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onde pára a ética republicana?

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Por Baptista-Bastos http://www.jornaldenegocios.pt/ O diário i publicou, na terça-feira, a lista de cargos que o dr. António Vitorino ocupa em doze empresas. Diz: "Entre presidente de assembleias-gerais, líder de conselhos fiscais, vogal em administrações e sócio de um dos mais poderosos escritórios de advogados em Portugal, o homem (…) parece estar em todo o lado." Há anos, recebi um "e-mail" que dava nota das empresas nas quais o dr. Aguiar-Branco detinha funções. Era uma lista quase infindável, e permitia, tal como esta, do i, avaliar o trabalho insano de tão distintas personagens. Pouco ou nada me interessam os ganhos destas figuras; mas diz-me respeito, isso sim, a categoria moral de quem exerce ou exerceu funções públicas. Vitorino começou muito à esquerda do PS. Foi da UEDS (União da Esquerda Democrática Socialista) e da Fraternidade Operária, por onde também passeou Eduardo Prado Coelho, por exemplo. As duas organizações tinham como animador Lop...

vitorino à vitória?

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Além de advogado de negócios, António Vitorino exerce cargos em 12 empresas. É um homem atarefado. Para quê maçá-lo com a candidatura a Belém, ainda por cima com um salário que não lhe vai dar para as despesas? Compreendo Vitorino, que não queira ser levado à vitória. Compreendo e agradeço.

os mais necessitados

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Registem nos vossos canhenhos e ponham de parte uns cêntimos para os que, de entre todos estes, se provar serem entes necessitados: Manuel Dias Loureiro, António Vitorino, Armando Vara, Rui Gomes da Silva, Ângelo Correia, Duarte Lima, Joaquim Ferreira do Amaral, Zita Seabra, Carlos Melancia. Todos estes indigentes que a Nação pariu recebem subvenções vitalícias, entre os 2.000 e os 9.000 euros mensais. E o governo, sempre tão lesto a ajudar os mais carenciados, vem dizer que vai manter a subvenção para os que dela precisam. Vai-se a ver, quando chegarem ao fim das indagações, e de examinarem minuciosamente os atestados de pobreza de cada um deles, vão chegar à conclusão de que, afinal de contas, todos têm precisão da dita subvenção. Uns porque estão engavetados, outros porque já o deviam ter sido há muito, outros, finalmente, porque têm empregos muito mal remunerados à frente de editoras, de aquários de tubarões, vulgo escritórios de advogados, ou da paupérrima Lusoponte. Expon...