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sábado, 20 de janeiro de 2018

IMAGENS: VAN GOGH




NOITE ESTRELADA



QUARTO EM ARLES


VanGogh-Lane at the Jardin du Luxembourg

OS COMEDORES DE BATATA



TERRAÇO DO CAFÉ



A VELHA TORRE DA IGREJA DE NUENEN





Vincent Van Gogh – (1853/1890) foi um pintor holandês, considerado um dos maiores pós impressionistas de todos os tempos. Chegou a morar na França e na Bélgica, e em vida vendeu apenas um quadro intitulado “O Vinhedo vermelho”, ou seja, o reconhecimento ocorreu somente após sua morte.

A vida amorosa do pintor parece não ter sido bem sucedida tendo em vista que, de acordo com alguns historiadores, tempos antes, ao pedir uma prima em casamento, teria recebido um enérgico “nunca” como resposta, chegando a ter atritos com seu tio (pai da pretendida), e em seguida, ao se mudar de cidade teria se interessado pela filha de uma vizinha, uma moça que tentou suicídio assim que soube que a família não permitiria o casamento.

Há relatos de que poucos anos depois uma mulher prostituta, amante de Van Gogh, teria se envolvido com Paul Gauguin, e em uma discussão mais acalorada Van Gogh teria o atacado com uma navalha. Este fato tem relevância na vida do pintor. Ele havia trocado Paris por Arles, mais ao sul da França, e alugado uma casa passando a trabalhar junto com Paul Gauguin. Com tantos desentendimentos Gauguin decide ir embora.

Após a ruptura profissional com Paul Gaugin, Van Gogh é diagnosticado com depressão. Nesta época era comum os artistas locais ingerirem Absinto, e a ingestão freqüente desta bebida de altíssimo teor alcoólico teria agravado a doença e sintomas como alucinações. Foi durante uma crise que o pintor cortou o lóbulo da própria orelha esquerda, chegando inclusive a auto retratar-se após a mutilação.




Internado em um hospital, e em seguida em um asilo, Van Gogh não deixa de pintar. Pouco tempo depois, em sua fase mais produtiva chega a pintar um quadro por dia, e devido a seus problemas mentais agravados, passa a ser tratado pelo médico Paul Gachet (especialista experiente em acompanhar alguns artistas da época). A aproximação entre o pintor e seu médico rendeu-lhe uma de suas obras mais conhecidas “O Retrato de Dr. Gachet" (acima), e curiosamente suspeita-se que a cor amarela em destaque em seus quadros teria sido um dos efeitos colaterais da medicação receitada por Dr Garret – há quem defenda a alternativa de que o pintor tenha sido daltônico.

Em maio de 1890, aparentando estar recuperado, Van Gogh passa a morar em Auvers-sur-Oise, a noroeste de Paris, onde pinta freneticamente. Uma piora em seu estado saúde o leva a tentar suicídio no dia 27 de julho do mesmo ano, atirando contra o próprio peito. A tentativa ocorreu ao lado de fora da casa, mas ele consegue retornar para seu quarto, e passa as últimas 48 horas de sua vida conversando com o seu irmão. A justificativa mais frequente é de que os médicos não conseguiram retirar a bala do seu tórax, embora há indícios de que o próprio pintor tenha se recusado a receber tratamento.

Na manhã do dia 29, o pintor morreu aos 37 anos. Por ter atentado contra a própria vida, perdeu o direito de ser velado e enterrado nas dependências da  Igreja local, e durante o enterro seu caixão foi coberto com flores preferidas: girassóis. Aliás, a tela "Os Girassóis" é uma das obras-primas de Van Gogh.

Fonte: INFOESCOLA
Texto: Alaine Silva


sábado, 18 de fevereiro de 2017

IMAGENS: VAN GOGH














Resultado de imagem para A Casa Amarela








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VAN GOGH: AUTORRETRATO

Vincent Willem Van Gogh – (1853/1890) foi um pintor holandês, considerado um dos maiores pós-impressionistas de todos os tempos. Chegou a morar na França e na Bélgica, e em vida vendeu apenas um quadro intitulado “O Vinhedo vermelho”, ou seja, o reconhecimento ocorreu somente após sua morte.

sábado, 18 de janeiro de 2014

CLÓVIS CAMPÊLO

A NOITE ESTRELADA


Clóvis Campêlo
http://www.geleiageneral.blogspot.com.br/
É uma das mais conhecidas pinturas de Vincent van Gogh. Foi feita por ele aos 37 anos de idade, em 1889, enquanto estava internado em um asilo na cidade de Saint-Rémy-de-Provence, na França. Atualmente encontra-se na coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova York.

Segundo os seus estudiosos, a obra foi feita de memória e não a partir da visão de alguma paisagem. A parte central representa a aldeia onde ficava o sanatório, sob um céu enrolado e com alguns astros fora do lugar, como a constelação da Ursa Maior, deslocada mais para o sul. O cipreste à esquerda, foi adicionado em primeiro plano à pintura.

É nesse período que o artista rompe com a sua fase impressionista e desenvolve um estilo próprio, com o uso de fortes cores primárias, às quais ele atribuía significados próprios.

Apesar da forte definição dos contornos das imagens retratadas, o cenário sugere intenso movimento, com o lugarejo espremido entre o céu, que ocupa a maior parte da figura e uma estreita faixa de terra. Parece que o pintor tomava consciência naquele momento da nossa pequena dimensão no universo.


Por outro lado, o cipreste colocado à esquerda realça o primeiro plano da composição e serve de elo entre o agitado ambiente celeste e a calma das montanhas e do casario de Saint-Rémy.

Alguns estudiosos da obra chamam ainda a atenção para a imagem da lua, à direita da composição, que mais lembra o sol, clareando o azul da noite, e as imagens das estrelas, que sugerem pequenos sóis.

Assim como talvez já tenha acontecido com milhares de outras pessoas, esse foi o quadro de Van Gogh que sempre me chamou mais a atenção. Foi a partir dele que me interessei em pesquisar e conhecer mais a sua obra, embora sem nenhuma pretensão de um estudo pertinaz e intensivo.

A admiração apenas refletiu-se numa tentativa empírica de conhecimento da obra e da vida contida do autor holandês, que contrastava com a intensidade interna dos seus sentimentos conturbados.

Recife, 2014