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A mostrar mensagens com a etiqueta U.S. at its best

the mad man

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De bandido e de louco, tem ele e não é pouco. O bandalho da guedelha marada, vivaço e ricaço como poucos - é o que ele diz e quem sou eu para o desmentir? -, despediu o director do FBI, o homem que, aliás, lhe deu uma mãozinha para sentar a nutrida rabada no trono imperial da grandiosa pátria americana. Para o biltre da trunfa assombrada vale tudo, a república das bananas chegou finalmente a Norte, Trujillo, Pinochet, Somoza, Getúlio, Videla deixaram legado na Casa Branca, o bargante da madeixa tresloucada, amázio platónico de Putin, de Duterte, de Erdogan, da pior canalha eleita pelos povos dados ao masoquismo. Ele aí está de vento na popa, não poupa pobres nem doentes, nem crentes noutras religiões que não a sua, prior do deus dinheiro, papa do capitalismo sem freios, papá de racistas, xenófobos e fascistas, matéria pútrida expelida nas cloacas da América profunda, a do KKK, dos saudosos do esclavagismo, dos fazedores de mártires, dos escrevinhadores das mais n...

o filho de putin

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O homúnculo investe como o toiro tresmalhado que é contra a imprensa que lhe desmascara as maroscas, contra quem não lhe apara as golpadas, contra mais de metade do povo americano, porque quem não está com ele está definitivamente contra ele. A gente sabe a história do homúnculo, a forma como se habituou a atacar quem o ataca com 100 vezes mais força. É esta a sua estratégia desde sempre. Mas o homúnculo tem outra: sair-se com tiradas no mínimo escandalosas para desviar as atenções dos seus crimes reais. Perante a suspeita de que terá contado com uma mãozinha de Putin para ganhar as eleições, que faz o homúnculo? Acusa Obama de, à boa maneira de Watergate, ter mandado colocar escutas no seu sacrossanto quartel-general, a Trump Tower. Que isto não vai acabar bem, já todos percebemos. Só falta saber quem será a vítima, se ele, se nós.

temos presidente!

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O homenzinho tem uma qualquer maleita do foro psicológico. Ou neurológico. Ou escatológico. Lógico. Certo como três e dois serem cinco. Mas foi ao Congresso orar de alto e de repuxo e eis que imprensa e público embandeiraram em arco. Parabólico. Paranóico. Que presidencial foi, o homenzinho! Que siso para tão pouco riso! Temos presidente, clamaram em uníssono. Como se o tolinho da Casa Branca fosse criatura de levar a sério. Como se as palavras que profere cloaca fora fossem sentidas ou sinceras. O presidente demente mente. Mente muito, mente sempre e os actos desmentem-lhe os sons que emite pela boquinha de ânus amuado. Cada decisão sua é um atentado à decência, à preservação dos valores humanos, um a um sem qualquer excepção. O seu séquito é aquele que é, criminosos de guerra, fascistas, racistas, supremacistas, terroristas, senhores do petróleo e da alta finança atolados até ao alto do cocuruto em multimilionárias esterqueiras. Merdanqueiras . Há que fazer orelhas moucas a ...

porco, sem desprimor

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Trump, ó trampa: Jurei que não havia de haver um dia, um só, em que te deixasse em paz. E não deixo. Infelizmente, não chego mais longe do que ao meu vizinho do lado, ao meu amigo virtual, aos meus incondicionais comparsas de facebook, uns porreiraços, digo-te eu que não minto ao contrário de ti, afamado autor de factos alternativos. Persisto. Insisto. Cantando até que a voz me doa. Jurando à fé de quem sou: és um idiota, Trump trampolineiro, tão risível como a minha prima Valquíria quando, coitadinha, lhe caíram as calcinhas de renda, no dia do casamento e diante do clérigo, pelas esquálidas perninhas de virgem quezilenta. És um bluff monumental. Uma bosta fenomenal. Não tens ideologia, a não ser a que o dinheiro te inculcou, a do roubo e a do logro e a da fraude (eu sei isso, Trump da trampa, sei-o de ginjeira porque te topo à légua, até os Goldman, os Rockefeller, os Vanderbilt, os Hilton, os Koch, os Bush conseguem ser mais decentes do que tu, vê lá até onde desceste, ba...

