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A mostrar mensagens com a etiqueta antónio borges

de que lhe valeu?

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morreu o borges e morre o país aos poucos

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E agora? Quem trata das privatizações? Chamem o Relvas! Seguramente, as almas acristianadas amigas de Borges ficarão chocadas com a forma displicente, desrespeitosa, com que trato da morte de alguém. Mas não é tal sorte, a morte, que apaga o mal que nos fez, a Portugal e aos portugueses, em vida. Que seja muito feliz lá nas alturas, onde as almas acristianadas acreditam que pairará.

o pasto dos cardeais

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Imagem: http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/

antónio borges, um ser infecto

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Por Samuel http://samuel-cantigueiro.blogspot.pt António Borges é um salafrário viveu toda a sua inútil vida de parasita como lacaio da pior escória do capitalismo selvagem e sem pátria. Recentemente, decidiu cravar os dentes nas veias dos trabalhadores portugueses. Só do seu “part-time” como consultor do governo, ganha cerca de vinte e cinco mil euros mensais pagos directamente pelos contribuintes. O salafrário acha que «o ideal era que os salários descessem» , juntando assim a sua extremamente bem paga opinião à polémica sobre a descida, ou subida do Salário Mínimo Nacional. Esta posição de António Borges pode querer dizer muita coisa... mas uma quer dizer de certeza: o grandecíssimo "filho da puta" que, evidentemente, sabe bem que são estes a quem quer baixar os salários que lhe pagam o estilo de vida milionário, mostra que para além de gostar que os "seus" euros corram como um rio, todos os meses em quantidades descomunais para a sua conta bancária....

fujam portugueses que vai haver merda no beco

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Um cartaz à entrada de um café algures no Brasil. E o nosso governo, que tanta merda tem feito e não paga nada? Antes pelo contrário, rouba todo um povo, quer transformá-lo numa vasta multidão de maltrapilhos para sustentar os Borges, os Salgueiros, os Catrogas, os Duarte Limas, os Dias Loureiro, os Ulrich, as Jonet da nossa praça, esses sim, todos eles, os verdadeiros cagões da Nação. A semana que passou foi fértil em diarreias expulsas pelos cérebros destas criaturas. João Salgueiro quer os desempregados (todos eles, licenciados ou não) a limpar matas. Passos e Borges uniram-se para alvitrar, por enquanto só alvitrar, que o salário mínimo deveria descer para ajudar à criação de emprego (para uma multidão de maltrapilhos, está bom de ver). Os reformados da banca estão "indignados" porque, dos 40.000 euros que alguns recebiam agora só lhes vêm parar às mãos uns míseros 10.000. A Direcção Geral de Saúde vai publicar um livro que ensina o povoléu a substituir a carne, a...

na baía dos porcos

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“O ideal era que os salários descessem como aconteceu noutros países como solução imediata para resolver o problema do desemprego" (António Borges, Março de 2012) Divididos por 14 meses, estes 225.000 euros dão mais de 16.000 euros por mês. E é este o homem que acha que se deve baixar o salário de quem ganha menos de 500 por mês. Se Borges abdicasse do seu ordenado, ou se os portugueses corressem com ele como já deveriam ter feito há muito, o que o Tonico abocanha ao erário público daria para pagar o salário mínimo a, pelo menos, 30 trabalhadores. E, imagine-se, com o salário mínimo a subir para os 530 euros.  Os porcos deveriam estar na pocilga, não em órgãos do Estado.

