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No
início dos anos 90, Paulo Francis (1930/1997) gravava, diariamente, no estúdio
da tevê Globo em Nova York, seus comentários para os telejornais da emissora. Eles
duravam cerca de 90 segundos. Francis se recusava a usar o teleprompter. Falava de improviso. Na redação, trabalhavam cerca de
quinze pessoas. Era natural que os colegas falassem entre si ou ao telefone. O
que acabava por desconcentrá-lo. A reação de Francis era hilária, um “espetáculo
à parte”, segundo Jorge Pontual. O vídeo abaixo nos dá uma ideia do que ali
ocorria. (OS)
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segunda-feira, 17 de agosto de 2015
OS PQPS DE PAULO FRANCIS
segunda-feira, 9 de junho de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
NA LATA: PAULO FRANCIS
| paffaroartes.blogspot.com |
— A função da universidade é criar elites e não dar diplomas a
pés-rapados.
— O Brasil é um asilo de lunáticos onde os pacientes assumiram o
controle.
— Marx escrevendo sobre dinheiro é como padre falando sobre sexo.
— Quando ouço falar em ecologia, saco logo meu talão de cheques.
— Todo otimista é um mal informado.
— A ignorância é a maior multinacional do mundo.
— O filme é uma merda, mas o diretor é genial.
— Ser da classe média é achar Godard o máximo.
— A melhor propaganda anticomunista é deixar um comunista falar.
— Apenas os idiotas não se contradizem.
— Não levo ninguém a sério o bastante para odiá-lo.
— Quem não lê não pensa, e quem não pensa será para sempre um
servo.
— Até paranoicos têm inimigos de verdade.
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