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o menino roubado

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A verdadeira Philomena Cena do Filme "Filomena", de Stephen Frears. Recomendo. Sobretudo aos católicos acríticos.

do porno à arte

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Está fartinho ou fartinha dos filmes de porrada e pipoca, muito efeito especial, muitos tiros, explosões, carros pelos ares, perseguições policiais, heróis que vencem dez ou quinze ou vinte bandidos de uma assentada, americanada que ferve? Vai ter mais um cinema alternativo, infelizmente só em Lisboa, mas devagar se vai ao longe. Fica na rua do Loreto, ali ao Camões. Começou por ser Cinema Ideal nos idos de 1904, passou a ser durante os últimos anos o Cine-Paraíso, dedicado aos amantes do sexo solitário, e agora vai voltar a ser o Ideal numa iniciativa conjunta da Midas Filmes e da Casa da Imprensa. Morre o King, nasce o Ideal. Não é o ideal, melhor seria termos os dois, mas já não é mau, um pobre contenta-se com pouco e nós somos pobres, andámos foi a viver acima, muito acima das possibilidades, recorda-se? Abre na Primavera. A Primavera que tarda.

pão e circo em dia de rei defunto

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http://www.gerard-fourel.com É oficial: o cinema King vai fechar. Morreu um rei, viva o rei! A Barraca, o Teatro Aberto, a Comuna, a Cornucópia, podem vir a fechar também, como já encerrou a Seiva Trupe. Não faz mal. Ainda temos os cinemas amigos da ditadura dos mercados e do cinema americanado do sangue, das tripas, dos carros que explodem e dos casais que fodem com pudores de virgem casta. Quanto aos teatros, não fazem falta nenhuma. Organizem-se uns concursos de vestido de chita, uns serões para trabalhadores, uns arraiais populares, uns fados e guitarradas e - ah, sim! - uns saraus de beneficência e umas peregrinações a Fátima, é tudo o que faz falta para entreter a malta. Cavaco poderá andar de tesoura em riste a cortar fitas de terra em terra, para inaugurar fontanários, casas do povo e cantinas sociais dedicadas aos pobrezinhos mas honrados. Passos poderá voltar ao modelo de "Conversas em Família", agora a cores, em alta definição e com som Dolby. Portas poder...

tempos que voltam

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do pirolito às pipocas

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Ainda sou do tempo em que, nas salas de cinema, não entravam pipocas e muito menos Coca-Cola (que Salazar proibia). Nas fotografias, o saudoso Monumental onde o cinema e o teatro coabitavam alegremente. Em vez de salões, camarotes, lustres, poltronas no foyer , um nadinha de luxo para encher o olho e acalentar a alma, nos dias de hoje ir ao cinema significa encafuar-mo-nos num cubículo bafiento de um qualquer centro comercial. Em vez do cinema francês ou italiano, o que nos dão agora é cinema americano. Em vez de arte, comércio. Em vez do ritual, a rotina. Em vez de luxo, lixo.  Fotografias recolhidas em:  http://restosdecoleccao.blogspot.pt/

terra e liberdade

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Uma longa metragem sobre a guerra civil espanhola.

teodoro, não vás ao sonoro!

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segunda matiné

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noite de cinema: a guerra civil espanhola

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no tempo dos homens bons

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Miguel Portas. Fernando Lopes. A vida continua, sei que sim, mas custa mais enfrentá-la quando os homens bons se vão. Não precisávamos de ficar ainda mais pobres.

contra a barbárie capitalista

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Tenho estado a ver o documentário Inside Job. Recomendo-o a todos. Para que percebam as verdadeiras causas da crise. Não, não andámos a viver acima das nossas possibilidades. O capitalismo selvagem, de casino, insaciável e criminoso, é o grande responsável por estarmos, neste momento, a ser roubados, martirizados e, como tem sido notícia nos últimos dias, condenados à morte, pelo frio, pela falta de alimentos, de medicamentos, de cuidados de saúde, de condições de vida dignas. Culpar Sócrates, como Passos e os seus companheiros de crime insistem em fazer, com insídia, acrescente-se, é apontar o dedo a um único, e nunca o maior dos culpados porque o nosso problema é global, mais do que português. Décadas sucessivas de governação espúria, a devassidão e imoralidade dos chamados "mercados", a gestão de empresas que atiraram para o desemprego milhares e milhares de funcionários para deslocar as suas fábricas para a China e outros países de mão-de-obra mais do que barata, escrav...

em cartaz!

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Há gente com paciência de santo. Neste caso, alguém andou a coleccionar cartazes de cinema e a juntá-los por semelhanças gráficas. Das duas, uma: ou os designers se andam a copiar uns aos outros sem o mais leve rebuço ou, o mais provável, os estúdios cinematográficos mandam-nos desenhar os cartazes segundo receitas comprovadas ... pelas receitas de bilheteira. Como dizem os americanos, que nestas coisas de cinema e de dinheiro sabem da poda como ninguém: creativity is great, plagiarism is faster . Fonte das imagens:  http://www.boredpanda.com

porque hoje é domingo, temos charlot à matinée

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ele tem ideias para novelas, ela tem ideias para a vida

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Um casal que me emociona sempre muito. Que querem? Deve ser da idade, deve ser da pieguice, não sei ao certo.

afinal já havia telemóveis em 1922

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visconti, sempre visconti

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adorei o livro, será que o filme vai estar à altura?

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Confesso o pecadilho: nunca tinha lido nada do António Lobo Antunes a não ser os livros de Crónicas. A Morte de Carlos Gardel foi o primeiro romance. Devorei linha a linha, página a página. 

o genocídio no ruanda

Os cinemas passam americanadas. Filmes destes, se passam por cá, passam despercebidos.

antes da fama

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se evita ir ao cinema para poupar continue a evitar mas só até janeiro