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terça-feira, 26 de abril de 2016

PÉROLAS (1/2)

Muitos políticos morrem pela boca.
Falam asneiras sem qualquer cerimônia.
Muitas compõem o que se chama de folclore político.
Vejamos algumas delas.
Divirtam-se. Ou chorem, sei lá.


desciclopedia.org


“Se está com desejo sexual, estupra, mas não mata.”
(Do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) durante a campanha para prefeito de São Paulo, em 1992.)

***

“Quem não teve uma namoradinha que teve que abortar.”
(De Sérgio Cabral (PMDB), governador do Rio de Janeiro, ao afirmar que a discussão sobre o aborto é tratada de forma hipócrita muitas vezes, em 2010.)

***

“Relaxa e goza, porque depois você vai esquecer todos os transtornos.”
(Da então ministra do Turismo e hoje senadora Marta Suplicy (PT-SP), sobre as longas esperas enfrentadas pelos passageiros durante o caos aéreo, em 2007.)

***

“Lamento que ele tenha morrido longe das pistas.”
(Do ex-governador de São Paulo Paulo Egydio, no enterro de José Carlos Pace, piloto de Fórmula 1, morto em acidente aéreo.)

***

“As mulheres trabalham deitadas e descansam em pé”
(Do estilista e apresentador Clodovil Hernandes, eleito deputado federal pelo PR-SP, ao discutir com a deputada Cida Diogo (PT-RJ) em 2007.)

***

“Pelotas é uma cidade pólo, né? Exportadora de veado.”
(Do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em um vídeo amador gravado em 2000, em conversa com o candidato petista à prefeitura de Pelotas (RS), Fernando Marroni.)

***

“Hoje as meninas de 16 anos botam silicone, ficam popozudas, 
põem uma saia curta e provocam. 
Aí vem o cara, se encanta, vai ao motel, transa e vai preso?”
(Do vereador Agnaldo Timóteo (PR) durante sessão da Câmara paulistana ao comentar a meta da então ministra Marta Suplicy (PT-SP) de combater o turismo sexual, em 2007.)

***

“Dilma Rousseff, pare de mentir. Se gosta de homossexual, assuma! 
Se o teu negócio é o amor com homossexual, assuma!”
(Do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) sobre a suposta insistência do governo federal em distribuir nas escolas públicas o que chama de ‘kit gay’, em 24 de novembro de 2011.)

***

“É inteligente, apesar de ser mulher.”
(De Mario Amato, ex-presidente da FIESP, sobre a ministra do Trabalho. Dorothéa Werneck.)

***

“Essa mulher é uma vaca inútil.”
(De Leonel Brizola, então governador do Rio de Janeiro, comentando declarações da deputada Rita Camata sobre o massacre de meninos na Cinelândia.)

(novembro de 2014)



domingo, 27 de setembro de 2015

ATOS FALHOS (II)

POLÍTICOS QUE JÁ “MORRERAM” PELA BOCA


Adicionar legenda
“Minha filha, então, morra, morra!”



(De Amazonino Mendes (PTB), prefeito de Manaus (AM), em resposta a moradora em áreas de risco que não queria deixar sua casa.)


“As mulheres trabalham deitadas e descansam em pé”

(Do estilista e apresentador Clodovil Hernandes, eleito deputado federal pelo PR-SP, ao discutir com a deputada Cida Diogo (PT-RJ) em 2007.)


“Pelotas é uma cidade pólo, né? Exportadora de veado.”

(Do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em um vídeo amador gravado em 2000, em conversa com o candidato petista à prefeitura de Pelotas (RS), Fernando Marroni.)


“Hoje as meninas de 16 anos botam silicone, ficam popozudas, põem uma saia curta e provocam. Aí vem o cara, se encanta, vai ao motel, transa e vai preso?”

(Do vereador Agnaldo Timóteo (PR) durante sessão da Câmara paulistana ao comentar a meta da então ministra Marta Suplicy (PT-SP) de combater o turismo sexual, em 2007.)


“Dilma Rousseff, pare de mentir. Se gosta de homossexual, assuma! Se o teu negócio é o amor com homossexual, assuma!”

(Do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) sobre a suposta insistência do governo federal em distribuir nas escolas públicas o que chama de ‘kit gay’, em 24 de novembro de 2011.)


“É inteligente, apesar de ser mulher.”

(De Mario Amato, ex-presidente da FIESP, sobre a ministra do Trabalho. Dorothéa Werneck.)



sábado, 26 de setembro de 2015

ATOS FALHOS (I)

POLÍTICOS QUE JÁ “MORRERAM” PELA BOCA




“Se está com desejo sexual, estupra, mas não mata.”

(Do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) durante a campanha para prefeito de São Paulo, em 1992.)

“Quem não teve uma namoradinha que teve que abortar.”

