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coelho apurado com loureiro

Momento Zen Posted by Francisco Louçã on Sexta-feira, 1 de Maio de 2015

o nome que os une

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http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/ Manuel Dias Loureiro , ministro dos Assuntos Parlamentares de Cavaco Silva de 24 de Julho de 1989 a 31 de Outubro de 1991 e ministro da Administração Interna de Cavaco Silva de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995; Luís Marques Mendes , ministro adjunto de Cavaco Silva de 19 de Março de 1992 a 28 de Outubro de 1995; Eduardo Catroga , ministro das Finanças de Cavaco Silva de 7 de Dezembro de 1993 a 28 de Outubro de 1995; José Manuel Durão Barroso , ministro dos Negócios Estrangeiros de Cavaco Silva de 12 de Novembro de 1992 a 28 de Outubro de 1995; Luís Mira Amaral , ministro da Indústria e Energia de Cavaco Silva de 17 de Agosto de 1987 a 31 de Outubro de 1991 e de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995; Joaquim Ferreira do Amaral , ministro da Indústria e Energia de Cavaco Silva de 24 de Abril de 1990 a 31 de Outubro de 1991 e de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995; José de Oliveira e Costa , Secretário de...

os mais necessitados

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Registem nos vossos canhenhos e ponham de parte uns cêntimos para os que, de entre todos estes, se provar serem entes necessitados: Manuel Dias Loureiro, António Vitorino, Armando Vara, Rui Gomes da Silva, Ângelo Correia, Duarte Lima, Joaquim Ferreira do Amaral, Zita Seabra, Carlos Melancia. Todos estes indigentes que a Nação pariu recebem subvenções vitalícias, entre os 2.000 e os 9.000 euros mensais. E o governo, sempre tão lesto a ajudar os mais carenciados, vem dizer que vai manter a subvenção para os que dela precisam. Vai-se a ver, quando chegarem ao fim das indagações, e de examinarem minuciosamente os atestados de pobreza de cada um deles, vão chegar à conclusão de que, afinal de contas, todos têm precisão da dita subvenção. Uns porque estão engavetados, outros porque já o deviam ter sido há muito, outros, finalmente, porque têm empregos muito mal remunerados à frente de editoras, de aquários de tubarões, vulgo escritórios de advogados, ou da paupérrima Lusoponte. Expon...

ração tão pouca para tanta boca

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Há fotografias que, volta não volta, devem voltar à superfície, ser recordadas, esfregadas nas nossas fronhas para nos fazer lembrar tudo o que toleramos, amodorrados, acomodados nas nossas pequenas vidinhas. Por enquanto comemos. Por enquanto temos tecto. É quanto nos basta. Há fotografias, dizia, que vale a pena trazer à tona. Noutro país, as ligações aqui retratadas (de amizade, dirão vocês, de terna e fraternal comunhão de sentimentos social e democraticamente irrepreensíveis, repetirão os mais tolos ou os mais cínicos), estas ligações teriam que ser muito bem explicadas. Por cá ou, melhor dizendo, de Cabo Verde a Belém, no pasa nada , nem um beliscão na reputação, no erário, na função de cada um, por mais elevada e alegadamente nobre que seja. Reputados patifes, alegadamente (atente-se bem na repetição da palavra, não vá o diabo tecê-las) criminosos, continuam à solta, quanto muito distinguidos com uma mui afável prisão domiciliária, milionariamente vivendo a vida com a c...

memorabilia presidencial

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a invasão dos mortos-vivos

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Porque o regresso dos trogloditas (ver post anterior) em muito se deve a eles, aos mortos-vivos ... Imagem: http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/

com curso ou sem curso, ele tem a escola toda e o resto são cantigas

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Toda a gente fala do curso (ou do não-curso) de Relvas, como se fosse este o seu único pecado. É preciso que nos lembremos, sempre, das suas ligações às secretas e dos casos nunca esclarecidos em que o seu nome esteve envolvido com o de Jorge Silva Carvalho; do saneamento político de Pedro Rosa Mendes; das ameaças que fez de divulgação de pormenores da vida privada de uma jornalista do Público (ter-lhe-ão sido bufados pelos seus amigos das secretas?); das suas manobras no interior da RTP, com a nomeação de Alberto da Ponte, a demissão de Nuno Santos e o processo, por enquanto falhado, de privatização da empresa; das negociatas da Tecnoforma, em associação com Passos Coelho (helas!). E do muito mais que, num país normal, já teria levado Miguel Relvas a demitir-se ou a ser demitido. No mínimo. Noutros países, com padrões éticos e democráticos mais exigentes, alguns destes casos seriam sido também objecto de investigação policial. Por cá, almas caridosas (todas do PS, elas lá saberão...

