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manifesto e mentirolas

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Um rapazelho do aparelho, filho do ex-barão de Gaia, vituperou no Parlamento os signatários do manifesto que pede a renegociação da dívida. Catroga chamou-lhes, a alguns, ingénuos. Coelho tratou-os por "aquela gente". Cavaco exonerou  - ou melhor, mandou que se exonerassem - dois dos seus conselheiros por terem tido a ousadia de assinar o documento. Gomes Ferreira mandou-os arrumar as botas e deixar "os mais novos" trabalhar. Todos foram unânimes: de Ferreira Leite e Adriano Moreira a Francisco Louçã, os subscritores incorreram, no mínimo, no pecado de alta traição à pátria. Diz "esta gente", Coelho e afins, que será muito mau se se souber "lá fora" deste manifesto.  Repare-se na contradição: se tudo está bem em Portugal, se estamos a recuperar, se podemos pagar a dívida, se a recessão acabou, como o governo apregoa aos quatro ventos, que mossa poderá fazer este manifesto caso o seu conteúdo seja divulgado no estrangeiro? Ou, hip...

os inimigos dos meus inimigos

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Porque Soares é melhor do que Cavaco, Pacheco Pereira melhor do que Passos Coelho, Adriano Moreira melhor do que Paulo Portas, Capucho melhor do que Montenegro, Costa melhor do que Seguro, porque todos eles são meus aliados contra um inimigo comum, não se espantem que por aqui os transcreva de quando em quando, a eles e a tantos outros. Ao estado a que Portugal chegou pelas mãos de Coelho e das suas marionetas de feira, pouco significado tem que com eles não tenha concordado no passado e as divergências que irei ter com eles no futuro. Por agora, os inimigos dos meus inimigos meus amigos são. Sou pela frente comum das esquerdas e de alguma direita, eticamente responsável, politicamente honesta. Isto bastava-me, por agora.

unidos por uma causa comum

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Mais uma vez, Soares está na berlinda. Convocou para 21 de Novembro, na Aula Magna, uma sessão em defesa da Constituição e do Estado Social. Vão lá estar muitos e, felizmente, dos mais variados sectores políticos. Apesar das diferenças, une-os a vontade de varrer Passos do poder e salvar Portugal e os portugueses desta gente sem alma nem razão. A lista de presenças e apoiantes é impressionante: Carlos do Carmo, Rúben Carvalho, Adriano Moreira, D. Januário Torgal Ferreira, Helena Roseta, José Pacheco Pereira, Diogo Freitas do Amaral, Frei Bento Domingues, Marisa Matias, Alfredo Bruto da Costa, António Capucho, Boaventura de Sousa Santos, Pilar del Rio, António Sampaio da Nóvoa e Manuel Alegre, entre outros. A História vai passar por ali. Não é todos os dias que podemos ver e ouvir, de uma assentada, gente do CDS, do PSD, do PS, do PCP e do BE, da Igreja e das Forças Armadas, da vida sindical e da cultura.

não tire mais dinheiro aos meus pais

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