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relvas na obscuridade

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Agora é o escândalo Efisa. Mas Relvas continua a ser um senhor dentro do PSD, aquele partido que quer ser social-democrata mas que, até agora, tem sido cói de gente como esta. Apure-se a verdade. Évora não pode ficar sem uma figura de proa, por muito que isso lhes doa, aos mandadores deste bailarico onde os saloios temos sido nós, pagamos e não dançamos, nem petiscamos, nem vamos à gamela onde eles se alimentam. Chega. Chega? Ou haverá mais, ainda mais?...

no pasto não havia só relvas

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Os doutores deixaram de ser doutores. Passam a simples senhores e, a alguns, até esse epíteto fica mal, estou-me a lembrar de um que já foi ministro-não-sei-de-quê. A Universidade Lusófona, a tal que alcandorou Relvas a doutor da mula russa, foi obrigada a exigir os diplomas de volta a 105 "graduados" na instituição. E o burro sou eu que, de universidades, não tenho faculdades?

os tecnofórmicos

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Por Rui Cardoso Martins http://www.publico.pt/ Abuso, aldrabice, ardil, chico-espertice, crime, descaramento, desonestidade, esquema, engodo, esquecimento, falsidade, fraude, garganeirice, intrujice, mentira, moscambilha, ocultação, pantominice, trapaça. Tanta palavra que já não faz falta, segundo o Novo Dicionário da Língua Portuguesa do Professor Marcelo. Basta “desleixo”. Exemplo: um assaltante mascarado de primeiro-ministro desleixou ontem os cofres de uma agência bancária de Massamá. As Relvices Pagam-se Caro, Coelhinho? é uma obra de referência para a infância e a juventude social-democrata, de autor anónimo, que só está à espera de editora e do prefácio do chefe parlamentar do PSD, Luís Montenegro, o homem mais probo do pior ramo da maçonaria portuguesa. Sobre o livro, o insigne especialista-geral Marcelo Rebelo de Sousa já preparou a apresentação pública, com um toque do Padre António Vieira e do famoso “ou o sal não salga, ou a terra não se deixa salgar”. Diz M...

nomeados novos juízes para o tribunal constitucional

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voltaram os cómicos!

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Ontem vi, em diferido, o Prós e Contras de segunda-feira. Não me vou alongar sobre o programa em si. Mais do mesmo, sob a batuta bem domesticada da "moderadora". Salvo Raquel Varela, todos os ilustres convidados vieram prestar serviço aos prós, com uma ou outra nuance a fingir de contra, tendo até voltado à ribalta o célebre empreendedor de feiras e romarias, o cómico Gonçalves contratado por Relvas, um pequeno comediante de verbo fácil e raciocínio difícil. Ao que venho, aqui, é para comentar o tom geral do "debate", comum a tantos outros "debates": os defensores da rapacidade reinante apresentam-se, invariavelmente, como os paladinos da razão e da moral, transformando em maus da fita exactamente aqueles que, sempre em desvantagem em programas desta natureza, ousam condenar os senhores do dinheiro, os únicos, benza-os deus, que produzem riqueza "para o País", os que criam emprego (à razão de 500 ou 600 euros por cabeça), os pobres banquei...

gangrenas e pontapés

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Alfredo Frias/http://expresso.sapo.pt/ Relvas voltou à política. De onde, de facto, nunca deve ter saído: dos bastidores, quantas mãozinhas terá dado a Passos, quantas perninhas terá feito no PSD, quantas conspiratas e negociatas terá engendrado pelos obscuros corredores do poder e do capital apátrida? Relvas continua a ser Relvas, produtor de factos, de pequenas e grandes insídias. Ao que parece, agora também deu para o tímido, não gosta de ser retratado para a posteridade. Um repórter fotográfico aproximou-se demais de Sua Senhoria Excelentíssima. Foi o suficiente para que um capanga de Relvas o tenha corrido a pontapé. Isto diz, a quem tem os alqueires bem medidos e QI quanto baste, o que são Relvas e o seu séquito. Uma espécie de ditadorzinho de República das Bananas rodeado de zelosos lambe-cus. Acham que exagero? Esperem pela próxima pancada, ou pontapé, tanto faz. Relvas é perigoso, Passos é perigoso. São fatais como uma doença maligna. Gangrenam Portugal. O v...

relvas renascido

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Miguel Manso/http://www.publico.pt A Primavera deve estar a chegar. Pelo menos Relvas aparece e reverdece. É o novo cabeça de lista do Conselho Nacional do PSD. Alguns pêpêdêzinhos, cheios de circunflexos, perplexos, parece que se indignaram com a escolha. A maioria aplaudiu. Porque foi o Chefe que escolheu e o Chefe sabe o que faz, o Chefe pode, o Chefe manda, o Chefe quer. Oh se quer, a gente que o diga. Quando se for embora, e algum dia terá que ser, nem que pela lei da morte nos vá libertando, deixará por cá o país que sempre quis. Mais pobre, mais desigual. E um rasto de terra queimada onde só Relvas manterá o viço. Relvas e outros senhores. Dos Passos. O vento não mudou. Relvas voltou. 

os duros trabalhos parlamentares de um deputado quando jovem

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http://salvoconduto.blogs.sapo.pt/ Miguel Relvas deseja-lhe um feliz Natal e um próspero ano novo.

e o louco sou eu?

