Mostrando postagens com marcador Senhor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Senhor. Mostrar todas as postagens

domingo, 21 de setembro de 2014

SENHOR




Não me queira mal por chegar assim: de mãos abanando. Cheguei como pude – sem terno, sem mortalha, sem roupinha melhor. Sem compostura. Compostura, aliás, nunca foi minha praia. Venho como vivi: quase pelado: de bermuda ordinária, camiseta, chinelos, assuntando inutilidades.  Com cigarros no bolso, caixinha de fósforo na mão... Pode fumar aqui, Senhor?