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A mostrar mensagens com a etiqueta BPN

cuidado, ratos a bordo!

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Honório Novo, ainda em funções no parlamento, interroga neste vídeo o governador do Banco de Portugal sobre a idoneidade dos banqueiros, com Ricardo Salgado especialmente na mira.  Palavras premonitórias. E nem sequer foram precisos quatro anos, como Honório preconiza, para que os portugueses fossem chamados a pagar os desfalques e falcatruas de mais outro banco. Cerca de um ano depois desta intervenção na Assembleia da República, o BES haveria de cair com o estrondo que se continua a ouvir (e a sentir nas nossas carteiras). A propósito: porque é que só o outro Costa, o Oliveira, foi "apanhado" no caso BPN? Então os demais? Quantos terão rabos de palha e culpas no cartório e continuam a botar faladura pelas televisões, a exercer altos cargos, a serem empresários de sucesso, a esmifrar um país tão pobre para uns, tão rico para outros? Sócrates está preso. Outros, desconfio que por muito, muitíssimo mais, andam e andarão à solta, a farejar negócios de ocasião, a vend...

o nome que os une

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http://wehavekaosinthegarden.blogspot.pt/ Manuel Dias Loureiro , ministro dos Assuntos Parlamentares de Cavaco Silva de 24 de Julho de 1989 a 31 de Outubro de 1991 e ministro da Administração Interna de Cavaco Silva de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995; Luís Marques Mendes , ministro adjunto de Cavaco Silva de 19 de Março de 1992 a 28 de Outubro de 1995; Eduardo Catroga , ministro das Finanças de Cavaco Silva de 7 de Dezembro de 1993 a 28 de Outubro de 1995; José Manuel Durão Barroso , ministro dos Negócios Estrangeiros de Cavaco Silva de 12 de Novembro de 1992 a 28 de Outubro de 1995; Luís Mira Amaral , ministro da Indústria e Energia de Cavaco Silva de 17 de Agosto de 1987 a 31 de Outubro de 1991 e de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995; Joaquim Ferreira do Amaral , ministro da Indústria e Energia de Cavaco Silva de 24 de Abril de 1990 a 31 de Outubro de 1991 e de 31 de Outubro de 1991 a 28 de Outubro de 1995; José de Oliveira e Costa , Secretário de...

o mísero professor

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© 2006-2013 Presidência da República Portuguesa

o cochicho do menino

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Eu não sou de intrigas mas, deixem-me cochichar-lhes, sabem quem vai para a comissão instaladora da IFD, também conhecida por Banco de Fomento? Franquelim Alves. Como se vê, o governo está-se nas tintas para a opinião pública. Sabe que esta nomeação vai provocar alvoroço mas insiste em fazer o que quer, como quer e com quem quer. Todos os dias os portugueses assistem a uma nova afronta. Até quando vai isto durar?

de visita aos amigos

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Convém recordar que na semana de demissão de José Sócrates os juros do nosso financiamento externo passaram de 7% para 14%. E os bancos avisaram-no de que não aguentavam. Sócrates sentou-se e assinou o memorando. Que o actual primeiro-ministro não hesitasse, mais uma vez, em invocar um segundo resgate para ganhar as eleições autárquicas que perdeu, diz tudo sobre a falta de escrúpulos deste Governo, a que se soma a sua indigência, a sua incompetência, o seu amadorismo. Clara Ferreira Alves http://expresso.sapo.pt/ Qualquer país que preze a democracia tem na Constituição pilar de consagração das regras de funcionamento. Qualquer país que preze o bom funcionamento das instituições preza a sua Constituição. Não se percebe portanto o que passou pela cabeça dos homens de Durão Barroso. Os representantes em Lisboa do ex-líder do PPD/PSD juntaram a sua voz à voz do actual líder e resolveram insinuar culpas do Tribunal Constitucional na resolução dos problemas nacionais, caso exista...

