partilhe. Tem que acontecer ao PAF o mesmo que ao balão nas mãos de um qualquer energúmeno: inchar até rebentar.  Pífio PAF. Pum!

esta cachola não pára, nem no samouco para meter água!

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A criatividade de Passos e da sua trupe não tem limites, as cachimónias fervilham de ideias, trabalham a mata-cavalos para se salvarem do naufrágio iminente. E sabem da poda como ninguém. Maquiavel, se fosse vivo, não desdenharia tê-los como discípulos. Ah canudo!, eles sabem o que fazem, tiro-lhes o chapéu. Sempre disse, e continuo a dizer, que Coelho não vai largar o poder sem dar luta. Agora, para lá das mentiras, das promessas, da propaganda que fazem aos partidos respectivos enquanto governantes, da sua omnipresença nas televisões, da comunicação social que lhes está engajada, eis que inventaram uma nova modalidade de campanha eleitoral: fazer leis benéficas para um ou mais grupos de eleitores ... a serem aprovadas depois das eleições, neste caso os velhinhos que tanto fizeram penar estes quatro anos. Como quem diz: Está tudo prontinho, a lei que o vai favorecer está escrita, pronta a ser publicada em Diário da República, mas como deverá compreender agora só depois da...

venho dar uma mãozinha ao PS

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Eu quero lá saber se o PS produziu cartazes a fazer lembrar o divino espírito santo ou se o PAF - vulgo PSD/CDS - recorreu a bancos de imagem estrangeiros para a sua campanha eleitoral. Estou-me nas tintas. Borrifando e andando para não cheirar mal. O que devia estar a ser discutido, e em força, eram as propostas políticas (e não as promessas, as mentiras e as promessas mentirosas), eram os projectos para o País de cada um e, diz-me o que fizeste dir-te-ei o que és, o que se fez de muito errado, de erradíssimo, de pecaminoso, de criminosamente errado durante o consulado do PSD/CDS, agora PAF como quem bate leve, levemente. Não faço grande questão em que o PS ganhe as eleições, mas tenho todo o empenho em que o PAF as perca. Como os portugueses ainda não descobriram uma alternativa ao alterne, então que ganhe o PS, e e é por isso que lhe venho dar uma mãozinha. O PS não tem criativos à altura para fazer "passar a mensagem"? Edson Athaíde está em baixo de forma? Os c...

quer-me cá parecer

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Não sou um daqueles atoleimados das teorias da conspiração. Juro pela minha rica saúde, que ainda a vou tendo pela graça não de deus, mas dos genes que me têm sido benfazejos. Adiante: com tanto tiro no pé, tanto cartaz mal enjorcado, tanta Belém, tanto avanço e recuo, tanto disse que disse, quer-me cá parecer que muita gente, no PS, prefere ver Passos prosseguir a sua política de destruição do País do que ter Costa como primeiro-ministro. E Costa, convenhamos, tem dado um empurrãozinho em si próprio na direcção da queda. Não tem mão nessa gente e, quer-me cá parecer mais uma vez, não terá mão no País. Será, quer-me cá parecer, repito, que não passará de um simulacro, uma sequela do péssimo original, o François de França de apelido Hollande, o garanhão das dúzias que, diante de Merkel, se revela frouxo, tremeliques, um bebé-chorão, um maricota. Estreia em Outubro a sequela, A não ser, claro, que os seus inimigos dentro do PS, e os seus adversários fora do PS (não sei quais os pior...

no tempo dos palermas

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Deve ser isso. Deve ser por estarmos em plena silly season que andam apostados em ver qual deles é mais pateta do que o outro. Um anda de catarse em catarse e de cartaz em cartaz, não faz nem desfaz, não sobe nas sondagens nem com sonda nasogástrica, não descola de baixo nem salta para cima, é uma espécie de empata-fodas, de pau-de-cabeleira, de não-me-toques-que-me-desafinas. O outro, ai-o-outro-o-outro!, diz que vem aí o tempo das vacas loucas - ou gordas não sei bem, já não atino nem desatino num tino sem destino -, jura a pés juntos como defunto em féretro que as autoestradas vão directas ao paraíso, que os amanhãs cantam ao despique, que os empregos sobem a pique numa fartura de açúcar, canela e caneladas na inteligência de cada um, que os cofres abarrotam já a bancarrota vai longe por obra e graça dos Espírito Santos, amén!, almorróidas de moleirinha, aleluia!, obstipação de meninges, avé!, diarreia de mente. Demente. Mente. Com quantos dentes tem na boca, postiços não s...

do diabo mais velho

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Vá buscar um chapéu, boné, boina, barrete, cartola ou solidéu. Pespegue-se, com olhinhos de cão fiel, à porta da residência oficial do primeiro-ministro, ali entre a Estrela e São Bento, não tem nada que enganar. Acho que o homem está disposto a dar umas esmolas, agora que estão aí as eleições. Diz, e o que ele diz escreve-se sempre, quanto mais não seja para memória futura, que devolve o IVA e o IRS cobrados acima do previsto. Para mim, até pode prometer um carro a cada português sem ser preciso pedir factura com número de contribuinte. Pode prometer casa aos sem-abrigo. Saúde a quem não a tem. Educação gratuita para todos. Caixões gratuitos para todos. Pensões de reforma nunca abaixo dos 1000 euros. Salário mínimo muito acima dos 1500 euros que a gente não é menos que os franceses. Um Estado Social como nunca houve outro igual. Pode jurar que faz, que manda fazer, que mais isto e mais aquilo porque torna e porque deixa. Por mim, por todos nós, pode ir até à casa do diabo mais velh...

com a carga pronta e metida nos contentores, adeus ó meus horrores!

