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domingo, 2 de abril de 2017

POLÍTICA/OPINIÃO: VLADY OLIVER



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MADURO: A BESTA QUE O PT EMBALA




É GÓPI!!!

Petistas atacam João Doria,
mas não dão um pio sobre Maduro

Por Vlady Oliver
Via Blog do Augusto Nunes
01/04/2017

Não é de hoje que a Venezuela – país que tem “democracia” até demais, segundo os petistas – mostra o caminho das pedras das intenções marretas dessa gente, vermelha até o talo. O mantra desses ladrões com ideologia é permanecer no poder a qualquer custo e aparelhar tudo o que for possível, em nome de uma causa impossível. E roubar tudo o que couber na cueca. Batedores de carteira profissionais, tudo o que fazem, tudo o que falam e tudo o que defendem cheira a podre. Petistas atacam João Doria, mas não se manifestam sobre Nicolás Maduro. Atacam Michel Temer, mas não dão um pio sobre a roubalheira de seus chefes.

Atacam Sérgio Moro, mas convivem placidamente com genoínos. São nojentos. E esse nojo, essa repulsa que causam com um sorriso nos lábios, vai levando o país à intolerância congênita. Não é de hoje que eu acuso o PT de ser um produto do meio. Um resultado. Lula só chegou onde chegou com o beneplácito de todos os demais. Um motivo a mais para nunca mais serem eleitos com meu voto. Minha campanha presidencial já está nas ruas. Sou contra todos eles. Com o meu voto nunca mais !!!!

quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

POLÍTICA/OPINIÃO: VLADY OLIVER




ILUSTRAÇÃO: ROQUE SPONHOLZ




A REVOLTA DOS BOÇAIS

Enoja ver que a esquerdalhada de sempre
trama a volta dos que não foram ─ para a cadeia

POR VLADY OLIVER
BLOG DO AUGUSTO NUNES
VEJA.COM
14 dez 2016 |17h53

É impressionante como seres do governo – qualquer governo – portam-se como se oposição fossem. Havia partidos demais? Negociações demais? Corrupção demais? E Dilma do chefe exercia exatamente que papel, quando tudo isso acontecia bem debaixo de sua capa de gordura? Ora, tenha paciência. Posar de estudiosa da bandidagem depois de ter sido eleita chefa da vadiagem, fazendo o diabo para se manter na teta, chega a ser nojento. Não tenho um pingo mais de tolerância com essa gente.

Enoja ver que a esquerdalhada de sempre trama a volta dos que não foram ─ para a cadeia ─ justamente porque continuamos a ter uma república de bananas instalada no Planalto, tentando pateticamente blindar o que ainda resta dessa mesma vigarice aboletada no governo. Vamos acordar, meus caros. Usar o DataMoscas para levantar esses defuntos ─ notem que quem reverberou a pesquisa não colocou em dúvida um só momento a lisura do tal instituto, que erra por 30 pontos de margem em suas pesquisas ─ é vigarismo do mais deslavado.

Quem quer embarcar nessa vaca indo pro brejo, que embarque. Eu não tenho a menor paciência para quem encara a coisa confundindo deliberadamente ladroagem com pesquisa de campo. Vão pro inferno.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

POLÍTICA/OPINIÃO: VLADY OLIVER


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CARTÃO CORPORATIVO

A última coisa em que pensam nossos governantes é
no bem-estar da população. Eles querem é grana mesmo

POR VLADY OLIVER
BLOG DO AUGUSTO NUNES
EM 20/11/2016 | 19:12

É impressionante como o governo brasileiro – qualquer governo, de qualquer matiz ideológico – é chegado em meter a mão no bolso dos seus cidadãos. Desavergonhadamente. De vigarices típicas como o “ouro para o bem do Brasil”, “o petróleo é nosso” ou o confisco da poupança collorido, à bolsa família e à última cereja deste bolo indigesto, uma tal de “repatriação”. A última coisa em que pensam nossos ilustres governantes é no bem-estar da população. Eles querem é grana mesmo.

Até projetos bem intencionados, como o Bolsa Família, por exemplo, viram imediatamente formas de manipulação rasteira, bovinismo eleitoral e vigarice com filtros ideológicos, festejados por todo meliante como curral eleitoral de todo encostado no barranco estatal de sempre. São os chequinhos. Nada escapa da sanha marreta de confiscar, controlar, manipular e superfaturar tudo o que vê pela frente.