dos podres da nação e outras prosas bárbaras

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Imagens:  https://www.facebook.com/QuemNaoOffshoraNaoMama

de visita aos amigos

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Henrique Monteiro http://henricartoon.blogs.sapo.pt/ Cavaco Silva continua a brincar com as palavras. Na sua carteira de títulos estiveram, antes de ser presidente, acções da SLN (detentora absoluta do BPN, cujas acções mais ninguém possuía). Continuar a dizer o contrário, escondendo-se atrás da afirmação (antiga) de que o investimento nesses títulos foi feito por um banco a quem entregou as poupanças é tomar as pessoas por parvas. Cavaco Silva teve, como ele próprio reconheceu, acções da SLN na sua carteira de títulos. Lucrou, tal como a sua filha (imagino que tivesse as suas poupanças no mesmo banco), com a compra e a venda de acções que não estavam em bolsa e cujo o valor, na compra e na venda, era decidido pela própria SLN (com valorizações absurdas). Pode ser mais ou menos grave, mais ou menos importante. Mas a verdade é esta. Logo, o suposto esclarecimento de Cavaco não é esclarecimento nenhum e o seu desmentido é uma mentira completa. Provada por documentos publicados n...

queixa-crime

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Ontem, Mário Soares sugeriu que Cavaco Silva devia ser julgado por causa do caso BPN. Solícito, pressuroso, protector da honra do chefe, Duarte Mendes, deputado do PSD, o mesmo partido de outro Duarte, o Lima, defende que Soares deve ser alvo de penalização criminal. Esta carta não prova nada. Mas convinha ser esclarecida. Ao menos isso. Quem não deve, não teme.

oliveira no país das maravilhas

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A polícia não o consegue encontrar. Quem? O Oliveira e Costa. Quem? O tal do BPN que nos deve, a cada um de nós, um a um, milhares de euros. O tal que nunca viveu acima dos seus recursos (pudera, eram do banco). Estava em prisão domiciliária mas, ao que parece, ninguém sabe dele. Anda a monte, o Oliveira da serra? Seguramente testemunha incómoda para alguns, convinha ajudá-lo a desaparecer. Acham que estou a ir longe demais? Que posso ser processado por isto? Não, nem pensem nisso. O primeiro a fazê-lo denunciar-se-ia. Estão calados. E o outro, o Oliveira, a monte. Branco. Negro, só o nosso presente. Imagem:  https://www.facebook.com/Noticias100Censura

ração tão pouca para tanta boca

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Há fotografias que, volta não volta, devem voltar à superfície, ser recordadas, esfregadas nas nossas fronhas para nos fazer lembrar tudo o que toleramos, amodorrados, acomodados nas nossas pequenas vidinhas. Por enquanto comemos. Por enquanto temos tecto. É quanto nos basta. Há fotografias, dizia, que vale a pena trazer à tona. Noutro país, as ligações aqui retratadas (de amizade, dirão vocês, de terna e fraternal comunhão de sentimentos social e democraticamente irrepreensíveis, repetirão os mais tolos ou os mais cínicos), estas ligações teriam que ser muito bem explicadas. Por cá ou, melhor dizendo, de Cabo Verde a Belém, no pasa nada , nem um beliscão na reputação, no erário, na função de cada um, por mais elevada e alegadamente nobre que seja. Reputados patifes, alegadamente (atente-se bem na repetição da palavra, não vá o diabo tecê-las) criminosos, continuam à solta, quanto muito distinguidos com uma mui afável prisão domiciliária, milionariamente vivendo a vida com a c...