o grande revolucionário da goldman sachs

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"A crise é mais injusta, mais penosa e mais difícil e leva mesmo a sentimentos de revolta, que todos devemos sentir". “Houve quem beneficiasse muito com esta política (do governo) e não foram os mais pobres. (…) E houve também quem ficasse prejudicado em termos relativos e quem acabasse por ver a sua situação piorar ao longo do tempo”. “Não há efectivamente uma distribuição equitativa das consequências (da crise) e muitas vezes há mesmo muita, muita impunidade.” Quem disse isto? Arménio Carlos? Jerónimo de Sousa? Louçã? Garcia Pereira? O meu vizinho do 5º esquerdo, ardente militante das FP25 há uns anos atrás? Não. Quem disse isto foi António Borges, o homem da Goldman Sachs em Portugal, o rei dos hipócritas, o especialista nas privatizações ao desbarato, o mesmo que disse que os salários tinham que baixar em Portugal e outras alarvidades de que não me lembro agora porque elas são tantas e ditas por tantos que os meus neurónios já não aguentam tanta pal...

xenófoba é a tua tia e casou-se!

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Pintura de Jean-Baptiste Debret Os senhores da Newshold - a tal candidata a pagar metade da RTP e a mandar por inteiro, segundo os mais recentes e inconstantes planos de Borges/Relvas para a devastação nacional -, passaram ao ataque. Coitadinhos, que têm sido tão atacados na comunicação social, a portuguesa claro, que a angolana não se mete com eles, lá há prisões para os rebeldes e um tiro na noite não custa a dar e sai barato. Coitadinhos, que têm sido vítimas de xenofobia por parte de jornalistas e comentadores. Coitadinhos que, tal como outras empresas angolanas instaladas em Portugal, só querem ajudar o País a ultrapassar este mau momento, a fazer-nos progredir e enriquecer, tal como têm feito progredir e enriquecer o seu próprio povo que, como toda a gente sabe, anda a nadar em dinheiro de manhã à noite e a enfeitar-se com diamantes da cabeça aos pés. Enfim. Vamos aturando os raspanetes e os ditames da Merkel, do Durão, da Lagarde, das agências de rating, dos patrões do ...

olha que belo ajustamento!

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António Borges diz que ajustamento da economia está feito. Que sorte a nossa, já resolveram os problemas da nossa economia. Custa-me a entender que esse reajustamento seja uma coisa assim tão boa já que está a custar milhares de empregos por dia, falências de empresas, crédito mal parado, recessão e um depressão no país que não vai haver Prozac que lhe baste. Se ajustar a economia é destruir os serviços públicos, a saúde , a educação, fomentar a fuga dos nossos mais qualificados quadros para o estrangeiro e distribuir fome e miséria por todo o lado, então vai ser difícil de explicar as vantagens deste ajustamento. Pelo menos para os que sofrem, não para os que estão a encher os bolsos à sua custa e para os que estão a comprar tudo o que valha mais de um euro a preço de saldo da loja do chinês. Texto e imagem: http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

sedentos de sangue

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Coelho, Borges, Relvas, Ferraz, Gaspar, lobos esfaimados ao assalto da última carniça: os filhos dos pobres. Nada escapará aos seus dentes aguçados. Nem ensino, nem saúde, nem pensões, nem subsídios de desemprego. Nada. Só a unidade de todos, seja qual for a sensibilidade política, pode fazer com que os predadores sejam rechaçados. Com cartas, por mais bem intencionadas que sejam, não vamos lá. Precisamos de um 15 de Setembro ainda maior e mais abrangente. Precisamos de ver Soares, Medeiros Ferreira, Inês de Medeiros, Frei Bento Domingues, Siza Vieira, António Arnaut, Clara Ferreira Alves, Pilar del Rio e tantos outros encabeçando a caça à besta. Nas ruas. A raiva e as garras dos animais que nos dominam e fazem de Portugal uma selva exigem isso e muito mais. É um dever humanista. Uma exigência patriótica. Por muito menos (repito: por muito menos) arrebanhou Soares milhares de pessoas para a Fonte Luminosa. Muitas delas, agora, estarão impantes de alegria com o rumo dos acontecimento...

