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o nome que os une

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http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/ Manuel Dias Loureiro , ministro dos Assuntos Parlamentares de Cavaco Silva de 24 de Julho de 1989 a 31 de Outubro de 1991 e ministro da Administração Interna de Cavaco Silva de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995; Luís Marques Mendes , ministro adjunto de Cavaco Silva de 19 de Março de 1992 a 28 de Outubro de 1995; Eduardo Catroga , ministro das Finanças de Cavaco Silva de 7 de Dezembro de 1993 a 28 de Outubro de 1995; José Manuel Durão Barroso , ministro dos Negócios Estrangeiros de Cavaco Silva de 12 de Novembro de 1992 a 28 de Outubro de 1995; Luís Mira Amaral , ministro da Indústria e Energia de Cavaco Silva de 17 de Agosto de 1987 a 31 de Outubro de 1991 e de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995; Joaquim Ferreira do Amaral , ministro da Indústria e Energia de Cavaco Silva de 24 de Abril de 1990 a 31 de Outubro de 1991 e de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995; José de Oliveira e Costa , Secretário de...

cautelar e caldos de galinha

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Caldos de galo velho, eis do que estamos a precisar e cá está Mira Amaral, agora do BIC, amanhã de quem der mais por ele e seja o que Deus quiser, para nos dar o que precisamos. Segundo a sua sempre sagaz e cuspidinha opinião, Portugal não pode prescindir, no mínimo dos mínimos, de um programa cautelar. Que nos mantenha agrilhoados aos ditames estrangeiros. Que corroa ainda mais a economia e os portugueses para - oh milagre! - daqui sair um país novo, o coliseu dos pequenos césares apinhado de uma imensa multidão de escravos entregues à voragem dos leões e tubarões do lucro fácil, que a vida de puta não se faz no bordel mas na banca, na bolsa, nos mercados. Já Ulrich, que não pode ficar calado, é mais forte do que ele, veio dizer que confia inteiramente em Passos e Albuquerque sobre as medidas a adoptar findo o programa de ajustamento. Cá por mim, podiam-se ter casado, estão bem um para o outro, só se tinha estragado uma casa e não teriam constituído prole, outra vantage...

no enforcamento conjugal de relvas, dois coelhos e a falta que a cajadada fez

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Relvas deu o nó. Não na garganta, credo!, que o homem não é desses, a vidinha corre-lhe de feição. Deu o nó com uma moçoila que, reza a maledicência lusa, também não é, como ele, flor que se cheire. Deram o nó e a fina-flor do entulho nacional acorreu à cerimónia, em peso. Foi de peso a gente que lá esteve, a que nos pesa na carteira e nos dias, amargos e sem festança. Desde Zainal Brava a Mira Amaral, da PT ao BIC pois então, que a gratidão é sentimento nobre, mais os políticos em voga, tantos que seria fastidioso nomeá-los todos, foram mais de 200 convidados numa festa que se quis discreta, os tempos são de austeridade e a luxúria deve quedar-se em bom recato, com os basbaques de longe a salivar menus, a admirar trajares. E estiveram lá, também, Passos Coelho e Jorge Coelho. Pena ter faltado a cajadada. Era o princípio do fim do centrão que tanto nos tem azucrinado a existência.  Porque hoje me sinto fútil, sinónimo de inútil, deixo-lhe aqui algumas fotografias do opíparo ca...

o BIC e a salvação nacional

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Por Daniel Oliveira http://arrastao.org/ O BPN foi, como se sabe, oferecido ao banco de Mira Amaral. Sim, 40 milhões de euros por um banco é uma oferta. E foi oferecido sem as dívidas, sem tudo o que nele era tóxico e problemático. Isso, Passos Coelho, homem do rigor e dos sacrifícios, deixou para os contribuintes. Para conseguir este extraordinário montante, o Estado deu todas as garantias: o contrato assinado com o BIC prevê que o banco se responsabilize por resolver as ações judiciais instauradas contra o BPN por clientes e trabalhadores, mas, claro está, mediante reembolso do Estado. A primeira factura chegou:100 milhões de euros. No fim o Estado pode vir a pagar ao BIC cerca de 600 milhões de euros. 15 vezes mais do que recebeu pela privatização. Com quase todos os que levaram o BPN à ruína em liberdade, com uma obscura venda por trocos a um banco presidido por um ex-ministro do PSD, deixando todos os podres para os contribuintes, o Estado continuará a financiar c...