o mundo nas mãos de um louco

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Abram alas para a nódoa, o grande fanfarrão. Que entrem as fanfarras, que estridulem as cimitarras, as guitarras, os banjos, os bandolins, as concertinas, as gaitas-de-foles, os fagotes, as tubas, as balalaicas e bandurras, os berimbaus e os timbales, pandeiretas, castanholas e matracas. E o matraquear das metralhadoras. Ei-lo! O bufão chegou impante! Ei-lo! A desfilar bunda, vaidade, a indecorosa postura, não formosa e insegura, por tuítes e telejornais, viva a publicidade à borla. O gabarola já era famoso. Agora, é-o mais, como sempre almejou. O bazófias já era rico. Agora, os seus mercados não têm fim, das roupichas da Ivanka à tranca da Melania tudo se compra e se vende, até a alma ao dianho. O bugalhão já era um escarro, um cagalhão imundo e grosso. Agora, tornou-se um perigo global, uma bomba atómica prestes a deflagrar. O mundo olha-o com espanto. E cala-se, tal como calou perante Hitler e Mussolini nos idos de 30. Foi eleito, proclamam...

terror na américa

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Nos Estados Unidos, a falta de regulamentação rigorosa das instituições financeiras levou ao que a gente sabe: ao colapso de bancos e à tragédia de milhões de americanos que perderam os seus empregos, economias, pensões de reforma, casas e até a vida. Agora, o idiota-mor da Pennsylvania Avenue, o pato-bravo da Fifth Avenue, quer extremar ainda mais essa desregulamentação. Ou seja, aquela promessa de que iria afrontar Wall Street era rematada mentira e aí está o seu governo, composto por multimilionários, presidentes de grandes corporações, antigos dirigentes da associação de criminosos que dá pelo nome de Goldman Sachs, que não me deixam mentir. Claro que os que nele votaram, na esperança de verem as suas vidas melhorar, vão ter uma terrível surpresa. Esperemos que o resto do mundo se prepare para o que aí vem. Que não se voltem a verificar ondas de choque como as da última hecatombe americana, que se repercutiram por todos os continentes. Em Portugal, a austeridade de ...

toma, embrulha e leva para a tulha!

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A Europa responde a Trump ... com as suas próprias palavras.

é preciso dominar a besta

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As notícias são cada vez mais aterradoras. Esta noite, os estudantes da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, deixaram o campus a ferro e fogo. Em protesto contra a presença de um activista de extrema-direita, ligado ao jornal digital Breitbart, que aí se preparava para discursar.  António Guterres veio, pessoalmente e perante as televisões, condenar o muslim ban . Um facto se calhar único na história das Nações Unidas. Quanto ao Donald, e diante da forte possibilidade de alguns dos seus nomeados serem chumbados no senado (precisa da maioria dos votos e, nalguns casos, nem os republicanos estão dispostos a dar-lhos), sugeriu, pura e simplesmente, que "se mudem as regras". A seu gosto, está claro, como convém aos ditadores. No parlamento canadiano, os ânimos exaltam-se e já se pede que o governo de Trudeau tome uma posição contra "o fascista Trump". Foi isso mesmo que foi dito: fascista. Segundo se diz (mas, dirá a trupe de Trump, tudo ...

shut up your fucking mouth!

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Estou enjoado, enfartado do estafado argumento em defesa de Trump: que foi eleito por maioria dos votos (coisa que nem sequer corresponde à verdade). O Hitler também foi eleito democraticamente, estão lembrados? Isto diz-vos alguma coisa? Does it ring a bell nesses neurónios empedernidos, ó bons da fita? Quer-se dizer: porque o idiota foi eleito pode fazer o que quiser, é isso? Pode humilhar qualquer nação que isso não vos diz nada, não é? Pode agitar o mundo, torná-lo mais perigoso ainda, não está claro? Pode fazer dos ricos mais ricos e dos pobres mais pobres, pode perseguir minorias, pode tornar a América num país irreconciliavelmente dividido? Que importa que tenha ganho com a ajuda da democrática Rússia? Que interessa que tenha vencido através da manipulação, da mentira, da verborreia incontida? Que tem a ver para o caso que o homúnculo seja um pateta, arrogante, malcriado, demagogo, de tendências totalitárias e de ego doentiamente inchado, que está a dar gás ao anti-american...

a queda do falso midas

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Wayne Perry/AP Wayne Perry/AP Trump é o que os seus casinos foram. Ouropel. Kitch. Novo-riquismo a rodos. Ostentação. Piroseira até mais não. A exemplo do que quer agora fazer da América, o lema de Trump já foi MAKE ATLANTIC CITY GREAT AGAIN. Com golpes palacianos, generosos empréstimos, cambalachos vários, ergueu o Taj Mahal. Trump Taj Mahal Casino, façam o favor de repetir comigo, que o nome de Trump é tão grande como a sua pessoa, vende, tem mais impacto do que qualquer outra marca, maior do que ele só Deus e, mesmo assim, se não lhe fizer sombra na Terra nem concorrência entre créus. Trump é isto. Um imenso castelo de cartas, um palácio de areia que se esfrangalhou à primeira tempestade. Porque Trump não é Midas. E a sorte não protege os audazes, mas os vigaristas.  Até um dia.

dou a mão à palmatória!

