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o aborto

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É apoiado pelo movimento Tea Party, da direita radical norte-americana, e candidato republicano ao Senado pelo Missouri. Mas o que é certo é que Todd Akin é também uma besta a quem a falta de chá é o menor dos seus erros. Peca pela mais absoluta insensibilidade e, claro, por um estúpido conservadorismo. A criatura, animal pouco racional, defende a proibição do aborto seja em que circunstância for, mesmo violação. Disse ele, santa alma, que o violador é que tem de sofrer, não o bebé. E mais disse, munido das mais recentes conclusões científicas, que as mulheres violadas raramente engravidam. "Se for um verdadeiro estupro, o corpo da mulher tenta por todos os meios bloquear isso". Um aborto, enfim.

um aborto de governo

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O governo espanhol quer rever a lei do aborto, de forma a torná-lo mais restritivo. Infelizmente, abortos como o Mariano Rajoy já nasceram. A lei vem tarde demais.

o regresso das tecedeiras de anjos

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O governo espanhol, segundo  esta notícia  do Público, vai rever a lei do aborto para, cristãmente, "preservar a vida". Já estou a ver o Passos Coelho a fazer o mesmo, e a proibir os casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Acabou-se o SNS. O trabalho voltou a ser forçado e mal pago. A escola é de novo para elites endinheiradas. Tudo preocupações cristãs. Regressam os fantasmas do passado. E Salazar rejubila na cova.

se deus existe, não terá vergonha de ter ao seu serviço animais como este?

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“Se a mulher aborta, o homem pode abusar dela”, diz arcebispo espanhol Se a lei do aborto permite que as mulheres “matem uma criança indefesa”, dá também aos homens “o direito absoluto, sem qualquer limite, de abusar do corpo dessas mulheres, para que a tragédia se vire contra elas”. Esta afirmação inaceitável é de Javier Martínez, arcebispo de Granada, que, durante uma homilia, comparou também a lei do aborto ao regime de Hitler.  Para o arcebispo, os crimes nazis não eram tão “repugnantes” como os que a lei do aborto permite cometer e a interrupção voluntária da gravidez é “um genocídio silencioso”.  É a humanidade que “retrocede com este genocídio silencioso que nos convidam a cometer e que agora promovemos”, um acto que se “impõe a certos profissionais, como se fosse uma obrigação, igual à que tinham os oficiais nos campos de concentração”, conclui Javier Martínez. Fonte: http://www.nofemininonegocios.com

última hora: passos coelho nomeado director de campanha do PS

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Esta é a terceira insinuação que, com mais ou menos seriedade e ironia, aqui faço sobre a suspeitíssima campanha eleitoral do PSD onde a cada cavadela minhoca!, ou seja, a cada afirmação uma atabalhoada rectificação posterior. Hoje a notícia é a de: que à Renascença declarou que «quer reavaliar a lei do aborto e admitiu um novo referendo sobre a matéria» mas já depois (ver Público online) já esclareceu «que não apresentará qualquer iniciativa para rever a lei do aborto». Entretanto, como lhe compete, Sócrates explora em profundidade e goza que nem um perdido. Por isso, com crescente seriedade e decrescente ironia, pergunto apenas: não seria mais sério, digno e transparente que Passos Coelho fosse nomeado director da campanha eleitoral do PS? Autor: Vítor Dias Fonte:  http://tempodascerejas.blogspot.com