outra vez o tal banco, outra vez o mesmo arco, outra vez os mesmos negócios

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Por Filipe Tourais http://opaisdoburro.blogspot.pt/ Há apenas dois dias eram 100 milhões , hoje já se fala em 816 milhões . As responsabilidades do Estado decorrentes da execução do contrato celebrado com o BIC para a venda do tal banco que, apesar de nos ter custado 9 mil milhões, os seus activos foram mantidos nas mãos dos antigos donos , o tal banco que foi avaliado em segredo por 101 milhões e acabou vendido com um desconto superior a 60% por 40 milhões ao tal consórcio detido, entre outros, pela mulher que se tornou a mais rica de África a roubar o seu povo e pelo homem que se tornou o mais rico de Portugal graças a uma venda de parte da GALP a preços de amigo pelo Governo Sócrates, o tal banco que esteve para ser vendido a crédito sem juros mas a Comissão Europeia não deixou, o tal banco que acabou por ser comprado com o capital do próprio banco , esse mesmo, o contrato de venda foi tão bem feito que o que o Estado ainda ficou a dever ao tal consórcio apesar deste ter ...

o BIC e a salvação nacional

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Por Daniel Oliveira http://arrastao.org/ O BPN foi, como se sabe, oferecido ao banco de Mira Amaral. Sim, 40 milhões de euros por um banco é uma oferta. E foi oferecido sem as dívidas, sem tudo o que nele era tóxico e problemático. Isso, Passos Coelho, homem do rigor e dos sacrifícios, deixou para os contribuintes. Para conseguir este extraordinário montante, o Estado deu todas as garantias: o contrato assinado com o BIC prevê que o banco se responsabilize por resolver as ações judiciais instauradas contra o BPN por clientes e trabalhadores, mas, claro está, mediante reembolso do Estado. A primeira factura chegou:100 milhões de euros. No fim o Estado pode vir a pagar ao BIC cerca de 600 milhões de euros. 15 vezes mais do que recebeu pela privatização. Com quase todos os que levaram o BPN à ruína em liberdade, com uma obscura venda por trocos a um banco presidido por um ex-ministro do PSD, deixando todos os podres para os contribuintes, o Estado continuará a financiar c...

pesadelo interminável

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Por Viriato Soromenho-Marques http://www.dn.pt/ Afinal a hemorragia financeira do BPN ainda não terminou. Como naqueles pesadelos em que pensamos ter acordado, para logo de seguida perceber que afinal ainda estamos mergulhados nas suas sombras e ameaças. Parece haver razão para apontar o dedo a Maria Luís Albuquerque, pela assinatura de um ruinoso contrato com o BIC. O banco que comprou o BPN pela bagatela de 40 milhões de euros, afinal só se responsabiliza pela gestão dos lucros potenciais, pois os prejuízos continuam a ser pagos por todos nós. Mas o mais grave, contudo, é perceber que o BPN é uma metonímia, uma espécie de miniatura caricatural do drama europeu. Em setembro de 2012, a Comissão Europeia calculava que os contribuintes europeus já haviam gasto 4,5 biliões (milhões de milhões) de euros para salvar o sistema financeiro (o que na Europa é sinónimo de "sistema bancário"). Isso quer dizer que a banca europeia já custou aos cofres dos Estados europeus dez vezes ma...

franquelim alves esqueceu-se que afinal era um herói

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Por Daniel Oliveira http://expresso.sapo.pt E, de um dia para o outro, o spin governamental tentou transformar Franquelim Alves num herói. Afinal, foi este administrador da SLN que desmascarou a fraude a que ali se assistia, diz o governo que tem como principal conselheiro oficioso Dias Loureiro. Posso ter estado distraído. É possível que o incómodo de Nuno Melo, que foi, com João Semedo e Honório Novo, um dos mais ativos deputados na Comissão Parlamentar de Inquérito ao BPN, com esta nomeação, também resulte de alguma distração. Mas lembro-me, lembram-se todos, que foi o mesmo Franquelim Alves que disse, nas mesmíssima comissão, que não denunciou gravíssimos factos, que constituíam crime, às autoridades competentes. E que estava arrependido da sua omissão cúmplice. O ministro Álvaro veio informar, depois de ter passado a mesma informação para os jornais, que Franquelim Alves enviou uma carta ao Banco de Portugal, a 2 de Junho de 2008, em que denunciava a existência do...

a fraude do século (2)

