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em frente, para o abismo!

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Os portugueses cada vez ganham pior. Pagam-se 500 ou 600 euros a jovens licenciados para fazerem o trabalho de outros que, no passado, receberiam quatro ou cinco vezes mais mas que, com a desculpa da crise a graças às novas políticas laborais fabricadas com o conluio da UGT, foram despedidos por "redundância". Era este o plano de Passos, é este o estrondoso sucesso de Passos, conseguido com a conivência, a indiferença, a cobardia de milhões de portugueses. E os empresários de vão de escada, os que a única coisa que querem é acumular dinheiro para as suas casas de férias, os seus Mercedes, as suas viagens para resorts de luxo, esfregam as mãos de contentes, Passos é o seu herói, uma benção dos céus, uma lenda viva, um semideus enfim. Enganam-se todos eles, Passos, os que votaram em Passos e os que idolatram Passos por Passos os proteger, lhes baixar impostos, lhes proporcionar mão-de-obra tão barata que nem na China conseguiam um maná assim. Enganam-se porque os traba...

procriem que nem coelhos

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Será para nasceram muitos coelhinhos que Coelho nos quer ver em acasalamentos bem sucedidos? Mas Coelho não percebeu ainda que desempregado, ou a viver em casa dos pais, ou com um salário de 500 ou 600 euros, ninguém no seu perfeito juízo se atreve a procriar?

fornicai, meninos, multiplicai-vos!

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Por José Teófilo Duarte http://www.blogoperatorio.blogspot.pt/ A responsável pelas finanças de Portugal, para além de garantir aos petizes lá do partido que os cofres do Estado estão cheios, resolveu dar conselhos para o combate à escassez de natalidade. Pediu-lhes que se multiplicassem. Provavelmente como coelhos, ao invés das advertências do papa Francisco. Isto será uma ameaça? Um país repleto de jotinhas lá do partido dela não é solução, é assombração. Já bastam os que bastam. Livra!

os ricos que façam filhos!

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Volta não volta, os nossos desgovernantes mostram-se muito preocupados com a baixa natalidade em Portugal, com a falta de escravos que, um belo dia, deixarão de existir para os sustentar, a eles e aos da sua laia. Ora eu pergunto: com recém-licenciados sem trabalho ou, quanto muito e viva o velho!, a ganhar 500, 600 ou - se o patrão, num arrobo de generosidade, estiver para aí virado - a ucharia de 700 euros, como é que querem que esses jovens constituam família? Já lá vai o tempo de amor e uma cabana, senhores! Por isso vos deixo aqui um conselho, dado de boa vontade: deixem de nos fornicar a nós, forniquem entre vocês, façam filhos, procriem como Deus manda e os bichinhos gostam. Não nos fodam é, a nós, nem o juízo nem as vidas.