É este o título e é esta a vocação do nosso jornalismo de referência, fazer das mamas alheias um assunto nacional. Vem no i e no DN também: Foi presidente da Juventude Democrata-Cristã com 19 anos e desistiu do curso de Direito porque não lhe interessava. Um pouco da vida de Maya, a taróloga, em entrevista ao jornal i. O jornal i publica hoje uma entrevista com a taróloga Maya onde esta fala da operação para aumentar os seios, dos amores e de posar para revistas com a abertura de quem, segundo diz, nunca teve "favores de ninguém". Diz que subiu na vida "graças ao Carlos Castro, mas não era taróloga dele". Conheceram-se porque trabalhavam na mesma revista. Explica ainda na entrevista o jornal i que teve na vida "alguns favores" enquanto Eunice. Enquanto Maya, "nunca tive favores de ninguém", garante. Fonte: http://www.dn.pt