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A Merkel? Essa? A Angelita? Uma excelente rapariga, prendada, bonacheirona, amiga do seu amigo. E o Bush filho? Ai filho, que filho de boas famílias, que paz d'alma, que pacífica criatura essa! E o mesmo posso dizer, aqui e agora, do Cameron, do Coelho, do Barroso, do Junckers ou Junker ou lá o que é. Todos santinhos da minha devoção. Todos cidadãos exemplares. Todos bons pais e mães de família. Esmoleres. Generosos e bons. Andei enganado, confesso. Ao lado de Trump, todos estes trastes são santos. Batam-me. Aleijem-me. Mandem vir cilícios, açoites, guilhotinas, empaladores, serrotes, forquilhas. Mereço. Oh se mereço!

don't sleep with a pig

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Dylan Martinez/Reuters Cartazes de Londres. Ontem. Porque, queira Trump ou não queira, o mundo move-se e não é dele. As imagens são do Guardian. Alamy Live News Alberto/Pacific/Barcroft Images Alberto/Pacific/Barcroft Images Amer Ghazzal/REX/Shutterstock Andrew Milligan/PA Ben Stansall/AFP/Getty Images Jim Wood/Barcroft Images Natasha Quarmby/REX/Shutterstock Natasha Quarmby/REX/Shutterstock Natasha Quarmby/REX/Shutterstock Pacific Press/REX/Shutterstock SilverHub/Rex/Shutterstock Tom Nicholson/REX/Shutterstock Tom Nicholson/REX/Shutterstock Tom Nicholson/REX/Shutterstock

an american hero

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you're fired!

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Proiba-se a entrada no El Dorado de Trump a todos os manetas, pernetas, marretas, marrecos e seus tarecos. Impeça-se a invasão de hispânicos, germânicos, islâmicos, satânicos libertários. Vede-se a passagem a mamelucos, malucos, eunucos. A mongóis, espanhóis, caracóis não arianos. A chineses, franceses e outros malteses. A beduínos e suínos. A pretos com pecado, brancos com mancha, amarelos encardidos, cãozoada sem pedigree . A olhos em bico, corações generosos, mãos amigas. A hindús, budistas, sacristas. A refugiados, maltratados, maltrapilhos. Interdite-se o contraditório, a diferença, a variedade. A democracia, a liberdade.  We're all fired . Fora! Rua que esta pátria não é tua nem de quem a apanhar. É dos expatriados de Inglaterra, dos expropriadores de terra, dos fora-da-lei e dos desavindos d'el-rei, dos caubóis e dos carcanhóis, do dólar sacrossanto e da santa Wall Street, do melhor povo do mundo na mais gloriosa nação do mundo, agora outra vez maior, outra vez ...

o abjecto playboy presidencial

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O homúnculo já foi capa da Playboy. Para ele, publicidade, positiva ou negativa, é boa para os negócios. Enganou o Estado vezes sem conta. Fugiu aos impostos como o diabo foge da cruz. Provocou escândalos, sexuais, financeiros, sempre amorais. Associou-se a malfeitores do piorio. Teve e tem processos na Justiça, aos milhares. É presidente dos Estados Unidos.   Há um livro que, não fora o seu preço proibitivo, deveria ser lido por todos, para que todos percebam que ele não pode ser subestimado, antes rechaçado e quanto antes. Tem por título "Trump Revelado" e conta toda a história negra do homúnculo, os esquemas e estratagemas que engendrou para subir na vida, os amigos e aliados pouco recomendáveis, as mentiras em que é imbatível mestre, o ego fenomenal, a vaidade monumental, a mente perversa de um ser horrendo. E não, o livro não foi escrito por perigosos esquerdistas, mas por dois jornalistas do Washington Post com a possível imparcialidade (a criatura nada tem a f...

o grande mestre de donald trump

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Chamava-se Roy Cohn e tornou-se colaborador principal de Joseph McCarthy durante a criminosa caça às bruxas. Foi um dos advogados que conduziu o processo de condenação à morte de Julius e Ethel Rosenberg. Dizem dele que terá sido advogado de mafiosos e corruptos de alto coturno, de milionários e patifórios a nadar em crimes e em dinheiro. No início da sua ascensão rumo à fortuna, Trump recorreu a Cohn para os defender, a ele e ao pai, de um caso em que eram acusados de descriminação racial no aluguer nos seus múltiplos empreendimentos. Roy Cohn ensinou a Trump a sua primeira grande lição: quando atacado, há que contra-atacar com redobrada violência, nunca ceder, nunca negociar acordos com a Justiça, nunca dar o braço a torcer. E é assim que Trump tem sido desde então. Violento, destemperado contra quem o combate. Faz isso com as mulheres que o acusam de assédio sexual. Faz isso com os países que não acatam de imediato as suas ordens ou ripostam contra as suas humilhações....