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Os dois pacientes (à esquerda mas não de esquerda) já tiveram alta. Os outros encontram-se nos cuidados intensivos, em quarto "almofadado" e com colete de forças e tratamentos de choque. Não se prevêem melhoras, tão cedo, para qualquer um deles. Imagem roubada a:  http://pegada.blogs.sapo.pt/

ainda há almoços grátis

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Vítor Gaspar foi nomeado por Durão Barroso para um alto cargo na Comissão Europeia. Não remunerado, tiveram o cuidado de acrescentar para evitar as insinuações de "paga pelo serviço prestado". Já Miguel Relvas tinha sido indigitado para um cargo igualmente não pago. Apesar disso, teve dinheiro para levar mais de 200 convidados, das mais altas instâncias e da fina-flor lusitana, ao casamento.  Devem estar a meter no prego as últimas jóias da família. Se assim não for, de onde lhes virá o carcanhol, a Gaspar e Relvas? Jogam na lotaria e ganham sempre, dados os conhecimentos financeiros de um e o domínio da arte da marosca por parte do outro? Vejam quantos mais génios em embrião germinaram e cresceram com este governo: Poiares Maduro, Pedro Lomba, Carlos Moedas, Maria Luís Albuquerque, Helder Rosalino, Luís Campos Ferreira, Sérgio Monteiro, Nuno Crato, tantos, tantos e tão bons que será pecado desperdiçá-los. Quando este governo der o último suspiro, a bem dizer o pei...

o vómito e a coisa

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Vem na Visão desta semana, tudo contado, tintim por tintim, por um dos protagonistas. Passos Coelho, sob a batuta do omnipresente Miguel Relvas, aliciou uma série de bloggers para o ajudar na ascensão a líder do PSD e a denegrir os seus opositores, dentro e fora do partido. Os pormenores são muitos e dão náuseas. Um exemplo: enquanto primeiro-ministro, José Sócrates foi convidado para um fórum da TSF. Em conluio, vários elementos do estado-maior da desinformação criado por Relvas intervieram no fórum para tecer rasgados elogios a Sócrates e depois, nas redes sociais, criticar o "endeusamento" do primeiro-ministro, o culto da personalidade que, insinuou-se até, teria sido encomendado pelo próprio José Sócrates. Lembra-se deste episódio? Eu lembro-me. E, devo dizê-lo, caí que nem um patinho porque me recordo de eu próprio, na altura, ter largado cobras e lagartos contra o chefe de governo. O entrevistado não diz tudo mas conta o suficiente para fazer regurgitar...

no enforcamento conjugal de relvas, dois coelhos e a falta que a cajadada fez

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Relvas deu o nó. Não na garganta, credo!, que o homem não é desses, a vidinha corre-lhe de feição. Deu o nó com uma moçoila que, reza a maledicência lusa, também não é, como ele, flor que se cheire. Deram o nó e a fina-flor do entulho nacional acorreu à cerimónia, em peso. Foi de peso a gente que lá esteve, a que nos pesa na carteira e nos dias, amargos e sem festança. Desde Zainal Brava a Mira Amaral, da PT ao BIC pois então, que a gratidão é sentimento nobre, mais os políticos em voga, tantos que seria fastidioso nomeá-los todos, foram mais de 200 convidados numa festa que se quis discreta, os tempos são de austeridade e a luxúria deve quedar-se em bom recato, com os basbaques de longe a salivar menus, a admirar trajares. E estiveram lá, também, Passos Coelho e Jorge Coelho. Pena ter faltado a cajadada. Era o princípio do fim do centrão que tanto nos tem azucrinado a existência.  Porque hoje me sinto fútil, sinónimo de inútil, deixo-lhe aqui algumas fotografias do opíparo ca...

com eles no sítio, nem que seja no rio

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Alguns portugueses, poucos mas tão bons, apuparam Miguel Relvas no Rio de Janeiro. Tinha visto uma versão "editada" no telejornal da TVI mas este vídeo é bastante mais esclarecedor.

