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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

HORA DA VITROLA: ZECA PAGODINHO





PAFFARO



FAIXA AMARELA

 De Zeca Pagodinho/Jessé Pai/Luiz Carlos/Beto Gago










Eu quero presentear

A minha linda donzela

Não é prata nem é ouro

É uma coisa bem singela

Vou comprar uma faixa amarela

Bordada com o nome dela

E vou mandar pendurar

Na entrada da favela

Vou dar-lhe um gato angorá

Um cão e uma cadela

Uma cortina grená para enfeitar a janela

Sem falar na tal faixa amarela

Bordado com o nome dela

Que eu vou mandar pendurar

Na entrada da favela

E para o nosso papá vai ter bife da panela

Salada de petit-pois, jiló, chuchu e beringela

Sem falar na tal faixa amarela

Bordada com o nome dela

Que eu vou mandar pendurar

Na entrada da favela

Vou fazer dela rainha do desfile da Portela

Eu vou ser filho do Rei, e ela minha Cinderela

Sem falar na tal faixa amarela

Bordada com o nome dela

Que eu vou mandar pendurada

Na entrada da favela

E para gente se casar, vou construir a capela

Dentro de um lindo jardim com flores, lago e pinguela

Sem falar na tal faixa amarela

Bordada com o nome dela

Que eu vou mandar pendurar

Na entrada da favela

Mas se ela vacilar, vou dar um castigo nela

Vou lhe dar uma banda de frente

Quebrar cinco dentes e quatro costelas

Vou pegar a tal faixa amarela

Gravada com o nome dela

E mandar incendiar

Na entrada da favela

Vou comprar uma cana bem forte

Para esquentar sua goela

E fazer uma tira-gosto

Com galinha à cabidela

Sem falar na tal faixa amarela

Bordada com o nome dela

Que eu vou mandar pendurar

Na entrada da favela






Zeca Pagodinho – cantor e compositor brasileiro de samba e pagode – nasceu em Irajá, no Rio de Janeiro, no dia 04 de fevereiro de 1959. Estudou até a quarta série primária. Começou a gostar de samba através de contatos com os sambistas dos subúrbios cariocas. Iniciou sua carreira profissional tocando e cantando nos bairros de Irajá e Del Castilho, onde foi criado. É conhecido pela sua maneira irreverente de cantar, por isso levou o samba ao patamar de grande espetáculo. Seus cachês são os mais altos do Brasil.  (Fonte: E-Biografias)



quinta-feira, 20 de outubro de 2016

HORA DA VITROLA: DOMINGUINHOS

Resultado de imagem para CARICATURAS DOMINGUINHOS
BAPTISTÃO

LAMENTO SERTANEJO
DE DOMINGUINHOS E GILBERTO GIL
COM HAMILTON DE HOLANDA, YAMANDU COSTA
 E MAYARA ANDRADE
SOB O OLHAR EMOCIONADO
DE DOMINGUINHOS





Por ser de lá

Do sertão, lá do cerrado

Lá do interior do mato

Da caatinga do roçado

Eu quase não saio

Eu quase não tenho amigos

Eu quase que não consigo

Ficar na cidade sem viver contrariado



Por ser de lá

Na certa por isso mesmo

Não gosto de cama mole

Não sei comer sem torresmo

Eu quase não falo

Eu quase não sei de nada

Sou como rês desgarrada

Nessa multidão boiada caminhando a esmo


MOISÉS






segunda-feira, 7 de março de 2016

SOM E IMAGENS: DORIVAL CAYMMI



ISADORA SABARÓ


AMARILDO






PEGUEI UM ITA NO NORTE
De Dorival Caymmi
Com Gal Costa

Peguei um Ita no norte
Pra vim pro Rio morar
Adeus meu pai, minha mãe
Adeus Belém do Pará
Ai, ai, ai, ai
Adeus Belém do Pará
Ai, ai, ai, ai
Adeus Belém do Pará

Vendi meus troços que eu tinha
O resto dei pra "aguardá"
Talvez, eu volte pro ano
Talvez eu fique por lá




CARVAL



GIL TOKIO





MARACANGALHA
De Dorival Caymmi
Com Beth Carvalho e Danilo Caymmi

Eu vou pra Maracangalha eu vou
Eu vou de uniforme branco eu vou
Eu vou de chapéu de palha eu vou
Eu vou convidar Anália eu vou
Se Anália não quiser ir eu vou só
Eu vou só eu vou só
Se Anália não quiser ir eu vou só
Eu vou só eu vou só
Sem Anália mas eu vou
Papapara papaia papá

Papaparapapaia papá




GIL TOKIO


WILLIAN



CABRAL


LIBERATI



TUBA




sexta-feira, 4 de março de 2016

SOM E IMAGENS: ALCEU VALENÇA


BAPTISTÃO




CORAÇÃO BOBO

De Alceu Valença
Com Alceu Valença e Zé Ramalho



Meu coração tá batendo
Como quem diz não tem jeito
Zabumba, bumba esquisito
Batendo dentro do peito

Teu coração tá batendo
Como quem diz não tem jeito
O coração dos aflitos
Batendo dentro do peito

Coração bobo, coração bola
Coração balão, coração São João
A gente se ilude dizendo
Já não há mais coração





RODRIGO PASCOAL


AMAURI



PISA NA FULO
De João do Vale/Silveira Jr./Ernesto Pires
 


Pisa na Fulô
Pisa na Fulô REFRÃO
Pisa na Fulô
Não maltrata o meu amor

Um dia desse fui dançar lá em Pedreira
NA Rua da Golada
E gostei da brincadeira
Zé Caxangá
Era o tocadô
Mas só tocava Pisa na Fulô

REFRÃO

Sô Serafim
Cuchichava mais Dió
Só capaz de jurá
Nunca vi forró mió
Inté vovó
Garrou na mão de Vovô
Vamo embora meu meu veinho
Pisa na Fulô

REFRÃO

Eu vi menina
Que nem tinha 12 ano
Agarrá seu par
Também sai dançando
Satisfeitas e dizendo:
Meu amor, ai como é gostoso
Pisa na Fulô

REFRÃO

De madrugada
Zé Caxangá
Disse ao dono da casa:
Num precisa me pagá
Mas por favô
Arranje outro tocador
que eu também quero
Pisa na Fulô

REFRÃO

Pi..., pi, ..., pisa na Fulô
Pisa, pisa, pisa, pisa, pisa
Pisa na Fulô
Vem cá, menina
Que eu também quero
Que eu também vô
Pisa na Fulô
Pisa na Fulô
Não maltrata meu amor



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