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terça-feira, 29 de abril de 2014

USP, 80 ANOS: NADA A COMEMORAR

www.iag.usp.br


A folha de pessoal da USP não cabe em seu orçamento. A Universidade consome 105% do que recebe apenas com o pagamento de professores e funcionários. De julho de 2012 até agora, teve de gastar R$ 1,3 bilhão de suas reservas financeiras para cobrir o rombo crescente. As reservas, que naquele período eram de R$ 3,61 bilhões, estão agora em R$ 2,31 bilhões.

Ao desperdício do dinheiro público, soma-se a queda de seu prestígio acadêmico, segundo a Times Higher Education (THE), revista britânica que faz os principais rankings mundiais de ensino superior.

Em 2014, a Universidade de São Paulo completa 80 anos. Não tem o que comemorar. 

Só pode haver algo de "estranho", para não dizer "podre", nesse reino da Dinamarca.
   


quinta-feira, 14 de novembro de 2013

USP: CASA DA SOGRA

O título de reportagem publicada em O Estado de S. Paulo desta quinta-feira, 14, fala por si: “USP gasta quase 100% dos recursos com funcionários”. Além de verbas da FAPESP e outros órgão de fomento, a universidade recebe pouco mais de 5% do ICMS – principal fonte de receita do governo do Estado. Roberto Leal Lobo e Silva Filho – que dirigiu a USP no início dos anos 90 – é taxativo: “A questão é que há gente demais”. Segundo ele, universidades particulares de ponta não comprometem mais do que 70% de suas receitas com o pagamento de funcionários. Afinal, é preciso pensar em investimentos, para não parar no tempo. Greves irresponsáveis, intermináveis e frequentes consomem boa parte dos anos letivos. A conta? A conta é nossa.