la famiglia di don coellone

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O gang está bem organizado, o assalto ao poder foi delineado durante longo tempo, o plano concebido até ao mais ínfimo pormenor. A venda de jóias da coroa está a prosseguir a bom ritmo, a TAP está quase, à ANA o destino está traçado. A seguir, porque não os Jerónimos, a Torre de Belém, a dos Clérigos, a Cabra de Coimbra, as ilhas dos Açores e da Madeira? E as praias do Algarve, vendidas aos alemães, interditadas a autóctones? Ou, citando o Ary de um tempo em que Portugal ainda era dos portugueses, porque não vender "vales, socalcos, searas, serras, atalhos, veredas, lezírias e praias claras"? Don Coellone não está sozinho. Conta com a ajuda dos membros da seita, Don Erba para controlar a informação, impor a lei da ormetà , controlar a espionagem, estabelecer relações privilegiadas com as máfias de Angola. Don Porte, de porte institucional, com a pose de Estado de um vaidoso profissional, é o agente secreto para os negócios estrangeiros. Don Cratto reduz os serviços d...

um país entregue a bandidos

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Por Sérgio Lavos  http://arrastao.org/ A ser verdade o que Daniel Deusdado escreve aqui (1), temos então o país a ser governado de facto pela tríade Miguel Relvas/António Borges/Dias Loureiro. E sabemos que tudo o que se está a passar na sombra apenas será revelado daqui a alguns anos - ou nunca será. Das privatizações às futuras concessões depois da refundação, tudo passará pelos dedos sujos desta gente. Dos interesses angolanos às empresas da rede de amigos de Relvas, passando pelos confrades maçónicos e pelos escritórios de advogados que estão a ganhar milhões com a emissão de pareceres e o acompanhamento dos negócios do Governo (pelo lado do Estado e pelo lado dos privados), nada escapará, e no final teremos um Estado a ser alimentado por impostos altíssimos a servir apenas alguns e a contribuir para o aprofundamento das desigualdades sociais e da pobreza. Não, este Governo não morreu, este Governo está mais vivo do que nunca. Subestima-o quem acha o contrário. Por...

a chatice da democracia

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Por José Vítor Malheiros http://versaletes.blogspot.pt 1. António Borges considera-se extremamente inteligente. Como nunca ninguém lhe explicou que as qualidades próprias não se declaram, decidiu lembrar os portugueses do facto, dizendo-o alto e bom som numa conferência para empresários com cobertura televisiva. Claro que não o fez directamente, porque António Borges tem uma ténue consciência do ridículo, e decidiu lisonjear se com o máximo de discrição de que é capaz fazendo o elogio da sua proposta da TSU. A medida é “extremamente inteligente”, disse, e os empresários que não gostaram dela só não gostaram dela porque “são completamente ignorantes “ e, se fossem seus alunos, “não passariam do primeiro ano” do seu curso na faculdade. A declaração não é preocupante por nos revelar que António Borges é aquilo que no Reino Unido se chama em linguagem técnica um pompous ass. Também não é preocupante pelo paternalismo deslocado do chumbo virtual no primeiro ano...

the goldman sucks

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economia sem coração

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Por Viriato Soromenho-Marques http://www.dn.pt Há pessoas assim. O mundo pode perecer, desde que o seu ego gigantesco não sofra qualquer dano. Fortunato Frederico, um dos mais notáveis empresários apoucados por António Borges (AB), guru económico do primeiro-ministro (PM), comentou que a baixa da TSU "era uma medida sem pés nem cabeça, sem coração". Para AB, isso não passa de "ignorância", merecendo reprovação no exame da cadeira que ensina numa universidade. AB ficou com uma ferida narcísica, pois foi ele quem ditou ao PM o repulsivo discurso de 7 de setembro. Mas o mais importante é perceber que economia ensina AB nas suas aulas. Recentemente, Luigi Zingales, professor na Universidade de Chicago, onde se celebrizou um dos profetas do ultraliberalismo económico, Milton Friedman, assinalava a miséria ética de grande parte dos cursos de Economia e Gestão. O título do seu artigo fala por si: "Será que as Escolas de Negócios são incubadoras de Criminosos?...

