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o esteves fala melhor!

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Assunção Esteves a debitar lugares-comuns num português, ela própria o diz, "abstracto". Ao lado da Esteves, que bem que fala o Esteves! E o Jesus também!

crime, diz ela

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Lusa/ http://sicnoticias.sapo.pt/ Depois do que disse há dias, ver link abaixo, sobre as incongruências de Assunção Esteves, eis que Esteves veio contradizer o que ela própria tinha dito, voltando assim a sua opinião à forma original: comete "crime público" todo aquele que, no parlamento, interromper os trabalhos dos doutores aos gritos de revolta. É uma ofensa à democracia, acrescenta ela que, tal como a minha prima Georgina, também gosta de dizer coisas. Estranha noção de democracia tem esta gente. Sempre gostava de saber em que alfarrábios aprenderam política. Os discursos de Salazar devem ter tido muita procura. Suspenda-se a democracia enquanto estivermos sob o período de ajustamento que, por este caminhar, vai durar mais uns 46 anos, a somar aos dois já passados. O passado voltou. http://ouropel.blogspot.pt/2013/11/os-ditos-por-nao-ditos-da-familia.html

os ditos por não ditos da família esteves

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Assunção Esteves - e não José Esteves, a esse perdoam-se-lhe a pinga e as toleimas - declarou-se orgulhosa pelo parlamento ser o destino de todas as manifestações. Carago! Então não foi essa mesma senhora que, há uns tempos atrás, apelidou alguns manifestantes de carrascos? E não é ela que manda a polícia escorraçar quem quer que se manifeste nas galerias? Em que ficamos, oh Esteves? Ou tem a memória curta ou anda a beber da mesma fonte do outro Esteves. Das duas, só pode ser uma.

ultimato orçamental

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Por Viriato Soromenho-Marques http://www.dn.pt A democracia nasceu da luta dos contribuintes para serem cidadãos. As grandes discussões dos parlamentos resumem-se a dois assuntos: em que sociedade queremos viver (lei constitucional)? Como é que vamos gerar receitas e aplicá-las (lei orçamental)? A primeira marca um horizonte de longo prazo. A segunda, o autogoverno quotidiano dos povos. O OE de 2014 é mais importante pelo método do que pelo conteúdo, apesar da sua dolorosa austeridade. É o primeiro orçamento em que se consagra a deriva antidemocrática em que a Zona Euro mergulhou. O OE não pode ser modificado, nem melhorado, porque o centro do poder não se encontra no Parlamento nacional. A "discussão" que vai ter lugar será um jogo de sombras, uma simulação. O Governo vai fingir que o OE é criatura sua e a oposição vai fingir que acredita nisso. De facto, o OE já está determinado. Não só pela troika, que o desenhou ao detalhe, mas também pelas imposições do novo...

o cartaz do novo PREC

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Força, força, companheira Esteves! Ilustração de Pedro Vieira ( http://arrastao.org/ )

os carrascos de assunção esteves

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Por Nicolau Santos http://expresso.sapo.pt A presidente da Assembleia da República lida muito mal com contrariedades. Lida pior com desafios ao seu autoritarismo. E não suporta as manifestações de descontentamento popular que, volta e meia, acontecem na hemiciclo de São Bento. Esta tarde, 11 de Julho, perante um numeroso grupo que nas galerias gritava "demissão!", Assunção Esteves não se enervou apenas. Fez uma sugestão, uma declaração e uma citação. A sugestão foi que se repensasse a possibilidade do público deixar de ter acesso à casa da democracia. A declaração foi a de que "não fomos eleitos para sermos amedrontados, desrespeitados". E a citação foi de Simone de Beauvoir: "não podemos deixar que os nossos carrascos nos criem maus costumes". Beauvoir escreveu esta frase a propósito da opressão nazi sobre os franceses durante a II Guerra Mundial. Equiparar cidadãos portugueses que se manifestavam na casa da democracia a torturadores ...

ai assunção, que medo!

