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assalto ao banco

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A sede do Banco Central Europeu, em Frankfurt, esteve hoje cercada por milhares de manifestantes em protesto contra a austeridade. Já nem as terras de Merkel são poupadas à indignação. Isto vai aquecer, digo-vos eu. Imagens: http://rt.com

os segredos da goldman sachs

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vamos salvar portugal

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Como toda a gente sabe, é a banca que manda, é a banca que comete tropelias, é a banca que arruína a economia mas é a banca que é protegida, é à banca que colmatamos, com os nossos impostos, desvarios, desvios e más condutas. Os portugueses estão na penúria, o governo vai-lhes à bolsa e à vida para encher os cofres dos bancos, perdoar dívidas a faltosos e ladrões contumazes. Assim sendo, porque é que os portugueses, e sabendo que o primeiro-ministro nos quer a todos empreendedores, não fundam bancos? Bancos de faz-de-conta, destinados apenas a extorquir dinheiro ao Estado? Vamos lá cambada, todos à molhada, vamos pedir subsídios, empréstimos sem juros e, se para isso não nos faltar o engenho e a arte, empréstimos a fundo perdido. Perdido por cem, perdido por mil. À banca, meus piratas!

não desviemos a cara para o lado ...

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17 dos 23 acusados no caso BPN foram condenados. Quem? A quê? Não se sabe. E quem são os 6 que foram ilibados? E só houve 17 criminosos na maior fraude bancária de todos os tempos em Portugal? Onde estão os outros?

o pimba da banca, pumba!

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amor de mãe

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Avança a RTP que Espanha poderá ter negociado o pagamento do empréstimo a 15 anos, com um período de carência de 5. Ou seja, durante 5 anos não vai liquidar nem parte da dívida nem pagar juros. Os portugueses que se roam de inveja. Ou Rajoy é um bom negociador ou, hipótese mais provável, a desusada benevolência prende-se com o facto do empréstimo ir ser canalizado para os bancos. Ora os bancos não são pessoas, merecem toda a consideração. E um carinho quase maternal.

é só abancar, abancar, abancar

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Como se viu já em 2008 nos Estados Unidos, e depois na Islândia, na Irlanda, na Grécia, em Portugal e agora em Espanha, não foi o cidadão comum que contraiu dívida e que precisa de financiamento, mas os bancos. No entanto, sumidades iluminadas há que continuam a propagar que vivemos acima das nossas possibilidades. E que nos obrigam a pagar a conta. Com dinheiro que vai quase todo direitinho, cêntimo a cêntimo, para os bancos. Ou para pagar juros da dívida, que vão favorecer ... os bancos.  Uma sociedade deve organizar-se em função do seu povo, do seu bem-estar, da sua felicidade. Mas, em pleno século XXI, neste século em que parece termos recuado um ou dois ou mais, a sociedade organiza-se em função da banca sagrada, os governos privilegiam a banca, esmifram-nos a favor da banca. Preocupam-se com os bancos. Sofrem pelos bancos. Nunca com os que são atirados para as ruas, os que passam fome, os que perdem emprego, perspectivas, a vida. Os que empobrecem. Os que vegetam. Os...

escândalo BPN

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Se a notícia do Correio da Manhã for verdadeira, que vamos fazer? Continuar calados? Ou por outra: em agitação e propaganda de facebook e pouco mais? Vamos continuar nas nossas casinhas, quentinhos, acomodados, enganados e roubados? Ou vamos para a rua mostrar que temos força e temos voz, que os senhores governantes se enganaram a avaliar a imbecilidade e passividade de todo o povo português? Que o Magina e a SIS e outros diabos à solta não tomem isto como um apelo ao motim, mas sim a uma demonstração - nunca vista em Portugal - do nosso descontentamento. Nós é que mandamos, não são os Passos perdidos desta nação em agonia, tristes trastes que estão convencidos de que o voto lhes deu direito a tudo. Chega de divisões clubísticas, de sectarismos, de pruridos ideológicos, que venham todos, com partido e sem partido! Dias 1 e 12 de Maio são dias de Primavera. Escolha o ar livre, a liberdade.

os tentáculos do polvo BPN chegam ao actual governo?