Vejamos: não tenho dinheiro lá fora. Nem aqui dentro, para ser mais exato. Posso intuir, no entanto, que o crime que essas pessoas cometeram foi não acreditar em nossos mandatários, tentando preservar parte de seu patrimônio a salvo em algum lugar do planeta. Fraudaram o Fisco? Provavelmente. Mas o que justificaria tratar a repatriação como uma “derrama” miserável, onde o governo quer nada menos que 30, 35, 40% de tudo o que o coitado produziu, e já se debate vigorosamente, via bloqueios, audiências e pressões de todos os lados, pela distribuição do butim?

Os caras nem disfarçam. Tratam o crime menor como álibi perfeito para encobrir os rombos de crimes muito maiores, estes sim acobertados pela imensa maioria dos políticos. É impressionante a pilantragem. Quando se fala em “repatriação”, a cara que me vem logo à mente é a do Romero Jucá, o menestrel dessa lambança. E em seguida a da ministra Zélia, de terrível lembrança. Para quem escapou do pesadelo daquela época, a tal ministra era outro fantasma que arrastava correntes no governo, planejando confiscos de dia e querendo experimentar de noite um chicotinho novo, que acabara de comprar numa loja de brinquedos para adultos.

É dessa constrição mental avariada que surgem os planos mirabolantes para tungar ainda mais dinheiro dos incautos, em causas que não são das mais republicanas, nem das mais edificantes. Estão como pintos no lixo, a festejar uma tunga de 50 bilhões, que eles já planejam repetir no ano que vem, inventando receitas como os pré-sais, os etanóis, as bandeirinhas na conta de luz, os controlares e uma infinidade de mãozinhas bobas enfiadas no bolso exausto de quem trabalha demais para sustentar bandidos.

Os empreiteiros estão todos presos? Qual o crime que eles cometeram? Fazer parte de uma quadrilha que exigia, como política de Estado, propina em troca de liberdade para tocar seus negócios? E os chefes da camorra, continuam soltos por quê? Enquanto o país não se olhar no espelho para ver em que tipo de bandido se transformou; se cúmplice, alheio, agente, corruptor ou corrompido, continuaremos por aqui, a presenciar o escárnio dos miseráveis. A redenção dos cretinos. Um presidente gastando mais que a outra no cartão corporativo.

Isso aí é isso aí mesmo? Vai me enganando…


domingo, 20 de novembro de 2016

POLÍTICA/OPINIÃO: VLADY OLIVER



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O CAMBURÃO

Um governo que não agrada gregos nem baianos
está a um passo de que todos se unam de novo
para tirá-lo de onde está

POR VLADY OLIVER
DO BLOG DO AUGUSTO NUNES

Fosse eu o presidente da república, em minúsculas mesmo, estaria sim preocupado com os acontecimentos. Em primeiro lugar, sua única meta passou a ser ameaçada pelas contingências. Tirar o Brasil da crise é aparentemente simples, mas exige algo que ele não tem e vai jogando fora quando pode: credibilidade. Os índices de confiança num país que rouba até centavos dos seus aposentados subiram um pouquinho em meses anteriores, aliviados pelo impeachment da mulher barbada do palácio. Evidente que isso não bastou.

Era a prisão dos ladravazes, que inundaram o país de lama, a centelha de confiança de que o país precisava para mudar de rumo. Ao declarar que prefere o maior bandido de todos os tempos solto, por medo, Michel Temer vai mostrando de que lado está. De um lado que não vai conseguir enganar a plebe rude por muito tempo. Seriam necessárias mais que gomalina no cabelo, mesóclises e a tal temperança elegante para convencer o país a abandonar a guerrilha e voltar para o batente.

O Rio de Janeiro é o primeiro e mais visível exemplo do que é ser governado e extorquido por bandidos, até o talo. Um Estado falido, sem dinheiro para honrar seus compromissos e na beira de uma crise sem precedentes, por não poder pagar pelo péssimo funcionalismo público que contratou, todo esse tempo. Um ex-governador celerado, exigindo ser transferido de Bangu para o Copa D’Or é o que temos pra hoje, naquela cidade, um dia, maravilhosa. O engraçado da coisa é que, aparentemente, forças opostas pelo vértice – uma ideologia tacanha – se reuniram para invadir o Congresso e atacar a Alerj, no Rio de Janeiro.

