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A mostrar mensagens com a etiqueta nazis

as botas já marcham

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A Europa deixa-se espezinhar pelo poderio alemão. É a terceira vez em 100 anos. Não aprendemos nada. Engraxamos as botas cardadas que nos esmagam, como povo, como Nação. Orgulhosamente cordeiros a caminho do altar onde seremos sacrificados em louvor dos mercados.

se não é, parece

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o apogeu do horror

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Auschwitz. Que nos fique na memória. Todas as fotografias recolhidas em: https://www.facebook.com/auschwitzmemorial?fref=photo

oradour outra vez

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Oradour-Sur-Glane foi destruída pelos nazis. Os seus habitantes, homens, mulheres, crianças, assassinados dentro da igreja, imolados pelo fogo. Oradour ficou assim, em ruínas e cinzas, para nos recordar a barbárie. E lembrar nunca foi tão preciso. Porque outras botas cardadas marcham sobre nós, outros monstros se aproximam para exterminar homens, mulheres, crianças, mortos pela fome, reduzidos à miséria, ao desencanto. Balas, bombas virão também, se for caso disso. Para que obedeçamos, nos deixemos escravizar. Outra vez.

vozes de burro chegarão aos céus?

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lembrar

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e para quando a queda do IV reich?

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judeus somos todos nós

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Dizem por aí que a maioria do povo alemão está com Merkel. Acredito. Foi esse mesmo povo que, se não colaborou, fechou os olhos à perseguição e ao massacre dos judeus. Ignoravam, disseram depois. E agora, há desculpa? Também ignoram o que se passa na Grécia, em Espanha, no Chipre, em Portugal, do sofrimento imposto pelo governo alemão aos povos desses países? Não sabem da fome, do desemprego, dos suicídios, dos sem-abrigo que desaguam nas ruas como última tábua de salvação antes do naufrágio iminente? Vamos ser claros. Uma boa parte dos alemães, tal como de outros povos do norte da Europa, acham os do Sul calaceiros e vigaristas. Merecemos qualquer castigo que nos queiram impor. Temos que entrar nos eixos. E enquanto, noutros tempos, ficaram com as casas dos judeus, os bens dos judeus, os óculos, os dentes, o cabelo, a pele dos judeus, hoje arredondam as suas fortunas à conta da crise financeira de outros povos igualmente párias, igualmente indignos. Com a aviltante submissão ...

abençoada pátria alemã

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A Alemanha domina de novo a Europa e até criou os seus novos judeus, os povos dos países do Sul, gente sem préstimo, indolente, calaceira, devedora e má pagadora, que o que quer é espanejar-se na praia, gozar o Sol, amante de putas e vinho verde. E, tal como nos anos 30 do século passado, governos e governantes agacham-se, acagaçam-se, lambem as botas cardadas da besta germânica, agora disfarçada com saias, cabeleira loura, casacos de múltiplas cores e um bigodinho desmaiado a água oxigenada. Os pequenos Chamberlain são como coelhos, estão por todo o lado, correm atrás das cenouras que Merkel lhes atira da tribuna imperial, copulam conspiratas, expelem bravatas. Enquanto isso, os gregos vivem num autêntico cenário de guerra. Os portugueses, os italianos e os espanhóis para lá caminham. A fome grassa como uma praga mortal. O desemprego, a indigência, a pobreza extrema são o pão nosso de cada dia, ou a falta dele. Só ainda não vieram as bombas, os tanques, os campos de concentraç...

a solução final

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O objectivo do governo é claro: as empresas que não conseguirem sobreviver à crise devem desaparecer, não servem nesse novo modelo de economia e nesse novo Portugal que estão a construir com o denodo, a crueldade dos déspotas iluminados. A talhe de foice, pergunto: será que querem proceder à mesma selecção natural entre os portugueses? Será que os que não aguentam a crise, que ficaram desempregados, que vivem nas ruas, que passam fome, devem morrer? A frieza com que encaram a situação do País, a indiferença com que assistem ao sofrimento de milhares de pessoas, a vontade férrea de ir ainda mais longe na destruição de emprego e de vidas leva-me a acreditar que sim, que estamos perante uma nova forma de nacional-socialismo sob o manto diáfano da democracia. Lamento se nunca vierem a ter o seu Nuremberga.