gente fina

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Por Fernanda Mestrinho http://www.ionline.pt José Luís Arnault passou o ano em Copacabana com Dias Loureiro e Miguel Relvas. Regressado a terras lusas, senta-se numa televisão, com sobranceria e enfado, para dizer que “os portugueses viveram acima das suas possibilidades”. Ainda não recomposta, eis que Arnault acha que a conferência de Carlos Moedas devia ser à porta fechada para evitar a “chicana” e elevar o “nível intelectual” do debate. Arnault deve achar, pois, que o povo merece castigo e é ignorante… uma “choldra”. Tudo se deve resolver “en petit comité” e nos corredores do poder, entre eles. Imagino o seu sofrimento quando foi secretário-geral do PSD e teve de aturar as distritais e as concelhias. Dias Loureiro e Relvas também foram. Os ministros são criticados, às vezes maltratados. Pior é a “corte” à volta da manjedoura do poder. Almoços, pareceres, férias, privatizações, casamentos, nomeações. Vivem do Estado e dos grandes grupos económicos, em viagens de ...

mais se te vê o cu

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Começo este ano fatídico de 2013 com uma pergunta muito simples, tão simples que nem sequer é preciso ser-se juiz, investigador policial ou inspector do Banco de Portugal para responder. Mesmo assim, cá vai: a fraude gigantesca do BPN, por enquanto no valor de 7.000 milhões de euros, vai ficar impune? Já agora que estou com a mão na massa, salvo seja, pergunto mais: saber-se-á algum dia toda a verdade? Manuel Dias Loureiro e outros que tais, não por acaso todos do PSD (ah, responder-me-ão as almas pias, há dois PSD's, o dos honestos e o dos outros), serão responsabilizados criminalmente? Será recuperado algum dinheiro, por pouco que seja? E os portugueses, permanecerão quietos e calados, como se não fosse nada com eles, enquanto são eles e só eles a pagar este enorme aumento de impostos de 2013 (em diante) que vai servir para tapar estes buracos colossais, o do BPN, o dos submarinos, o das fugas de capitais para o estrangeiro e tantas, tantas outras falcatruas? Se quer o...

a festa da repartição dos sacrifícios

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O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, foi passar os últimos dias do ano ao Rio de Janeiro, Brasil, e esteve num dos mais luxuosos hotéis da “Cidade Maravilhosa”, o emblemático Copacabana Palace. Mas não foi o único. O ex-administrador do BPN – Banco Português de Negócios, Dias Loureiro, e o ex-ministro das Cidades, Administração Local, Habitação e Desenvolvimento Regional, José Luís Arnaut, também lá estiveram. [ in jornal "i" ] É a chamada repartição dos sacrifícios de que o Passos Coelho gosta tanto de falar. Uns fazem o sacrifício de passar por dificuldades e até miséria e fome, outros o de ir para hotéis de luxo em Copacabana festejar o Ano Novo. Claro que há os que têm pouco para festejar em relação ao ano que finda e menos a esperar do que aí vem, enquanto outros só se podem congratular pela forma como lhes correu a vida em 2012 e pelas perspectivas que 2013 lhes oferece. Festejam o aumento das suas riquezas pessoais, das negociatas, ...

BPN, ainda o escândalo, ainda a impunidade

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Por Henrique Monteiro http://expresso.sapo.pt/ Quem leu o Expresso deste fim-de-semana e quem viu, ontem, a reportagem especial da SIC sobre o BPN não pode ter deixado de ficar, como eu fiquei, com uma espécie de nojo. Tudo aquilo é mau de mais para ser verdade. Nós todos, contribuintes, os pobres, os remediados, os ricos, estamos a pagar a irresponsabilidade de uns, muito poucos, cujos nomes se repetem à exaustão. Esses nomes, com o de Oliveira Costa à cabeça, e os de Duarte Lima, Dias Loureiro e Arlindo Carvalho como os mais conhecidos, têm todos em comum o facto de terem trabalhado para (ou com) o atual Presidente da República. O mesmo acontece com Joaquim Coimbra, Fernando Fantasia, membros da Comissão de Honra de Cavaco e este último seu vizinho na praia, e com a filha de Oliveira Costa com casa de férias no mesmo local. Há um padrão inelutável, que não significa obrigatoriamente um envolvimento menos legal de nenhum dos citados, mas lança uma sombra sobre o que ...