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Se uns mentem, outros mal desmentem. Se uns fazem propaganda nas televisões, em prime time e à borla, outros sentam-se à sombra da árvore-símbolo desta república de bananas à espera que a crise passe e Passos se passe de vez para a oposição, para a emigração de luxo, para o lixo da História. Precisamos de ter mais força, de protestar com mais veemência, de mostrar mais a nossa indignação, a nossa raiva. Somos brandos nos costumes, já se sabe de ginjeira. Mas, caramba!, até num momento destes, em que um bando destruiu Portugal e entregou o nosso ouro aos bandidos, vamos continuar ensimesmados, conformados com a nossa triste e secular sorte? Ou vamos juntar-nos, todos, sejam os opositores de direita, honra lhes seja feita, mais os socialistas e comunistas e bloquistas e apartidários, para varrer esta gente e enfiá-la em contentores de detritos tóxicos fechados a sete chaves e guardados no recanto dos nossos piores pesadelos ou enterrados bem fundo para que a perigosa carga nã...

logro e malogro

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Em cima, o logro.  Em baixo, o malogro.  Em cima, as promessas, as mentiras, o colossal embuste, a gigantesca propaganda, a supremacia dos ricos contra os pobres, a luta de classes em toda a sua vitoriosa pujança, o vil aproveitamento das funções de Estado para levar a cabo a mais descarada campanha eleitoral de que há memória em tempos de democracia.  Em baixo, na mó de baixo, o desfile dos sem-abrigo, dos desempregados, dos precários, dos emigrados, dos desalentados, dos empobrecidos à força de fisco e de confisco. Em cima, a glória de um Portugal mais atrás, mais triste, mais pobre, mais humilhado. Em baixo, a derrota de todos nós, do contribuinte esmifrado, do eleitor enganado, do cidadão vencido, do jovem emigrado, do trabalhador sem direitos nem salário digno do nome, do doente maltratado, do estudante desaproveitado. Não sei de quem é esta fotografia, não consegui identificar o autor. Mas guardo-a como um extraordinário testemunho do Portuga...

estreia hoje o filme que ninguém quer ver

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Tirando um ou outro amigo do produtor e do realizador, os críticos são quase todos unânimes: já viram este filme há quatro anos e a sequela, ao que parece, ainda consegue ser pior do que a versão original. Um senhor muito bem posto e de boas falas, fadado para altos voos, com casa modesta em Massamá e mansão lá no bairro, é o principal protagonista desta pretensa comédia de enganos, mas os supporting actors não lhe ficam atrás em talento para a aldrabice, a mistificação, a pequena e grande vigarice. Ao que parece, pelo menos a crer na ante-estreia ontem realizada, o público não se riu, houve até uma ou outra lágrima furtiva perante este filme de autêntico horror que era suposto ser de humor. Há a menina da caixa que roubou a massa dos associados, há o professor primário que quer deitar fogo à escola, há o médico que se entretém a matar enfermos, há um dono de pensões mais forreta do que o Patinhas, há a fogosa advogada que se atira aos juízes como a gata se atira ao bofe, há o ...

pornografia eleitoral

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Eu sabia. Eu sabia que a campanha eleitoral ia ser suja. Mas tanto descaramento, meus amigos e amigas, é que estava longe dos meus receios mais pessimistas. Isto, este cartaz, é de um arrojo de meter nojo, de um desplante digno de meliante, de uma falsidade tão falsa como falsa é a felicidade das criaturas que lhes serviram de modelos, um avô a quem roubaram pensões, os netos a quem negaram o futuro.  Eles prometem que não prometem. Mas prometem, claro, é tudo o que têm para dar, em promessas dão meças. Comprometem-se sem se comprometerem. Mentem sem nunca o admitirem. Juram em vão. Sorriem em vão. Falam em vão,  num qualquer vão de escada, associação recreativa, lugarejo onde vão inaugurar o Centro de Saúde que já funciona há dez anos e o chafariz que já deita água há três. E as televisões, pressurosas, atestam-lhes os microfones para que possam bolsar visões do paraíso que aí vem, para os ouvir condenar os malandros socialistas, perdulários até mais não, únicos age...

rodrigues dos santos, "escritor"a tempo inteiro, propagandista nas horas vagas

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Por J. Manuel Cordeiro http://aventar.eu Do Facebook de Pedro Sales , três imagens do telejornal de ontem, 8 de Julho de 2015: "Os exemplos que se seguem nas fotos demonstram o nível de manipulação dos dados. É propaganda. E má. A maioria dos indicadores que avaliam a legislatura são projeções – não por acaso todas favoráveis ao governo. Vejamos. A dívida está nos 130,3% (já agora, quando o governo tomou posse estava nos 106,6% e não 111%). O défice em 2014 ficou nos 4,5%, mas, com Novo Banco, pode até chegar perto dos 6%. O PIB em 2014 cresceu 0,9%. As projeções são como os chapéus. Há muitas. E as do Governo raras vezes acertam. Como a RTP, neste caso." Poiares Maduro garantiu que o novo modelo de Governo da RTP é mais independente. Conclui-se, portanto, que esta manipulação rasca foi obra do BE, tal como já antevia Maduro em Dezembro de 2014: “Bloco de Esquerda tem mais influência sobre o CGI da RTP do que o governo”. E aqui temos, também, José R...