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obviamente, readmito-me!

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http://henricartoon.blogs.sapo.pt/ É só para lembrar. 1. Apresentei hoje de manhã a minha demissão do Governo ao primeiro-ministro. 2. Com a apresentação do pedido de demissão, que é irrevogável, obedeço à minha consciência e mais não posso fazer. 3. São conhecidas as diferenças políticas que tive com o ministro das Finanças. A sua decisão pessoal de sair permitia abrir um ciclo político e económico diferente. A escolha feita pelo primeiro-ministro teria, por isso, de ser especialmente cuidadosa e consensual. 4. O primeiro-ministro entendeu seguir o caminho da mera continuidade no Ministério das Finanças. Respeito mas discordo. 5. Expressei, atempadamente, este ponto de vista ao primeiro-ministro, que, ainda assim, confirmou a sua escolha. Em consequência, e tendo em atenção a importância decisiva do Ministério das Finanças, ficar no Governo seria um acto de dissimulação . Não é politicamente sustentável, nem é pessoalmente exigível. 6. Ao longo destes doi...

fujam coelhos, vem aí a monda!

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E o Coelho?  E Gaspar? E os irmãos (de armas) Macedos? E Portas? E Cruz e Cristas? E Mota e Álvaro? E Crato e Branco? Enquanto houver um português sem fome ou com emprego, enquanto existirem empresas no activo, enquanto todo o património nacional não for vendido a preço de saldo, enquanto os salários forem altíssimos, para cima de 300 euros, eles vão-se agarrar ao poder como os náufragos ao bote de salvação. Há que afundá-los. Arrancá-los. Proceder à desparasitação, à desratização, à higienização do País. Custe o que custar.

só mais um empurrão e, a seguir a relvas, vai todo o joio

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Relvas demitiu-se. Isto prova que a opinião pública, as manifestações, as redes sociais, por mais que eles neguem e por mais que eles não queiram, têm força e conseguem resultados. Demora tempo - tudo depende da união do povo, tudo depende do seu activismo e grau de mobilização - mas, mais tarde ou mais cedo, levamos a melhor. Agora, falta só mais um empurrão. Para pôr Passos e os outros todos na alheta, que se faz tarde. Pelos escândalos, pelo empobrecimento de milhões e o enriquecimento de poucos, pela sobranceria, pela roubalheira, pela destruição da economia, pelo aumento colossal do desemprego, pela inépcia, pela ideologia amoral, pela subserviência à Merkel dos mercados, Passos e companhia têm que fazer-se à vidinha por outras paragens. Há sempre um Goldman Sachs disposto a oferecer-lhes cargos e prebendas. Não deixam saudades. Antes um rasto de pobreza e de ignomínia nunca vistos em Portugal. Fotografia: Pedro Rocha/Global Imagens

esta é a voz: miguel relvas, tem um minuto para abandonar o governo

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Por Tiago Mesquita http://expresso.sapo.pt O ministro Relvas é como o totoloto: anda à roda todas as semanas. É rara a semana em que não vemos o seu nome envolvido em nova polémica. Todos elas, no mínimo, duvidosas e mal esclarecidas. Curiosamente, nunca sai ( o totoloto - entenda-se). Nunca me saiu a mim, provavelmente nunca lhe saiu a si, e nunca saiu do governo o senhor ministro. Por muitas voltas que dê na tômbola das suspeitas, mantem-se no cargo. Uma espécie de Godinho Lopes da política. A saída do ministro Relvas do governo já se tornou numa espécie de chacota, motivo de todo o tipo de ironias e gozo. Um mito urbano, de estilo um bocadinho provinciano, a roçar o bacoco, da política nacional. "O gabinete do primeiro-ministro considerou "lamentáveis e totalmente infundadas" as suspeitas levantadas pelo PS em relação ao envolvimento do ministro Miguel Relvas no processo de privatização da TAP...". Tudo isto por causa de uma notícia publicada pelo j...

não peço a demissão de relvas

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Não, não peço a demissão de Relvas. Já não chega. Peço, exijo as demissões de Coelho, Gaspar, Santos Pereira, Teixeira da Cruz, os Macedos, Mota Soares, Portas, Cristas, Moedas, Aguiar-Branco, Crato, Marques Guedes, Barreto Xavier, Morais Sarmento, Maria Luís Albuquerque, Manuel Rodrigues, Núncio, Rosalino, Morais Leitão, Brites Pereira, Cesário, Dias da Silva, Silva Peneda, Lobo d'Ávila, Santo, Barreiras Duarte, Teresa Morais, Simões Júlio, Mestre, Almeida Henriques, Silva Martins, Silva Monteiro, Nuno Oliveira, Trindade, Meireles, Diogo Albuquerque, Campelo, Pinto de Abreu, Afonso de Paulo, Leal da Costa, Ferreira Teixeira, Queiró, Parreira, Casanova de Almeida, Grancho, Marco António Costa. Fora com todos eles! O país está a ser destruído perante a complacência de alguns, a indiferença de muitos, a raiva de uns quantos que, nas ruas, nada têm conseguido. É preciso ir mais longe. É preciso que esta gente desapareça da cena política para nunca mais voltar. Fora! Rua! Basta de b...