Hoje, na Assembleia da República. O repúdio a este governo sobe de tom. E a Assunção, durona, mazona, cortou o pio ao Canal Parlamento e ameaça com novas regras de entrada na "casa da democracia". 

faça favor, senhor primeiro-ministro, peço desculpa, senhor primeiro ministro

quem não offshora não mama

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Uma página do facebook de que gostei. Imagens de: https://www.facebook.com/QuemNaoOffshoraNaoMama?fref=ts

crónica de uma morte antecipada

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São novas do pasquim manhoso: as reformas saem caras ao Estado. Não importa quanto é que cada um pagou, ao longo de décadas, para assegurar uma velhice minimamente condigna. O que importa é que "não há dinheiro", qual destas palavras é que ainda não percebeu? E o pasquim ranhoso vai adiantando serviço ao Passos & Cia: vai alertando os ingratos portugueses, essas alminhas tão difíceis de governar (já Salazar o dizia no seu tom de prior cansado a fazer lembrar o de outro ministro das Finanças), que a mama acabou, que os velhos vão ter que apertar o cinto ou, porque não?, matar-se. Afinal de contas, 37 milhões são 37 milhões, um encargo pesado para as gerações mais novas. Não é, Passos & Cia? Já agora, se mal pergunto, vão continuar a pagar-se as reformas chorudas de tantas eminências pardas da Nação, muitas ainda em exercício de funções e tantas tão longe dos anos "dourados" da velhice? Ah, já me esquecia, que parvo sou: são direitos adquiridos e, como...

cromos para a troika

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Imagem:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

que lindo friso de coristas!

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e nós a pagar

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Estamos em austeridade. É o que dizem sempre que nos querem ir aos bolsos. Mas eles não se privam, nem em assessores e motoristas nem em subsídios e subvenções nem em automóveis e alcavalas nem em almoços, jantaradas e passeatas. Mais importante do que ver quem é vaiado ou aplaudido, isso vale o que vale, é reparar na quantidade de figurões, dos mais variados partidos, que ali foram comer à conta. A corja goza connosco. E nós deixamos. Porque vaiar é pouco, é nada. Correr com eles, isso sim, era obra e era a nossa salvação.

assunção, apetece-me algo

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Ainda que protegida pelo artigo 13.º da Lei de Organização e Funcionamento dos Serviços da Assembleia da República, não se sabe porque carga d'água Assunção Esteves, que começa mal o desempenho do seu cargo, ao contrário das minhas esperanças, resolveu atribuir ao ex-Presidente da Assembleia da República, Dr. Mota Amaral, um gabinete, secretária, automóvel topo de gama e motorista. Já agora, porque não as mesmíssimas prebendas a Jaime Gama e a outros?  Não há carros que cheguem para as encomendas? Gabinetes? Secretárias e motoristas? O forrobodó continua.

lufada de ar fresco

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Tenho razões mais do que sobejas para estar sempre de pé atrás com os políticos, venham eles de onde vierem, e se vierem do PSD, do PS ou do CDS então só não fico com os dois porque as leis da gravidade mo impedem e a idade, que não sendo avançada avança a olhos vistos, apela à prudência no que toca a desmandos físicos. Mesmo assim, e porque ainda acredito no género humano, gostei de ver Assunção Esteves ser eleita para a presidência do Parlamento, ao contrário do que sucederia se tivesse sido Fernando Nobre, de troca-tintas e oportunistas estamos nós cheios até ao alto do cocoruto. Porque é mulher. Porque é tecnicamente competente. Porque é feminina. Porque não foi eleita, como os outros que a precederam, à laia de prémio de carreira. Sempre pensei, e escrevi algumas vezes aqui, que as mulheres na política, quando boas, são melhores do que os homens. Espero agora que Assunção Esteves não me desiluda e ponha a casa na ordem. Atenta aos abusos com os dinheiros públicos. Intolerante par...