(De Sérgio Cabral (PMDB), governador do Rio de Janeiro, ao afirmar que a discussão sobre o aborto é tratada de forma hipócrita muitas vezes, em 2010.)

“Relaxa e goza, porque depois você vai esquecer todos os transtornos.”

(Da então ministra do Turismo e hoje senadora Marta Suplicy (PT-SP), sobre as longas esperas enfrentadas pelos passageiros durante o caos aéreo, em 2007.)

“Ilustre ministro moreno escuro.”

(Do deputado federal Júlio Campos (DEM-MT), em referência ao ministro Joaquim Barbosa, do STF, porque não lembrava seu nome durante uma reunião da bancada de seu partido.)

“Lamento que ele tenha morrido longe das pistas.”

(Do ex-governador de São Paulo Paulo Egydio, no enterro de José Carlos Pace, piloto de Fórmula 1, morto em acidente aéreo.)

“Essa mulher é uma vaca inútil.”

(De Leonel Brizola, então governador do Rio de Janeiro, comentando declarações da deputada Rita Camata sobre o massacre de meninos na Cinelândia.)


sexta-feira, 21 de março de 2014

FAÇA O QUE EU DIGO (III): POLÍTICOS

A cada quatro anos, após a posse, todo deputado federal faz o seguinte juramento:

"Prometo manter, defender e cumprir a Constituição, observar as leis, promover o bem geral do povo brasileiro e sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil".

JOGARAM A DANADA NO LIXO.
E NINGUÉM (OU QUASE) RECLAMA

Com pequenas variações de texto, a cena se repete nas demais casas legislativas do país.

Nunca antes neste país se jurou tanto – e com tanta falsidade.

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

BRASIL VAGABUNDO

Por que parlamentares ladrões têm acesso livre a visitas, ao contrário dos outros ladrões que lhes fazem companhia nas celas?

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

QUEM SEMEIA VENTO...

Nossos políticos têm aprontado tanto, mas tanto e há tanto tempo, que nos botecos já se ouve falar assim:


-- Nas basta cassá-los. É preciso caçá-los. 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

EFEITO TOSTINES

 Eles são iguais a gente?/Foto: Agência Câmara
Políticos, em geral, gostam de dizer que o Parlamento é a cara da sociedade. Talvez seja uma maneira de aliviar suas culpas. Ou, melhor dizendo: talvez seja uma forma dissimulada de pôr os cidadãos contra a parede: “Se estivesse em meu lugar, faria o mesmo que eu faço. Ou faria pior ainda. Então, por que você me rejeita tanto?”

Durante muito tempo, me recusei a acreditar que o Parlamento fosse a “cara” da sociedade. “Não podemos ser tão feios, sujos e malvados como a maioria deles!”, me indignava. Hoje, já não tenho a mesma convicção. Tenho escrito uma série de textos curtos sobre isso. Em breve, estarão no blog que estou finalizando, sob a rubrica “A ética do cruz-credo”. Registro papos de bar e de família, comportamentos no trabalho, flagrantes do dia-a-dia. Conclusão: se falta – e falta – decoro no Olimpo; na planície, ele também não se destaca pela abundância.

O Parlamento é o que é por que a sociedade é assim, ou a sociedade é assim por que o Parlamento é o que é? Ninguém precisa ficar nervoso, não. Sei que há muita gente boa por aí, mas também sei que há gente boa por lá. A desgraça é que, por aqui e por lá, quem presta é minoria.


domingo, 1 de setembro de 2013

A MULHER DE CÉSAR CAIU NA VIDA

À mulher de César, como se sabe, não bastava ser honesta. A coitada tinha que convencer os outros de sua probidade. Ou seja: tinha que parecer honesta também. A propósito, “parecer” costuma ter mais valor que “ser”. Mas esta é outra conversa.

Muita gente importante nunca deu bola alguma para essa coisa de ser correto. Mas, de olho nos votos e na lei, jamais descuidou da boa imagem. É por essa razão que, de tempos em tempos, nos chocamos quando um gaiato famoso é pego em flagrante: “Nossa, ele parecia tão honesto, era tão implacável com os corruptos.” Demóstenes Torres está aí, para confirmar o descompasso entre o “ser” e o “parecer”.

Mas, como vivemos sob o império da desfaçatez, há muita gente que já não faz nenhuma questão de esconder seus reais interesses. O sujeito faz cara de safado, fala como safado e age como safado. Ora, um sujeito assim só pode ser safado. Que vantagem alguém leva em se apresentar como pilantra sem que seja pilantra? A não ser que queira impressionar seus parceiros de cela, uma coisa dessas não faz sentido.

Esta gente age como uma hipotética mulher de César, que caiu na vida e faz propaganda de seu desvio. Mas só trata do preço dos prazeres que proporciona entre quatro paredes.  (2012)