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A mostrar mensagens com a etiqueta angela merkel

palavras para quê?

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BÓNUS! BÓNUS! BÓNUS! ANEDOTA FINAL:

a alemanha salvará a grécia das ruínas

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numa palavra!

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OXI! OXI!

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Nem Merkel, no seu próprio borralho, escapa ao NÃO grego.

engolirá um NÃO, regurgitará vingança

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beijo na pata ou pontapé na puta?

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Carlos Latuff

crimes contra a democracia e a humanidade

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Agora totalmente às claras, Merkel e apaniguados querem fazer cair o governo grego. Já se ouvem zunzuns de que até têm na manga o sucessor de Tsipras, o presidente do banco central grego, afecto à Nova Democracia de que Merkel e apaniguados tanto gostam, obedientes e mansos como cordeiros a caminho do altar dos sacrifícios. O que se tem passado é um escândalo, uma abjecção, um colossal escarro na democracia, sem querer imitar o Gaspar de triste memória. É uma tentativa de golpe de Estado, uma ingerência nos destinos de uma nação milenar. Como resposta, Tsipras, a quem tiro o chapéu, propôs levar a cabo um referendo para que o povo diga se aceita ou não as condições dos credores, na prática mais austeridade que resultará em mais pobreza e mais definhamento da economia. Os apaniguados, esses, fecham os olhos ou acenam com as cabeças a dizer que sim a Merkel. Tal como o fizeram outros da mesma laia até que Hitler invadiu a Polónia. E não é preciso ter dons de adivinho para perceb...

"por favor, matem angela merkel"

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Foi num desfile de moda e o modelo, não o sendo de virtudes pois não se pede a morte de alguém de tão excelsas qualidades, sê-lo-á de indignação, se acreditarmos que o que escreveu é sentido e não um golpe publicitário de gosto duvidoso. O designer para quem o modelo desfilou diz que não teve nada a ver com isso, que até o esmurrou quando este saiu da passerelle . A moda não combina com política. E a política não combina com Merkel que devia estar era a aviar cervejolas num biergarten de Munique. Já ninguém lhe desejava que esticasse o bem fornido pernil.  Seja como for, de uma maneira ou de outra, seria bom pôr-lhe um fim na apoteótica carreira, à Merkel e não ao modelo, um modelo a seguir. Antes que seja tarde e a guerra passe do dinheiro às balas. Já faltou mais. EPA/GUILLAUME HORCAJUELO EPA/GUILLAUME HORCAJUELO

o mordomo de madame la bosche

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Não, não é Passos, esse é apenas um lacaio subalterno, dos que entram pela porta dos fundos, comem na copa, não passam da cozinha a não ser para limpar as retretes, engraxar os sapatos, despejar o penico com os despojos da augusta imperatriz da Europa. Hollande é que é. Mordomo de cerviz recurva. Aquele que, em campanha eleitoral e com voz grossa, prometeu combater a austeridade, ajudar os países periféricos a sair da crise, criar alternativas aos sacrossantos mandamentos da gloriosa Deutsche Uber Alles . Vê-se. Se Merkel diz mata, o mordomo diz esfola. Se ela diz assim, ele pergunta "porque não assado?". Sabujo, molenga, pusilânime, enganou milhões de franceses e é a alegria de outros tantos. Marine está encantada. Ângela está derretida. Sarkozy começa a sair da botinha onde se acoitou faz anos, o pequenino ser esganiça-se, estica-se, está quase no poleiro outra vez. François é um connard , um conas com cê dos grandes, mas é presidente de França, a pátria da igualdade, ...

és mesmo pândega, querida!

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Reuters

a questão grega

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Por Baptista-Bastos http://www.cmjornal.xl.pt/ O dr. Cavaco juntou-se aos intransigentes e decretou que não há excepções para os gregos. Os gregos continuam a dizer que estão permanentemente dispostos ao diálogo, sem que isso pressuponha terem de se humilhar ante os senhores da Europa. Não querem cortar nos salários e nas pensões, não querem aumentar os impostos ao nível da insanidade. Os gregos também querem decidir, e a verdade é que já condescenderam e abdicaram de muitas das suas concepções iniciais. Claro que neste conflito existe uma tenaz luta de classes. A Europa fraterna e solidária não existe nem nunca existiu. A princípio atirou umas migalhas para a periferia, e a periferia manifestou a sua gratidão, vergando-se ao novo esquema ideológico, saído de uma deformação moral. O dr. Cavaco pertence a essa indignidade, que tem colocado a Alemanha numa hegemonia perversa e as nações pequenas numa absoluta servidão. Os governos não existem: são pró-cônsules do império, e mime...

o insaciável apetite de frau merkel

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Dizem os jornais: a Grécia está disposta a congelar as medidas anti-austeridade para conseguir um acordo. As pressões, as chantagens parece que vão dar resultado. Uma Europa unida e solidária, como nunca esteve até hoje, contra os gregos, contra a dignidade dos gregos, contra a vida dos gregos, contra a soberania dos gregos. A Europa vive em ditadura. E já não é só a dos mercados. É a ditadura ditada por Merkel e pelo seu sinistro ministro das Finanças. A Alemanha conseguiu, 70 anos após ter perdido a guerra, o que não tinha alcançado pela força das armas e à custa de milhões de mortos: dominar a Europa. Ai do Syriza, ai do Podemos, ai do povo que ouse contrariar a ordem estabelecida, enfrentar a austeridade, questionar a autoridade do grande povo alemão, esse mesmo, o que elegeu, aplaudiu e idolatrou Hitler e os seus monstros, os seus campos de extermínio, os seus fornos crematórios, as suas valas comuns. A Merkel o que é de Merkel: uma Europa ...

nada a esperar

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Por Baptista-Bastos http://www.cmjornal.xl.pt/ Vivemos num lugar sombrio e esquecido de Deus. Porém, depois, vejo o ministro Mota Soares a rezar, compungido e trágico, e outros mais, como o Paulo Portas, e julgo ficar mais sossegado. Tudo na mesma. Segundo as estatísticas, tão do agrado desta gente, os mais ricos, em Portugal, ganham dez vezes mais do que os mais pobres; e a miséria atinge, sobretudo, os miúdos, numa percentagem alarmante. Ou Mota Soares, Portas e os restantes não rezam com conveniente convicção, ou, então, as coisas estão muito embrulhadas e Deus deixou de escutar (se nalguma ocasião o fez) estes contritas, porque percebeu a torpe falsidade dos seus votos. ("Mas as crianças, Senhor, porque lhes dais tanta dor?...") Numa daquelas viagens de propaganda governamental, que estarrecem pela constância e aborrecem pela vacuidade, o primeiro-ministro foi ao Douro e disse outra das banalidades costumeiras. "Temos de abandonar os fatalismos", afir...

será cherne? xaputa? sardinha não é certamente, e o bacalhau não se come assim

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a matrona

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ai se eu pudesse!

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também tu? também tu der spiegel?

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cada vez mais perto

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O nosso Pétain deve andar feliz.

se não é, parece

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