laços de ternura

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Perguntar não ofende e quem não deve não teme: se Dias Loureiro é um dos conselheiros deste governo que nos caiu em cima como um dilúvio bíblico, se Cavaco é e sempre foi unha com carne com Dias Loureiro, se Cavaco é o que é e, com o devido respeito, burro velho não aprende línguas, por que carga d'água é que ainda estão à espera que seja Cavaco a salvar-nos do naufrágio iminente? Vá lá pessoal, quando pedirem a demissão do Passos, peçam também a do Cavaco. Exijam limpeza geral, com direito a desratização, fumigação, higienização geral, porque a coisa já cheira mal há muito e, agora, não só fede como (palavra censurada) os portugueses. 

um país entregue a bandidos

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Por Sérgio Lavos  http://arrastao.org/ A ser verdade o que Daniel Deusdado escreve aqui (1), temos então o país a ser governado de facto pela tríade Miguel Relvas/António Borges/Dias Loureiro. E sabemos que tudo o que se está a passar na sombra apenas será revelado daqui a alguns anos - ou nunca será. Das privatizações às futuras concessões depois da refundação, tudo passará pelos dedos sujos desta gente. Dos interesses angolanos às empresas da rede de amigos de Relvas, passando pelos confrades maçónicos e pelos escritórios de advogados que estão a ganhar milhões com a emissão de pareceres e o acompanhamento dos negócios do Governo (pelo lado do Estado e pelo lado dos privados), nada escapará, e no final teremos um Estado a ser alimentado por impostos altíssimos a servir apenas alguns e a contribuir para o aprofundamento das desigualdades sociais e da pobreza. Não, este Governo não morreu, este Governo está mais vivo do que nunca. Subestima-o quem acha o contrário. Por...

eu, pecador, me confesso

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Tão católicos que eles são, santinhos de pau carunchoso. Nas suas fatiotas de ir à missa, persignam-se, imploram o perdão dos seus pecados. Mas deles não será o reino dos céus. Ámen.

folia das sanguessugas

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vales, varas e valas-comuns

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Vala-comum, pintura de Itzhak Belfer Vale e Azevedo. Duarte Lima. Armando Vara, Dias Loureiro. Querem que continue? Querem que traga à colação os nomes de todos, pulhas, sabujos, corruptos, políticos e amigos de políticos, bandalhos e amigos de bandalhos, que sujaram e sugaram este país ao longo das últimas décadas na mais descarada impunidade? Foram ministros, foram presidentes de clubes, deputados, lambe-botas do poder. Foram? São. A seita não se extingue, não acaba aqui enquanto não for o povo a acabar com eles. Exigindo mais. Indignando-se mais. Escolhendo melhor o que fazer na hora das eleições. O cancro está diagnosticado mas nada se faz para o extirpar. Há anos, há décadas que dizemos mal dos políticos mas, mal abrem as urnas, acorremos a dar o voto aos políticos que transformam as urnas em caixões, os nossos. Onde sepultamos esperanças, sonhos, aspirações. E aqui chegámos. Mais pobres, mais desprezados, mais explorados. Aqui chegámos. E por aqui não ficaremos. A cova ab...

cabeças de cartaz

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Mas nunca a prémio.

não desviemos a cara para o lado ...

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17 dos 23 acusados no caso BPN foram condenados. Quem? A quê? Não se sabe. E quem são os 6 que foram ilibados? E só houve 17 criminosos na maior fraude bancária de todos os tempos em Portugal? Onde estão os outros?

adivinhem quem vem para gamar

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Soube-se hoje que o défice orçamental está nos 7,4%, portanto muito, muito longe dos 4.5% a que o governo se comprometeu. Onde é que eles vão buscar dinheiro para equilibrar o orçamento e pagar as contas de corruptos, caloteiros e demais sevandijas? Adivinhem. Como o IMI já aumentou, o IVA já aumentou, o IRS não pode subir mais, crie-se uma coima que penalizará quaisquer palavras, orais ou escritas, contra o governo. O défice vai desaparecer enquanto o diabo esfrega um olho. Esse mesmo, o que estão a pensar.

retratos de família

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Rebentou mais um escândalo que tem Duarte Lima como um dos protagonistas. E eu pergunto, e perguntarei muito bem: mas no parlamento, no PSD, até no PS, bastando-lhe olhar para a pinta, ninguém desconfiou do meco e dos seus sinais exteriores de riqueza súbita?  Cá eu, que sou ingénuo, anjinho mesmo, nunca engalinhei com a fronha da criatura, sempre me cheirou a aldrabice. Mas, pelos vistos, quem se quer bem sempre se encontra. Deus os fez. Deus os juntou. Ámen.