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pobres dos ricos

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Por Ivo Rafael Silva http://blog.5dias.net/ Esta semana a EDP apresentou lucros na ordem dos 800 milhões de euros. Curiosamente, esta semana também, a EDP decidiu desencadear uma mega-operação de corte de electricidade a um sector de privilegiados que vive à grande e à francesa nos “luxuosos” bairros sociais de Lisboa e Porto. E se aqui se usa de uma certa ironia, veja-se como, na idiossincrasia de João Miranda , se desenha uma vida faustosa das gentes de um desses bairros, no caso o do Lagarteiro, caracterizada por ele como gente que recebe – e coloca tudo ao molho para engrandecer ainda mais a coisa… – “uma data de pensões”. Aquilo é um fartote! É uma data de euros e de euros valentes! Aquilo é que é “mamar”! João Miranda fala de “complemento solidário para idosos, subsídio social de desemprego, abono de família e pensão social de invalidez” como se estivesse a falar de mais-valias bolsistas, salários milionários de gestores, motoristas particulares, jactos privados, benes...

o mexia ainda mexe

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carnes para abate

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O Mexia, o tal que ganha não sei quantos mil, que vive à grande não sendo grande coisa, apenas mais um espertalhaço que saltou de um governo para os braços da EDP, diz que, se o Tribunal Constitucional se continuar a portar mal, a defender a dignidade dos portugueses, a pouca que lhes sobra do terramoto coelheiro, aqui d'el-rei que vamos ter que pedir um segundo resgate. Curioso, já ontem um qualquer organismo financeiro, não me lembro se agência de rating ou outra dessas instituições chulas que mandam mais do que os governos, substituindo os políticos na governança dos povos, veio dizer que, se as eleições não correrem de feição aos partidos no poder, se os portugueses não forem a correr às urnas para louvar os mortos-monstros da lusitana coelheira, aqui d'el-rei que vamos ter que pedir um segundo resgate. Ou seja, ou os tugas têm juizinho ou levam ainda mais no focinho: mais assaltos aos salários, às pensões, às prestações sociais, à Saúde, à Escola Pública, a tu...

mexia mas já não mexe

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BRECHT Por Fernanda Mestrinho http://www.ionline.pt Perante tanto debate, comentário, entrevista, dei por mim com saudades: nunca mais vi ou ouvi António Mexia. Geralmente andava rodeado de uma nuvem de jornalistas. Ex- ministro, presidente da EDP, António Mexia era o símbolo do gestor de sucesso. Ora mandava nos governos, aumentando as rendas excessivas e a factura, ora considerava os portugueses uma cambada de invejosos pelo ordenado que auferia. Acontece que os chineses compraram a EDP e, up, António Mexia passou a funcionário de uma empresa pública chinesa. Os novos patrões não gostam de mediatismo e, além disso, gestores como António Mexia, a China deve ter que esgote os dez estádios de futebol do euro. Imagino a dificuldade em lidar com uma cultura do sorriso indecifrável e do olhar penetrante. Primeiro ensinamento, na sua reeducação, de Confúcio: “Não te suponhas tão grande que penses ver os outros menores que tu.” Pior que o silêncio é a carta de...

mexias iluminados

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Para os chineses, uns belos milhões. Para o Mexia, 3000 euros por dia. Leu bem: três mil euros por dia. Afinal a coisa dá lucros e chorudos, uma árvore das patacas inesgotável. Mas alguém tem que pagar a conta: os velhos pagam-na quando morrem por não poderem aquecer as suas casas; as empresas pagam-na ao falirem por não aguentarem os custos energéticos (maiores do que os do trabalho, essa é que é essa); a maioria dos portugueses paga-a com aumentos escandalosos do gás, da electricidade, da gasolina, dos transportes, dos impostos, paga-a com as infames reduções salariais, com o desemprego, o embaratecimento da mão-de-obra de que, há dias, tanto se ufanava António Borges. E um governo mais moralista do que todos os santinhos do céu juntos em oração tenta pôr as contas do País em ordem, custe o que custar. À nossa custa e à custa do nosso bem-estar, das nossas economias, quando as temos, da nossa saúde, da nossa vida. Mas isto ainda está bom para alguns. Os que mexem nos cordelinhos do p...

peditório nacional a favor de um carenciado

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Notícia do Jornal de Negócios online. Coitado do Mexia, em relação a 2008 e 2009 perdeu tanto dinheiro. Como é que se tem governado com 1 milhão? Façamos um peditório nacional já! O CEO da eléctrica nacional ganhou menos 19% do que no ano precedente. E recebeu apenas um terço do "cheque" de 2009. A remuneração total do presidente executivo da EDP ascendeu a 1,05 milhões de euros em 2010, uma queda de cerca de 19% face ao valor auferido no ano precedente, que tinha sido de 1,3 milhões de euros, de acordo com o relatório do governo da sociedade publicado na CMVM . António Mexia ganhou 703,4 mil euros de remuneração fixa, tendo a queda sido integralmente registada na remuneração variável, ao passar de 600 mil euros em 2009 para 351,6 mil euros em 2010. Em 2009, recorde-se, António Mexia havia também recebido num só ano um prémio pluri-anual relativo aos três anos anteriores, o que elevara o valor do "cheque" daquele ano para 3,1 milhões de euros. Só em 2012 ess...