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reina o kaos por todo o país

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Andei afastado da pantalha durante uns dias e, de regresso ao inferno em que nos tornaram os dias, deparei como é costume com os bonecos fantásticos do blogue We have Kaos in the Garden. Aqui ficam, para seu deleite e para memória futura. Porque convém que patifarias, ladroeiras, sacanices e outras malfeitorias não caiam no rol dos esquecidos. Mais uma vez, Kaos, obrigado!

próximo!

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Por João Rodrigues http://ladroesdebicicletas.blogspot.pt Juros disparam em leilão em Itália. Mário Monti já começou implicitamente a dizer que não é a Espanha. Sinal de que se aproxima mais um “resgate” de quem é grande demais para a frágil e tóxica rede criada para apanhar uma crise que seria da responsabilidade de pequenos países mal comportados. O ordoliberal Monti garante que os bancos são mais robustos e a taxa de desemprego é mais baixa. Do que em Espanha, depreende-se. Isto é tudo muito dinâmico, claro. De resto, é sabido que a Itália, juntamente com Portugal e o Haiti, foi o país que menos cresceu a nível mundial na primeira década do milénio, sofrendo com um euro que não foi feito para servir as necessidades da sua economia e com o facto de não ter conseguido arranjar eufóricas bolhas para disfarçar este facto, tal qual Portugal, e ao contrário de uma Espanha com produtividade estagnada, mas com pujante acumulação extensiva de betão. Seja como for, a crise, a auste...

o país inclinado

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Mário Monti afiança que a Itália não vai precisar de ajuda externa. O mal é quando eles dizem isso. Olhem para o Sócrates. Olhem para o Rajoy. Os mercados, esses deuses omnipotentes e omnipresentes, tão divinos que eu nunca os vi mais gordos (mas há quem se ajoelhe perante eles, deve ser para rezar), os mercados, dizia, tudo farão para que Itália precise de mandar entrar a troika portas adentro. Ele há-de haver, ai pois há-de, italianos a ganharem demais, principalmente se forem pobres, leis de trabalho demasiado benevolentes, férias e feriados que se podem cortar, pensões de reforma que se podem baixar. Oiçam o que vos digo. Já falta pouco. Caminhamos a passos largos para a queda. Que os deuses nos acudam. Ou nos enterrem de vez.