Tanto faz, percebem? Um governo que não agrada gregos nem baianos está a um passo de que todos se unam de novo para tirá-lo de onde está. Sabemos que mais da metade do Congresso é denunciada numa operação policial, que se esforçam para aprovar leis que livrem seus rabos sujos da punição iminente, que juízes em Berlim se esbaldam em supersalários que não deixam dúvidas de que estão de qualquer lado, menos do lado da lei, mostram de forma inequívoca que este governo que mal começou, já acabou.

Sinceramente? Mais uma vez eu queria que minha dissensão fosse meramente ideológica. Não é. É de caráter. De moral. De ética. De perceber que só poderíamos ser governados por bandidos de uma facção com a cumplicidade, cobertura e falta de oposição de todas as demais. A Lava Jato explicou tudo. Pro camburão com todos eles. Não vai sobrar nenhum.


sexta-feira, 21 de outubro de 2016

POLÍTICA/OPINIÃO: VLADY OLIVER




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IMAGEM: ARQUIVO GOOGLE


A PANELA, A CADEIRA E O MICROONDAS

Antes que alguém mande eu me benzer, afirmo 
categoricamente
que estou sofrendo de Brasil

POR VLADY OLIVER

Blog do Augusto Nunes
Em 19/10/2016 às 21:51

Premido pela crise, demorei mais que o necessário para ver que algumas coisas em minha casa estavam caindo pelas tabelas. E fui comprar os itens que listei acima. Três das melhores marcas que conheço, para que fique bem claro que trabalho dobrado para tentar colocar em casa apetrechos com um pingo de dignidade na parada. A panela quebrou em três cozidas, a cadeira quebrou o suporte das rodinhas, me derrubando em pleno escritório falando com meu chefe pelo telefone, e o microondas ronca mais que um Trabant subindo a ladeira e queimando todo o óleo pelo caminho.

Três das melhores marcas do mercado, eu repito. Deem uma rápida olhada nas compras de supermercado do mês e vocês verão que o mais novo mimo do nosso “capitalismo, pero no mucho” é um selinho vermelho num canto da embalagem, afirmando que a mesma agora vem com 10% a menos de produto embutido nela. A lei agora permite isso. Um mimo, não é mesmo? Essa sucata em que transformaram a indústria nacional, apoiada na muleta calhorda do vigarismo estatal que campeou todo esse tempo por aqui, é o resultado de uma ideologia bamba com o mais completo descuido com qualquer planejamento, mérito, controle e eficiência.

"Passou da hora do país repatriar também sua vergonha na cara, 
irremediavelmente perdida entre o socialismo de pinga 
que nos impuseram e a saudade marreta que essa gente
ostenta de uma realidade que jamais se consumou" 




É o PT no poder. É o discurso safado de esquerda, que quando não vomita evacua na decência, como um bando de macacos acuados diante da evolução da espécie. Demorei para encontrar um Nêumanne, nos escombros do jornalismo de hoje, para dar às coisas os nomes que as coisas têm. Que bom que ainda existe um exemplar, no meio de tantos outros que professam mesmo é sua indignação com o savonarolismo da Lava Jato. O país mais corrupto do mundo, nu e com as calças arriadas, bradando que é vítima de uma perseguição seletiva. Não dá pra encarar, não é mesmo? Eu já vinha dizendo aqui mesmo que, como engenheiro que sou, sei bem os resultados de se fazer uma obra com a metade do cimento, para pagar propina. No mínimo, durará a metade do tempo.

Antes que alguém mande eu me benzer, afirmo categoricamente que estou sofrendo de Brasil. Um ajuntamento de vigaristas que tenta sobreviver, dando uma tunga no consumidor e usando materiais dos mais vagabundos em seus produtos. Teremos ou não uma “colaboração premiada” também neste quesito? Passou da hora do país repatriar também sua vergonha na cara, irremediavelmente perdida entre o socialismo de pinga que nos impuseram e a saudade marreta que essa gente ostenta de uma realidade que jamais se consumou, porque foi arquitetada para ser a fraude que é.

Essa gente não me engana. Se aquele escritor, andares abaixo, pedisse emprestado um liquidificador para uma prima dele, lá nos Estados Unidos, e esta lhe apresentasse um troço que mói até pedra britada, aposto que ele entenderia finalmente a diferença entre o socialismo barato que nós condescendemos em experimentar por aqui e o capitalismo de resultados práticos e aferíveis. Nunca antes tinha visto este país com olhos tão abertos. É um lixo. Obrigado, Nêumanne. Obrigado, Augusto. Tá difícil.