| SPONHOLZ - JBF
“Eles
querem chegar no Lula. Eu tenho endereço fixo, todo mundo sabe onde eu moro. Se
tem uma coisa que eu me orgulho, neste país, é que não tem uma viva alma mais
honesta do que eu. Nem dentro da Polícia Federal, nem dentro do Ministério
Público, nem dentro da Igreja Católica, nem dentro da Igreja Evangélica. Pode
ter igual, mas mais do que eu, duvido”, disse Lula. Do ex-presidente Lula, que
recebeu (hoje, 20/01) onze blogueiros no Instituto que leva seu nome.
Para assistir a dois videos em que Lula
reforça seu compromisso com a mentira,
clique no link abaixo:
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
LULA - O MITÔMANO (II)
LULA - O MITÔMANO
| www.trocistas.com |
—
O problema da mentira é que quando você conta uma mentira uma vez é obrigado a
mentir a vida inteira para justificar aquela mentira.
Palavras
de Lula (12/06/2008), na tentativa de desqualificar o depoimento da ex-diretora
da Agência Nacional de Aviação Civil, Denise Abreu, que acusou a Casa Civil de
interferir diretamente no processo de venda da Varig.
O video abaixo é esclarecedor sobre o modus operandi do fanfarrão.
Enquanto Lula dá vazão a seu cinismo, o PT faz o trabalho sujo.
sexta-feira, 24 de abril de 2015
NEM TODA MENTIRA SERÁ CASTIGADA
| www.blancodesigns.com.br |
Dizem
que mentira é coisa feia e tem pernas curtas. Não é bem assim. Todos nós
conhecemos pessoas, políticos à frente, que mentem compulsivamente – e que vão
longe. Não faz muito tempo, um mitômano chegou à presidência da República.
Outros tantos, ainda que não saibam uma palavra em javanês, prosperam igual e
celeremente. Vendendo aos incautos os conhecimentos que nunca tiveram de
javanês.
Sejamos
francos: em certas situações, não há como fugir da mentira, daquela mentirinha
que pessoas sem senso de ridículo nos obrigam a contar. Imagine sua sogra, que
já ultrapassou os limites da obesidade mórbida, dirigindo-se a você, com aquele
corpanzil roliço coberto por um vestido estampado, quase aberrante:
—
Então, Juninho, sua sogra está ou não está elegante, bonitona?
Refreie
seus instintos mais primitivos. Sinceridade, ao contrário do que dizem, nem
sempre é boa conselheira. Concorde. Mas, tudo o que você, Juninho, disser além
de “claro, claro” soará aos ouvidos de sua sogra como ofensa irreparável.
Minta, mas seja discreto. Nada de elogios rasgados. Ela sabe que, com o “claro,
claro”, você está mentindo. Afinal, ela não é tola de tudo. Jamais suportaria,
no entanto, o deboche. Nada de “bonitona é pouco” ou mesuras afins.
A
desgraça é que há pessoas que mentem sem necessidade alguma. Deveriam ficar
caladas. Seja honesto: sem contar seus filhos, evidentemente, você já viu algum
recém-nascido lindo, que seja de fato a cara do pai, da mãe ou do vizinho? O
que temos ali, após o parto, é uma massa disforme que leva obstetras em início
de carreira a ter uma dúvida das bravas: afinal, qual é a placenta?
Os
extremos se tocam. Velórios são também espaços propícios para mentiras
desnecessárias. Ora, todo mundo sabe que o cara foi um crápula a vida toda,
teve casos e mais casos, bebia e fumava sem descontinuar, fugia do batente como
aquele presidente dos livros etc. e tal. Aí, sempre aparece alguém para dizer,
com ares de carpideira, para a pobre da viúva – justo para ela, que agora sonha
com um fim de vida em paz: “Foi um homem bom, ninguém pode negar”.
Resumo
da ópera: se for preciso, não houver mesmo outro jeito, minta, mas sem exageros.
(maio de 2013)
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