o inteligente borges

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Por Daniel Oliveira http://arrastao.org O inteligente Borges inventou um estratagema para pôr os trabalhadores, já na penúria, a financiarem as empresas através do aumento dos descontos para a segurança social e a redução da TSU. A ideia "extremamente inteligente", não fosse ela do muitíssimo inteligente Borges, nunca tinha sido experimentada em lugar algum. Os empresários, como todo o resto do País, foram contra. Não por uma questão de solidariedade, mas porque acham que trabalhadores falidos são consumidores falidos. Pensam que não há exportações que nos salvem da destruição do mercado interno. Os ignorantes tiraram assim ao espantosamente inteligente Borges o Nobel que lhe estava reservado. O tremendamente inteligente Borges é demasiado grande para este País. Tem de lidar com gente ignorante que não passaria no primeiro ano do seu curso, disse ao lado do genial ministro que fez de uma assentada um curso inteiro. Porque voltou o barbaramente inteligente Borge...

tenham medo, muito medo

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Não subestimem o Borges. Nem o Passos. Nem o Relvas. Nem o Gaspar. Alguém os colocou onde estão para fazerem o seu trabalho e eles sabem fazê-lo como ninguém: depauperar os portugueses, destruir o Estado Social e privatizar. Privatizar tudo. EDP. TAP. CGD. REN. RTP. Tudo. E é esta a grande missão do governo pária e apátrida que nos coube em sorte, é esse o grande plano de quem está por detrás desta gente: fazer dos portugueses a mão-de-obra escrava que faltava na Europa e fazer de Portugal um país cada vez mais dependente, mais pobre, mais submisso, à mercê de esmolas, de pressões, de chantagens, sujeito à voracidade do capital sem rosto, dos grandes senhores do mundo, os negreiros do século XXI. Por isso convém vender tudo, a pataco, e quanto mais depressa melhor não vá o povo apeá-los e o trabalhinho ficar a meio. Não subestimem o Borges. Nem o Passos. Nem o Relvas. Nem o Gaspar. Nem mesmo o Álvaro pastelão. São gente perigosa. Muito perigosa. Temam-nos. Corram com eles e corram...

a maldição de um bórgia

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Autor: Antero https://www.facebook.com/anterozoide

o ventríloquo

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Por Baptista Bastos http://www.dn.pt/ O país que pensa assistiu, entre o perplexo e o estarrecido, às declarações do sr. António Borges a Judite Sousa, na TVI. Perplexo porque viu um assessor substituir o Governo numa entrevista importante. Estarrecido pela frieza gélida com que o senhorito falou no extermínio do serviço público de informação, em troca de coisa alguma. A certa altura da extraordinária conversa, o sr. Borges, impávido e sereno, disse que a questão dos despedimentos previsíveis diria respeito ao novo "operador" logo que a RTP e a RDP fossem desmanteladas. O Governo lavava dali as mãos. Só um tolo admitiria que o preopinante falava com voz própria. Ele mais não era do que o eco, à sorrelfa, de Miguel Relvas, dissimulado nos bastidores pelas públicas razões conhecidas.

as pessoas começaram a poupar mais, em particular em artigos de luxo, automóveis

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Disse ontem António Borges ao Público. Mas nem só automóveis, digo eu, que gosto de meter o bedelho onde sou chamado. Há outros artigos de luxo em que os portugueses poupam. Vejamos alguns: carne, peixe, leite, pão, legumes, fruta, arroz, massas. E quem ainda se dá ao luxo de ter automóvel - é inacreditável como alguns ainda vivem acima das suas possibilidades, uns nababos! - poupa na gasolina, anda a pé. Pés rapados, qualquer dia pés descalços. Que não correm com os Borges a pontapé dos poleiros onde se atacharam entre luxos e nos empobrecem. E nos gozam.