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arquitecto saraiva, o pobre de espírito

Arquitecto Saraiva, o primeiro idiota do ano por leituras

escrever na merda

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Tem que ser, dizem-nos os comentadores do regime fanado. Temos que empobrecer para mais tarde enriquecer. Temos que fazer sacrifícios. Olhem os ricos, coitados, que ficam mais ricos e não sabem o que hão-de fazer a tanto dinheiro. Olhem os ministros, coitados, que viajam em carros de luxo, alemães de preferência. E os camilos, e os neves, e os monteiros, e os saraivas, e os rosas, e os marcelos, todos nos vêm dizer que andámos a gastar demais, que estamos a comer demais, a medicarmo-nos demais, a divertirmo-nos demais, a viajar demais, a viver demais. Que é preciso ajustar a economia à produtividade dos portugueses, esse bando de calaceiros, desordenados, desleixados, uma tropa-fandanga sem eira nem beira. Temos que trabalhar mais e ganhar menos. Sócrates levou-nos à falência. Soares é uma velha carpideira. Os manifestantes são perigosos. Os invasores de escadarias e antecâmaras de ministérios, anti-democratas. As greves prejudicam a economia. Os velhos estão ricos, os funcionário...

mais um vómito do rei-sol

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José António Saraiva escreveu mais um dos seus famosos artigos no jornal onde põe e dispõe, o Sol (prova de que, quando este nasce, não é para todos). Pois cá eu, oh José António, sou sim, às vezes sou mal educado, quando me falta a paciência, quando me sobra a indignação, mas não sou invejoso. Não invejo a vida vazia de quem vive para ganhar dinheiro tantas vezes mal ganho, para laurear a pevide pelos restaurantes e discotecas da moda, para exibir a casuncha, os móveis, as obras de arte pelas revistas do coração debitando lugares comuns, enfim, prefiro a minha vida recatada, poupada, vivida. Não, José António, engana-se: não é inveja o que nos move, eu e muitos outros que se fazem ouvir por blogues e  redes sociais, mas sim o sentido de justiça social, de humanismo, de solidariedade para com os que mais sofrem. Coisas que o José António, conviva de casa e pucarinho dos alegadamente invejados, desconhece. E cá vai o vómito, preparem os estômagos:

cão gay, na douta opinião do arquitecto saraiva

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"À minha frente, no elevador, está um rapaz dos seus 16 ou 17 anos. Pelo modo como coloca os pés no chão, cruza as mãos uma sobre a outra e inclina ligeiramente a cabeça, percebo que é gay." António José Saraiva (ou será José António?) Semanário "O Sol"

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josé antónio saraiva - a ciência é uma coisa fantástica

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Por Samuel http://samuel-cantigueiro.blogspot.pt/ À minha frente, no elevador, está um rapaz dos seus 16 ou 17 anos. Pelo modo como coloca os pés no chão, cruza as mãos uma sobre a outra e inclina ligeiramente a cabeça, percebo que é gay. (José António Saraiva, in “Sol”) Não se pode deixar de ficar esmagado perante o brilho literário e, sobretudo, o rigor científico deste verdadeiro tratado de “sexo-antropologia”, em boa hora parido pelas meninges do genial director do “Sol”. Não consegui uma fotografia que testemunhasse este bonito momento de descoberta vivido por José António Saraiva, dentro do elevador... nem sequer uma que mostrasse o modo de poisar os pés no chão. Daí ter-me ficado pela pesquisa do "cruzar de mãos e ligeira inclinação da cabeça". Não faltavam exemplos por onde escolher. Na verdade, acabei por utilizar a primeira fotografia que veio à mão. A “ciência” é uma coisa fantástica!!! Parafraseando Einstein, é quase tão infinita quanto a estupidez!