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a austeridade acabou!

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Assim mesmo: a austeridade deu de frosques,  deu à sola, finou-se. Isto a crer nos apóstolos dessa mesma austeridade, os deputados do PSD e do CDS, a maralha da direitalha que agora vem pedir tudo e mais alguma coisa: mais uma ponte, uma estrada, um hospital, mais serviços de saúde, mais ajudas à agricultura, mais apoio às empresas, e escolas, e universidades, e cheta para isto, e fundos para aquilo, e subsídios para aqueloutro, e o diabo a quatro. Os mesmos que acusam o Orçamento do Estado de ser expansionista e o governo de gastador e perdulário - e ai credo que lá vem a bancarrota! -, são os que vêm também dizer que o governo é fuinha, uns unhas-de-fome os senhores ministros, que o dinheiro é pouco, que é preciso gastar, gastar muito, gastar tudo. E também são os mesmos, os apóstolos da austeridade e arautos da desgraça, que vêm agora perguntar aos novos membros do governo porque ainda não se fez, em 3 meses, o que Passos, e a sua trupe de valdevinos com futuro garantido no...

campanha eleitoral em jeito imundo e grosso

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ADVERTÊNCIA: a simples visão destes "cartazes" pode provocar-lhe palpitações, suores frios, irritação cutânea, febre alta, diarreia e vómitos.

é por aí

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Já cheguei a pensar, com o apogeu do neoliberalismo, que a luta entre direita e esquerda não fazia sentido, que o combate a travar era antes pela moralização da política, ao serviço do povo. Estava enganado. Direita e má governação, salvo raras excepções, estão ligadas por cordão umbilical, são unha com carne, são as duas faces da mesma moeda, são o desprezo pelos humildes com disfarces de caridade, são a exploração de quem trabalha, as mentiras, a propaganda, os meios de comunicação social deformadores de opinião, é a corrupção, o carreirismo, a cunha. Tudo isto lhes está na massa do sangue. Com dinheiro e sem escrúpulos, tem-lhes sido fácil manipular as populações, fazer com que lhes dêem o voto em simulacros de democracia onde, focinhando na lama, engordam cada vez mais. A luta de classes é tão necessária como nos tempos da Revolução Francesa. Depois dos avanços civilizacionais dos últimos séculos, conseguidos a duras penas, regredimos a olhos vistos. Nunca como agora ...