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Por Sérgio Lavos http://arrastao.org/ A Comissão Europeia até pode autorizar a venda do BPN ao BIC por um valor irrisório. A comissão de inquérito constituída pelos partidos do centrão até pode servir de cortina de fumo para todo o processo do banco do cavaquismo. Mas quer-me parecer que a procissão ainda vai no adro, a julgar por este post no Câmara Corporativa . "A fazer fé no que se dizia no Jornal de Negócios (artigo reproduzido na íntegra aqui ) de 26 de Janeiro de 2011, “a Finertec é detida pelo Banco Fiduciário Internacional, constituído em 2002 em Cabo Verde. Do conselho de administração da Finertec fazem parte algumas personalidades ligadas ao PSD, como António Nogueira Leite e Miguel Relvas.” Hoje, o Jornal de Negócios relata que um dos investigadores do BPN disse em tribunal o seguinte: Aliás, parece que as autoridades de Cabo Verde se depararam com o mesmo problema, tendo instaurado processos de contra-ordenação a administradores do Banco Insular, detido pelo ...

um negócio surreal

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Por Manuel António Pina http://www.jn.pt A história trágico-financeira-política do BPN atravessa dois governos e é assustadoramente surreal (ou talvez antes neo-abjeccionista): "nacionalizado" por um Governo PS, isto é, nacionalizadas as suas dívidas, a maior parte resultante de trafulhices, e detido o seu guru-mor, Oliveira Costa, enquanto os demais responsáveis continuam a andar por aí de cabeça despudoradamente erguida e como se não fosse nada com eles, coube a um Governo PSD/CDS "privatizá-lo" de novo. Os jornais publicaram há dias a notícia de um grupo norte-americano que se disporia a dar 600 milhões pelo BPN. Parece que, apesar de repetidas tentativas, nunca conseguiu chegar à fala com o Governo. E o Governo, não tendo melhor oferta, acabou por vendê-lo a um banco, o BIC, de Isabel dos Santos, filha de Eduardo dos Santos, e de Américo Amorim, pela módica quantia de 40 milhões de euros. Entraram, pois, 40 milhões nas contas do Estado? Não: saíram (mais) 600...

banqueiros na sopa dos pobres

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O título da notícia é claro e a ilação que pretendem que se tire é só uma: os banqueiros portugueses são dos mais mal pagos da Europa. Mas a notícia acrescenta que, mesmo assim, os "nossos" banqueiros ganham mais do que os de outros países com níveis salariais muito acima dos portugueses, mormente os dinamarqueses, noruegueses, holandeses e belgas. Ou seja, os banqueiros portugueses ganharam, em média, 845 mil euros em 2010. Por outras palavras, e dividindo esse montante por 14 ordenados, receberam a módica quantia de 60.357 euros por mês. Isto, de certeza absoluta, sem contar com as muitas alcavalas a que terão "direito" por portas-travessas: cartões de crédito, gasolina, automóvel topo de gama, telemóvel, chamadas pagas, etc., etc.  Estão, enfim, a um passo da indigência. Faça-se um peditório nacional em sua intenção. Eis a notícia:

mais um escândalo bancário a juntar a outros tantos

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Deixo-vos, sem mais comentários, por desnecessários, um artigo do Público. Está visto, não há que negar: o mundo está a ficar, cada vez mais, um lugar imundo. Investigação do jornal “The Independent” Bancos britânicos investem na produção de bombas proibidas 16.08.2011 - Por PÚBLICO Alguns bancos britânicos, incluindo dois que foram resgatados com dinheiro dos contribuintes, estão a investir milhões em empresas que fabricam bombas de fragmentação, cuja produção e comércio é proibido, revela o diário “The Independent”.

o governo está a actuar de forma excelente

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Claro que não tenho dúvidas de que este governo é o mais à direita, o mais ferozmente anti-trabalhadores desde o 25 de Abril a esta parte. Mas Ricardo Salgado confirma-o em declarações ao Expresso. Se os banqueiros gostam deste governo, como poderia eu gostar? Os nossos interesses, o que nos guia na vida, é tão inconciliável como água e azeite, deus e o diabo, pobreza e riqueza. Claro que ele se está borrifando para mim. Infelizmente, eu não lhe posso pagar da mesma moeda. Não o posso ignorar. Nem ele nem gente como ele. Não é ódio, nem inveja, o que me move. É um sentimento de justiça que caminha comigo vida fora. O artigo do Expresso:

o golpe de estado dos bancos

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faites vos jeux!