tento na língua que o relvas está de volta

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Se venho dar com a língua nos dentes é porque há casos, e acasos, que não posso ignorar. Como o do omnipresente Relvas. Diz-se que vai ocupar, à borla, o alto cargo de Alto Comissário. Da língua portuguesa. Pois. Está-se mesmo a ver. O homem precisava de um tacho. Mas dar-lhe um tacho, com o historial que o persegue, seria provocar mais um escândalo neste vigarizado país onde os escândalos morrem púberes. O imbróglio resolveu-se porém, a contento. Ser-lhe-ia atribuído um alto cargo sim, mas a título gracioso. Desconfio no entanto, e desculpem lá a má língua mas gato escaldado de água fria tem medo, que o alto cargo lhe vai dar para visitar - gratuitamente, graciosamente, à borla - o Brasil e Angola, só para citar dois exemplos, onde, como se sabe, Relvas mantém amizades no mundo dos altos negócios e da baixa política. Como tal, vamos lá ser lúcidos nem que seja uma vez na vida: se o pilim, o papel, a guita, o bago, a bagalhoça, o carcanhol não lhe entrar por via do alto cargo, ent...

abençoados juízes

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Por Constança Cunha e Sá http://www.ionline.pt Afinal, e como já era previsível, a tão desejada remodelação do governo acabou por se traduzir na simples substituição de Miguel Relvas - e, de passagem, de um secretário de Estado, a prazo, que tinha a seu cargo umas minudências como os fundos comunitários. Ao fim de uma semana, de intensa e pouco profícua reflexão, Pedro Passos Coelho conseguiu, por junto, arregimentar mais um prestigiado académico que vai dividir o melhor do seu tempo pelos mais desencontrados sectores: entre a coordenação política do governo, a tutela da comunicação social, a gestão dos fundos comunitários e o fabuloso dossiê das autarquias. Confesso que, independentemente das qualidades do nomeado, não me parece possível que esta florida acumulação de funções tenha condições mínimas para funcionar. Se este tipo de filosofia vingar, ainda vamos assistir, lá para as calendas gregas, a uma miscelânea de pastas que junte harmoniosamente o Emprego com os Assuntos ...

après moi, le déluge

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Erguem-se mais e mais vozes indignadas com a forma como Passos Coelho, querendo virar o feitiço contra o feiticeiro, está a culpar o Tribunal Constitucional por reprovar medidas ... inconstitucionais, ameaçando com mais cortes no Estado Social (leia-se: cortes aos depenados) e com o apocalipse. Não sei qual é a surpresa. Do homem que mentiu como mentiu e que tem governado contra o povo, sempre contra o povo, em favor do grande capital internacional, espera-se tudo. Até tirar olhos. Pedro Passos Coelho é um ser insignificante, como político e governante. E como ser insignificante deixará a sua marca em Portugal. Trágica. Relvas já se foi. Coelho quererá alimento, seguir-lhe-á os passos. Mas só depois da obra feita, aquela para a qual, com estratagemas, mentiras, intrigas, engodos vários, foi eleito. Que venha o dilúvio.

a grande m/perda

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Imagem:  http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

fujam coelhos, vem aí a monda!

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E o Coelho?  E Gaspar? E os irmãos (de armas) Macedos? E Portas? E Cruz e Cristas? E Mota e Álvaro? E Crato e Branco? Enquanto houver um português sem fome ou com emprego, enquanto existirem empresas no activo, enquanto todo o património nacional não for vendido a preço de saldo, enquanto os salários forem altíssimos, para cima de 300 euros, eles vão-se agarrar ao poder como os náufragos ao bote de salvação. Há que afundá-los. Arrancá-los. Proceder à desparasitação, à desratização, à higienização do País. Custe o que custar.

mais encanto, o tanas!

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só mais um empurrão e, a seguir a relvas, vai todo o joio

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Relvas demitiu-se. Isto prova que a opinião pública, as manifestações, as redes sociais, por mais que eles neguem e por mais que eles não queiram, têm força e conseguem resultados. Demora tempo - tudo depende da união do povo, tudo depende do seu activismo e grau de mobilização - mas, mais tarde ou mais cedo, levamos a melhor. Agora, falta só mais um empurrão. Para pôr Passos e os outros todos na alheta, que se faz tarde. Pelos escândalos, pelo empobrecimento de milhões e o enriquecimento de poucos, pela sobranceria, pela roubalheira, pela destruição da economia, pelo aumento colossal do desemprego, pela inépcia, pela ideologia amoral, pela subserviência à Merkel dos mercados, Passos e companhia têm que fazer-se à vidinha por outras paragens. Há sempre um Goldman Sachs disposto a oferecer-lhes cargos e prebendas. Não deixam saudades. Antes um rasto de pobreza e de ignomínia nunca vistos em Portugal. Fotografia: Pedro Rocha/Global Imagens