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lino à la molière

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Toda a gente sabe que as varejeiras não largam a merda nem por nada, que me seja perdoado o linguajar carrascão. As varejeiras saem dos ministérios e galgam conselhos de administração e presidências que lhes garantam o sustento para muitas vidas. É essa a sua natureza. É assim que tratam da vidinha, da preservação da espécie. Menos Mário Lino. O homem resolveu dedicar-se às teatradas, está em Cascais a representar e, imagine-se, a cantar. E as grandes empresas de construção civil perderam um trunfo, mais um que lhes daria muito dinheiro a ganhar à sombra do Estado. Que desperdício.

mais depressa se apanha um mentiroso

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Sócrates e Mário Lino prepararam privatização das águas em 2000 Por José António Cerejo PÚBLICO A privatização parcial do grupo Águas de Portugal (AdP), que o PSD prevê no seu programa eleitoral e que José Sócrates qualificou no sábado como uma "aventura irresponsável", foi discutida e preparada pelo actual primeiro-ministro quando tutelava a pasta do Ambiente, em 2000 e 2001. De então para cá, as posições do PS e do PSD sobre a privatização do sector das águas têm sofrido sucessivos avanços e recuos, mas a empresa continua a ser 100 por cento pública. A administração da AdP, à época presidida por Mário Lino, programou no ano 2000, sempre em articulação com José Sócrates, a entrada de privados no capital da holding que controla o sector. A estratégia definida assentava, numa primeira fase, na venda de uma fatia do capital da AdP, até 30 por cento, à EDP (Electricidade de Portugal), que posteriormente a venderia ao gigante inglês do sector, a companhia privada Thames Wate...