é disto que estamos a precisar

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Desta e de outras iniciativas, muitas mais, incluindo as nossas, nos nossos blogues, nas redes sociais, em conversas de rua, participando activamente em movimentos cívicos, assinando petições, radicalizando o discurso, contribuindo para que o mundo seja mais do que a quinta onde uns quantos nababos, sem ofensa para os nababos, enriquecem desmesuradamente à custa do sofrimento humano. A ideia partiu de 22 deputados europeus Nasce em Bruxelas um grupo de pressão contra o lobby bancário

já nasceu o novo sistema bancário que vai salvar portugal!

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e, se em vez de darem conselhos, os banqueiros pagassem impostos?

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Artigo de Daniel Oliveira para o Expresso online: Com o alto patrocínio do Banco de Portugal, os banqueiros apelaram à intervenção externa - recuso-me a usar eufemismos como "resgate" ou "ajuda". Compreende-se o interesse: sabe-se que parte desse dinheiro irá para os cofres dos bancos. Querem dinheiro? É natural. Mas não finjam que é com o País que estão preocupados. Mais interessante: os bancos recordam que têm acudido o Estado português, fazendo a intermediação entre com o BCE. Importam-se de repetir? Têm recebido dinheiro barato do BCE para o vender caro ao Estado. De ajudas destas está o Inferno cheio. O que os bancos têm feito é aproveitar as absurdas regras do euro para fazer um excelente negócio. Se bem me recordo, foi o Estado português que criou um fundo de garantia para segurar os bancos nacionais. E que se enterrou para salvar um deles e para com a nacionalização do BPN impedir, ao que se dizia, uma crise no setor. E que recebe, dessa mesma banca, a m...

os banqueiros não mandam!

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Texto da deputada europeia Ana Gomes, publicado ontem no blogue Causa Nossa.  Os banqueiros portugueses, que ajudaram a esmifrar o Estado e viveram à sua conta, subitamente "panicam".  Querem ver que tanto stress significa que nos andaram a contar mentiras sobre a resiliência dos seus testados bancos? Ignorantes, alguns pomposamente pedem uma ajuda intercalar aa UE - que nao existe, Barroso confirma, descartando-os liminarmente. Chazinho de camomila a rodos, recomenda-se. Tanto mais que, se caminharmos para a bancarrota, não iremos sozinhos - o Euro vai connosco. Antes tremerão os maninhos bancos espanhóis, alemães, franceses, britânicos e todos os que cá investiram, empurrando-nos para o endividamento fácil mas suicida. Talvez então Merkeles e seus amestrados no Conselho Europeu se assustem, acordem e façam o que há a fazer. Para salvar Portugal, mas sobretudo para salvar a Europa. No fundo, para se salvarem a si próprios e de si próprios. A maior par...

ao assalto, meus piratas!

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Do blogue 5dias. net, texto de Tiago Mota Saraiva: Devolvam-nos o nosso dinheiro! Como é possível que o Banco de Portugal promova uma reunião de banqueiros para obrigar o país a recorrer ao FMI? Como é possível que a mesma banca a que o Estado dá avales de loucura se arrogue tentar dominar, desta vez às claras, a política do país sem a devida resposta dos cidadãos? Como é possível que o banco público se negue a emprestar dinheiro ao Estado? Como é possível que o Estado não declare imediatamente que passará a atribuir os fundos de apoio às PME’s ou do QREN sem que as verbas passem (e fiquem) pela banca privada? Como é possível que não se responsabilize esta trupe de cangalheiros pelos buracos do BPN, BPP e BCP, no qual todos tiveram participações? Como é possível que o Estado não retire imediatamente as garantias públicas que oferece à banca privada?