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Os dois primeiros episódios da grande reportagem que a SIC está a transmitir sobre o BPN. Apesar de nem todos os nomes nem todos os factos terem sido ainda apontados (aguardemos porém os próximos episódios), e apesar de uma montagem pós-modernaça que em nada ajuda à captação de toda a informação, antes distrai, isto sim, é serviço público.

a fraude do século

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Tudo sobre o BPN e a canalhada do costume. Aqui: http://www.esquerda.net/topics/BPN%3A%20A%20fraude%20do%20s%C3%A9culo

um antro nauseabundo

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Dado como sou ao masoquismo, pus-me a ouvir os discursos dos deputados durante a apresentação do relatório da Comissão de Inquérito ao BPN. Os deputados do PSD convenceram-me, já não me resta a menor dúvida: a culpa daquilo tudo foi do Sócrates. Acho mesmo que Oliveira e Costa e Dias Loureiro, só para mencionar dois dos muitos que por lá administraram a roubalheira, são agentes socialistas secretamente infiltrados no seio do PSD por José Sócrates, um sob o falso nome de Senhor Silicone e o outro de Senhor Botox. Não resta um pingo de vergonha a essa gente. Todo o seu discurso foi sobre a nacionalização, nem um pio sobre o que aconteceu antes, nos tempos dourados da fraude.  Esse antro a que chamam Assembleia da República ou, os mais ousados, casa da democracia, devia fechar para uma limpeza geral. Aquilo anda muito emporcalhado. Contem, desde já, com o meu contributo: uns bons baldes de creolina, outros tantos de lixívia e um bidão de ácido muriático. Dos grandes. I...

mais se te vê o cu

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Começo este ano fatídico de 2013 com uma pergunta muito simples, tão simples que nem sequer é preciso ser-se juiz, investigador policial ou inspector do Banco de Portugal para responder. Mesmo assim, cá vai: a fraude gigantesca do BPN, por enquanto no valor de 7.000 milhões de euros, vai ficar impune? Já agora que estou com a mão na massa, salvo seja, pergunto mais: saber-se-á algum dia toda a verdade? Manuel Dias Loureiro e outros que tais, não por acaso todos do PSD (ah, responder-me-ão as almas pias, há dois PSD's, o dos honestos e o dos outros), serão responsabilizados criminalmente? Será recuperado algum dinheiro, por pouco que seja? E os portugueses, permanecerão quietos e calados, como se não fosse nada com eles, enquanto são eles e só eles a pagar este enorme aumento de impostos de 2013 (em diante) que vai servir para tapar estes buracos colossais, o do BPN, o dos submarinos, o das fugas de capitais para o estrangeiro e tantas, tantas outras falcatruas? Se quer o...

BPN, ainda o escândalo, ainda a impunidade

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Por Henrique Monteiro http://expresso.sapo.pt/ Quem leu o Expresso deste fim-de-semana e quem viu, ontem, a reportagem especial da SIC sobre o BPN não pode ter deixado de ficar, como eu fiquei, com uma espécie de nojo. Tudo aquilo é mau de mais para ser verdade. Nós todos, contribuintes, os pobres, os remediados, os ricos, estamos a pagar a irresponsabilidade de uns, muito poucos, cujos nomes se repetem à exaustão. Esses nomes, com o de Oliveira Costa à cabeça, e os de Duarte Lima, Dias Loureiro e Arlindo Carvalho como os mais conhecidos, têm todos em comum o facto de terem trabalhado para (ou com) o atual Presidente da República. O mesmo acontece com Joaquim Coimbra, Fernando Fantasia, membros da Comissão de Honra de Cavaco e este último seu vizinho na praia, e com a filha de Oliveira Costa com casa de férias no mesmo local. Há um padrão inelutável, que não significa obrigatoriamente um envolvimento menos legal de nenhum dos citados, mas lança uma sombra sobre o que ...

o BPN é um buraco, mas é nosso, muito nosso, não o paga mais ninguém

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