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um marco da política nacional

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Com o ar compungindo de virgem acabada de desflorar, Marco António Costa veio hoje queixar-se do epíteto de "mentirosos" com que o PS tem, ultimamente, fustigado o seu chefe e os do seu bando. Bandalheira, queixou-se ele. Bandalhos, chamará ele aos jornalistas da Visão que, na edição de amanhã, trás uma reportagem sobre a forma como o Marco enriqueceu desde que entrou na política. Marco está sob investigação do Ministério Público mas, como não é do PS nem se chama Sócrates, aposto que tudo vai ficar em águas de bacalhau. Tal como o BPN, os submarinos, a Tecnoforma e o mais que a gente nunca chegará a saber. Impolutos? Inimputáveis? Inocentes? Indigente pátria que tais rebentos pariu.

comente quem quiser, que eu já não tenho estômago para tanto

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Governo melhorou regras de subsídio de desemprego deixadas pelo PS, declarou Marco António Costa.

passos coelho, um humanista afinal

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É a revelação do ano. Que digo eu? É a revelação da década, do século, do milénio: afinal de contas, Pedro Passos Coelho é um grande humanista, um homem sensível, um ser que tem dedicado a sua vida ao bem dos seus semelhantes. Pelo menos, foi o que tentou dizer Marco António Costa na apresentação da biografia de Passos no Porto, ao lado da biógrafa e da execrável Zita Seabra (desculpem a beliscadura, que nem a propósito vem, mas a mulher, sempre que falo dela, sempre que a vejo na pantalha, provoca-me náuseas, moinhas na tripa cagueira). Então não é que António Costa, mas este com Marco à frente, um marco na vida política nacional, se referiu a Coelho enaltecendo-lhe, e passo a citar com os dedos trementes de indignação, o "traço de atitude humanista"? Pensando melhor, a expressão até terá a sua razão de ser. Deve ser um traço muito fininho que mal se lobriga. Deve ser uma atitude tão rara que a gente normal, que não o Marco, não a descortina em lado algum. A...

a investida dos merdívoros

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“Depois do caso Sócrates, a sociedade tirará ilações”. Disse-o Marco António, alto responsável de um partido que jurou nunca tirar partido da prisão de Sócrates. Mas aqui está. Dá-se início à contenda, as eleições são para ganhar. E assim se vai chafurdar pelos caneiros da política, cobertos de lodo e de excrementos. Se for verdade o que eu desconfio, pobre país este, desceu à cloaca máxima e por lá anda à deriva, entre dejectos humanos e ratas disseminadoras de peste e ódio.

uma campanha alegre

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Num país fanado, na dupla acepção da palavra, ainda há quem tenha vontade de rir. Digam aos desempregados, aos reformados, aos funcionários públicos e às vítimas do assalto fiscal qual é a piada, para que eles se possam rir também. Raquel Wise/http://sol.sapo.pt Raquel Wise/http://sol.sapo.pt http://www.cmjornal.xl.pt/ Lusa/http://www.tvi24.iol.pt Lusa/http://www.tvi24.iol.pt Lusa/http://www.tvi24.iol.pt Gerardo Santos/Global Imagens/http://www.jn.pt Miguel Manso/Público Miguel Manso/Público Miguel Manso/Público

marcos antónios

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Por Luís Rainha www.ionline.pt Após uma juventude estroina, acumulando dívidas sem fim, Marco António fugiu aos credores em busca de um chefe que o levasse às alturas a que se via fadado. Aprendeu a arte da retórica; sem dominar a palavra, não se domina ninguém. Virou soldado, dando o litro para impressionar o líder com vigorosas espadeiradas nos inimigos de ocasião. Depois, a escalada não mais parou. Pena foi que o denodo nas refregas não tivesse correspondência na administração da coisa pública; aí, as desgraças somaram-se sem glória nem feitos de jeito. Há nomes proféticos. O Marco António acima não é o Costa, mas sim o triúnviro romano. O Costa é peixe de águas mais pequeninas, mais poluídas e ainda menos transparentes. Já foi acólito de Santana, já largou o parlamento pela “necessidade imperiosa” de dedicar toda a sua energia ao município de Gaia (e a esse fenómeno político-freudiano que foi o dr. Menezes). Agora ofende-se por o ligarem às dívidas colossais que lá...

no enforcamento conjugal de relvas, dois coelhos e a falta que a cajadada fez

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Relvas deu o nó. Não na garganta, credo!, que o homem não é desses, a vidinha corre-lhe de feição. Deu o nó com uma moçoila que, reza a maledicência lusa, também não é, como ele, flor que se cheire. Deram o nó e a fina-flor do entulho nacional acorreu à cerimónia, em peso. Foi de peso a gente que lá esteve, a que nos pesa na carteira e nos dias, amargos e sem festança. Desde Zainal Brava a Mira Amaral, da PT ao BIC pois então, que a gratidão é sentimento nobre, mais os políticos em voga, tantos que seria fastidioso nomeá-los todos, foram mais de 200 convidados numa festa que se quis discreta, os tempos são de austeridade e a luxúria deve quedar-se em bom recato, com os basbaques de longe a salivar menus, a admirar trajares. E estiveram lá, também, Passos Coelho e Jorge Coelho. Pena ter faltado a cajadada. Era o princípio do fim do centrão que tanto nos tem azucrinado a existência.  Porque hoje me sinto fútil, sinónimo de inútil, deixo-lhe aqui algumas fotografias do opíparo ca...

a maldição de salomé

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Ainda decorre a reunião magna do Conselho Nacional do partidarelho que nos desgoverna, mas o porta-voz de tão impressionante evento, Marco António, já veio falar à comunicação social. Falou e disse. Disse que o ambiente, no PSD, é de coesão total e absoluta. Manuela Ferreira Leite, António Capucho, Miguel Veiga, José Pacheco Pereira, Marco Almeida, só para citar os exemplos que, de repente, me ocorrem à memória, são algumas das cabeças a fazer rolar. Com toda a calma. Haverá sangue. Com total coesão.

verbo e verba

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Por Fernanda Mestrinho http://www.ionline.pt/ Primeiro o Verbo e depois a Verba - foi assim, no parlamento, que Natália Correia (fazia 90 anos esta semana) levou o ministro das Finanças Cadilhe a recuar num corte à cultura. Que diria ela, de cabeça levantada e boquilha, desta gente? Foram servis e são, agora, tratados como maridos enganados. Afinal, um estudo do FMI (o Verbo) diz que a "velocidade" da austeridade (a Verba) pode ser prejudicial. Um tal cônsul do PSD, Marco António, imagine-se, veio indignar-se com esta traição. Indignados estamos nós. Como dizia Bagão Félix, até os mortos não escapam. Quando vão tirar dinheiro a pessoas com mais de 90 anos, pensões de sobrevivência de 1050 euros, já é uma forma abutre de governar. Como foram ao subsídio de desemprego ou de doença. Incapazes no Verbo com quem tem dinheiro, são vorazes com a Verba (carteira) dos cidadãos. Precisam apenas de uma caneta? e de uma maioria. A receita do IVA, em relação a 2011, d...