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alguém me sabe explicar que porra se está a passar?

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Já ontem abordei este assunto e volto à carga, que sou teimoso que nem um burro e estúpido que nem um asno. É que não estou a perceber nada, há qualquer coisa aqui que não encaixa: há umas semanitas, conforme noticiavam o Público (ver em baixo) e outros órgãos de comunicação, a Fundação Casa de Mateus obteve a melhor pontuação entre todas as avaliadas pelo governo. Que se terá passado, neste pequeno intervalo, para que a Fundação tenha sido uma das escassas quatro a serem mandadas extinguir pelo governo?  Lembro o que já lembrei ontem, embora, muito honestamente, me custe a acreditar que tenha sido esta a razão, era mesquinha demais, má demais, indigna de qualquer governo, mesmo que liderado por um homem como Pedro Passos Coelho: terá esta decisão alguma coisa a ver com o facto de Maria Teresa Horta ter recusado receber o prémio D. Diniz, instituído pela Casa de Mateus, das mãos do primeiro-ministro? http://www.publico.pt/Pol%C3%ADtica/fundacao-da-casa-de-mateus-teve-a-m...

maria teresa horta reconsidera

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Imagem:  http://henricartoon.blogs.sapo.pt/

maria teresa horta recusa receber prémio literário das mãos de passos coelho

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As elites artísticas e intelectuais começam a manifestar-se, coisa que ando há muito a pedir por aqui. Maria Teresa Horta, distinguida com o prémio D. Dinis, instituído pela Casa de Mateus, acaba de tornar público que não quer receber o prémio das mãos de Pedro Passos Coelho em cerimónia prevista para a próxima sexta-feira. “Na realidade eu não poderia, com coerência, ficar bem comigo mesma, receber um prémio literário que me honra tanto, cujo júri é formado por poetas, os meus pares mais próximos - pois sou sobretudo uma poetisa, e que me honra imenso -, ir receber esse prémio das mãos de uma pessoa que está empenhada em destruir o nosso país”, explicou. “Sempre fui uma mulher coerente; as minhas ideias e aquilo que eu faço têm uma coerência”, e acrescentou: “Sou uma mulher de esquerda, sempre fui, sempre lutei pela liberdade e pelos direitos dos trabalhadores”. “O primeiro-ministro está determinado a destruir tudo aquilo que conquistámos com o 25 de Abril [de 1974] e...