reina o kaos por todo o país

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Andei afastado da pantalha durante uns dias e, de regresso ao inferno em que nos tornaram os dias, deparei como é costume com os bonecos fantásticos do blogue We have Kaos in the Garden. Aqui ficam, para seu deleite e para memória futura. Porque convém que patifarias, ladroeiras, sacanices e outras malfeitorias não caiam no rol dos esquecidos. Mais uma vez, Kaos, obrigado!

cabeças de cartaz

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Mas nunca a prémio.

quem dá menos? quem dá menos?

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Fonte:  http://wehavekaosinthegarden.wordpress.com/

sim, somos tansos!

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Este é o maior escândalo da democracia portuguesa. Depois de TODOS NÓS termos pago milhões para "salvar" o banco delapidado por figuras gradas do PSD, o governo do PSD vende-o ao desbarato a Mira Amaral e aos seus capangas angolanos. E está tudo caladinho. Ninguém se indigna. Ninguém interroga. Será que até os deputados do PCP e do BE acham tudo isto normal e não interpelam o governo sobre esta matéria? É que, chiça, está-nos a custar pagar tudo isto enquanto Dias Loureiro e outros se pavoneiam pelo mundo nas suas casas de luxo, automóveis de estadão, vidas milionárias!

mira, por qué no te callas?

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«Em vez de sair do euro, que não seria uma solução mas um grave desastre, acho que de mais bom senso seria uma redução parcial dos salários nominais ou um aumento dos horários de trabalho», afirmou Mira Amaral, o antigo ministro da Indústria e da Energia de Cavaco Silva, acrescentando que uma «redução da Taxa Social Única» paga pelas empresas também teria os mesmos efeitos. Nunca gostei desta gente, sempre me inspiraram repulsa, enriqueceram sabe-se como, vivem muito bem, não lhes falta nada. O melhor que tinham a fazer era aproveitarem uma relaxada reforma e tentar que nós nos lembrássemos deles o menos possível. Mas não, continuam por aí, sempre insaciáveis, a querer sempre mais. Este ainda há bem pouco tempo foi notícia quando conseguiu que o governo lhe pagasse para ficar com um banco livre de encargos, o BPN. Podia calar-se para ver se nos esquecíamos disso, mas não, ainda vem dar entrevistas a dizer que a solução é reduzir salários ou aumentar os horários de trabalho. Se fosse ...

salários em saldo

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Por Andrea Peniche Quem ontem ouviu Mira Amaral percebeu que também ele alinha pelo diapasão dos cortes salariais como resposta para enfrentar e superar a crise em que vivemos. Apesar da candura e do ar bem disposto com que o disse, percebia-se nele uma certa amargura de quem conhece os sacrifícios que propõe.

e se lhe cortassem uma coisa que eu cá sei (ou então os tachos) e o empregassem com o salário mínimo?

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Falando claro e grosso: gente desta não tem ponta de credibilidade nem de moral para arrotar destas postas de pescada (isto se consumissem pescada, mas parece-me que é mais lagosta lá para as bandas do Guincho). Cortem-lhe o pio ou outra coisa qualquer. Mira Amaral defende cortes nos salários ou aumento dos horários Cortes nos salários ou aumento dos horários de trabalho foram soluções hoje apontadas por Mira Amaral para aumentar a competitividade da economia portuguesa, que negou que a saída da zona euro seja uma solução para Portugal.

cavaco silva e o seu séquito

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Ainda um dia se há-de escrever a história verdadeira e limpa de Cavaco Silva, da sua governação e dos homens que o rodearam e rodeiam: Duarte Lima, Manuel Dias Loureiro, Mira Amaral, Durão Barroso, Oliveira e Costa e tantos outros. E foi eleito Presidente da República Portuguesa. Duas vezes.