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o que rende é ser dono do continente

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Damas e cavalheiros, meninas e meninos, acorram aos grandes saldos de operários, trabalhadores agrícolas, caixas de supermercado, empregados de escritório, professores, médicos, engenheiros e os outros bandalhos da valerosa Nação!  "Sem mão de obra barata não há emprego", disse o Belmiro da Sonae e da venda das raparigas e demais populaça, defendendo com unhas e dentes, com presas e garras, "as economias baseadas na mão de obra barata". O Belmiro das promoções, liquidações, descontos, cartões, preços choque, preços sensação, preços de ocasião que é o que faz o ladrão, o Azevedo é amigo da escravatura, das chinesices, dos soldos em queda, da miséria bem comportada, e avesso às chatices dos sindicatos, das reivindicações, das manifestações de uma dúzia de marmanjos enraivecidos, comunas enlouquecidos que não sabem nem sonham que é Belmiro que comanda a vida e a morte de cada um. Bafejado com o pensamento profundo de um merceeiro em larga escala, Belmiro n...

anda azedo, o azevedo

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Belmiro de Azevedo, um dos homens mais ricos de Portugal, seguramente por obra e graça do seu génio empreendedor, deu sinais de vida. Falou e disse. Defecou sentenças. Arrotou postas de pescada. Segundo ele, e corroborando o amigo Coelho, os portugueses não vão voltar a receber os mesmos salários que auferiam em 2011 (contra ele fala, coitado, que em 2013 viu a sua colossal fortuna aumentar e os proventos dos seus concidadãos, que já eram em 2011 dos mais baixos da Europa, minguar ainda mais). Segundo ele, os portugueses só podem ambicionar melhores salários quando trabalharem o mesmo que os alemães, ou seja, três ou quatro vezes mais do que actualmente. Vamos lá ver se percebo. Os seus funcionários trabalham para aí umas 40 horas por semana. Quatro vezes mais, significa trabalharem 160 horas por semana, mais de 30 horas por dia sendo que o dia só tem 24. É esta a carga laboral dos alemães? Ou dar-se-á o caso dos alemães trabalharem tanto ou até menos horas do que nós, os cala...

mais um dia passou e não se passou nada, nem defenestração nem restauração

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    Pior do que um hipócrita, só um hipócrita como primeiro-ministro. Passos lamenta que jovens qualificados tenham de emigrar . Mas é de recordar que foram vários os governantes a dizer « emigrem ». J. Manuel Cordeiro http://aventar.eu     O Belmiro de Azevedo e o Soares dos Santos, cujas fortunas mais que duplicaram entre 2012 e 2013 , encontraram no Banco Alimentar contra a fome e nas suas campanhas a forma, ética e moralmente, mais desprezível - o aproveitamento do sofrimento gerado pela miséria e penúria da grande maioria dos portugueses - de aumentarem consideravelmente as suas vendas e os seus lucros.     Pior de tudo: dois dos grandes beneficiados - não é preciso ir mais longe, veja-se a recente descida do IRC (ao contrário da manutenção nos mesmo valores do IRS e IVA) - do saque colectivo a que estamos sujeitos, pretendem, através dessas campanhas, aparecer junto da população, não nessa qualidade, mas antes como os "padroeiros da boa...

o grande negócio da caridadezinha

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o apocalipse do trabalhador

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http://jornaldigital.com/ Pobre Amorim. Ele apenas quer ser um humilde trabalhador e obrigam-no a acumular dinheiro. Diz a revista Exame, dirigida por comunas pela certa, que em apenas 1 ano duplicou a sua fortuna, tornando-se outra vez o mais rico de Portugal. Triste traste, que vida apoucada tem. Informa também a mesma fonte que os 25 portugueses mais ricos detiveram este ano o equivalente a 10% do PIB enquanto que, no ano passado, essa percentagem era de 8,4%. Por aqui se vê como o governo está a trabalhar bem, dou uma cabeçada ao primeiro que o acusar de incompetente. Amorim, Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo que o digam. Passos merece uma prece, velinhas, incenso e mirra, sobretudo muita mirra na bolsa dos trabalhadores. Menos de Amorim. A esse, o dinheiro medra. Na bolsa de valores. Está-me cá a parecer que o País anda a precisar de uma barrela. Eu entro com o sabão. Macaco.

as bacoradas do velho traste

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O venerando Belmiro, mais discreto do que Soares dos Santos, o outro merceeiro da Nação, resolveu agora dar um ar da sua desgraça com a afirmação de que "sem mão de obra barata não há emprego". Um dos homens mais ricos do País, que acumula riqueza à custa dos produtores e do seu pessoal, é mais um a mandar achas para a fogueira, a aumentar a clivagem entre os que sofrem com a crise e os que a atravessam como se nada fosse, aumentando a fortuna, surgindo na lista Forbes dos bandalhos mundiais e augurando, para Portugal, um destino de terceiro-mundo, com uma oligarquia rica e poderosa e uma multidão de escravos ao seu serviço, mal pagos mas agradecendo-lhes as migalhas. O venerando Belmiro também se encarniçou contra "esse carnaval mais ou menos permanente de manifestações". Diz isto quem se esqueceu dos tempos em que andou mascarado de UDP.  O venerando Belmiro não precisa de máscaras. É o que é. Um vampiro. Que a terra lhe seja pesada quando chegar a sua...

párias genuínos

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A Forbes acaba de publicar a lista dos grandes bilionários, a afronta de sempre a quem vive, em África, na Ásia, nas Américas e cada vez mais na Europa, em situações de pobreza extrema. Belmiro, Américo e Alexandre, os senhores da Sonae, Jerónimo Martins e Amorim, continuam na lista, claro, não há crise que os derrote nem austeridade que os abata. E há uma novidade este ano: Isabel dos Santos, a filha do presidente angolano, surge pela primeira vez neste "hit parade" de predadores. Mas, ah é verdade!, em Angola não se toca, Angola não se discute. Nisso, CDS, PSD, PS e PCP estão de acordo. Aquilo com que se compram melões, mansões e corporações faz por cá muita falta. Mesmo que seja dinheiro roubado ao povo. A economia não tem moral, nem pátria e, agora, nem leis nem regras. Os párias genuínos, defendidos por chernes e tubarões, somam e seguem. Para o ano, há mais. Com sorte, Portugal terá a honra de ver mais um bilionário na lista. Duarte Lima, talvez. Parafraseando uma q...

no bacanal dos milionários

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  Imagem:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

os donos de portugal

Não por acaso, vai passar na RTP 2 por volta da 1.30h da madrugada de 24 para 25 de Abril (se gosta de se deitar cedo, ponha a gravar). Baseado no livro de Francisco Louçã, Fernando Rosas e outros, este documentário conta a história das fortunas dos Champalimauds, dos Mellos, dos Espíritos Santos e, mais recentes, de Alexandre Soares dos Santos, Belmiro de Azevedo e Américo Amorim. Assalariados.

quem dá menos? quem dá menos?

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Fonte:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/